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Espondilite Anquilosante

Apresentação elucidativa sobre esta patologia do foro reumático.
by

Raquel Pimentel

on 6 February 2013

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Transcript of Espondilite Anquilosante

Grupo Tutorial 4 Espondilite Anquilosante Sabemos o que é? Doença reumática auto-imune, crónica com características inflamatórias.

Dolorosa e progressiva, que afecta principalmente o esqueleto axial, em especial as articulações sacroilíacas e a região lombar.

Pertence ao grupo das espondilartropatias seronegativas. Então a EA é... Sexo masculino (3:1).
Entre os 15 e os 30 anos.
Em Portugal, 30.000 a 50.000 doentes. Quem afecta? - Epidemiologia e Incidência Sumário Espondiloartropatias Seronegativas Espondilite Anquilosante Síndrome de Reiter Artrites Reactivas Espondilite Associada às DII Artrite Psoriática Etiologia Idiopática Factores Genéticos: Antigénio HLA-B27 Dor lombar inferior ou glútea;
Lombalgias persistentes ( mais de 3 meses);
Dor ciática;
Dorsalgias com irradiação intercostal;
Rigidez da coluna;
Tendinites;
Artrites periféricas;
Hipersensibilidade óssea. Sintomatologia Uveíte anterior aguda;
Insuficiência aórtica;
Alterações fibrocavitárias dos lobos apicais;
Infecções urogenitais;
Lesões cutâneas;
Lesões do tubo digestivo;
Lesões meníngeas (síndrome da cauda equina). Dor
Osteoporose
Rigidez (exacerbada de manhã, melhora com o movimento)
Fadiga Manifestações Clínicas Articulares Extra-Articulares Diagnóstico EA MCD's Exame Físico Anamnese Diagnóstico Diferencial (Branco, 2006; Freitas, 2011. Critérios de Diagnóstico Erosões ósseas;
Alteração do espaço articular;
Esclerose subcondral e anquilose.

As alterações e a progressão ocorrem simetricamente. Raio-x Sacroileíte Figura 3 - Aspecto radiológico clássico da coluna certebral em “Bambu” em pacientes com EA. Presença de sindesmófitos;
Numa fase mais tardia - “coluna em bambu”

(Queiroz, 1998; Fauci, 2008) Raio-x Esqueleto axial Figura 2 - Classificação radiográfica na avaliação das articulações sacroilíacas: Grau 0: normal (A); Grau I: suspeito; Grau II: discreta irregularidade e esclerose das superfícies articulares, com o espaço articular preservado (B); Grau III: redução do espaço articular, além de intença irregularidade e esclerose subcondral (C); Grau IV: anquilose bilateral (D). Permite determinar o grau de extensão da lesão. TAC É recomendada no diagnóstico precoce. RMN Presença do antigénio HLA-B27;

VHS e PCR estão elevadas;

Níveis séricos de IgA elevados;

Anemia discreta;

Factor reumatóide e os anticorpos anti-CCP não estão presentes. Exames Laboratoriais Escalas - Pertinente aplicar: Resposta automática a um factor externo, a dor é função da estimulação dos nociceptores, apenas.

A dor psicogénica (uma produção da mente do paciente) dor orgânica (uma reacção capaz de ser observável ao outros, a verdadeira). Modelo Biomédico Estímulos químicos, mecânicos ou térmicos persistentes.
Substância P e Glutamato.
Fibras C.
Mantém-se após a lesão.
Deteriora a saúde. Estímulos mecânicos ou térmicos.
Glutamato.
Fibras A-Delta.
Protecção. Dor Aguda Dor Crónica Lesão tecidular: cutânea, musculo-esquelética ou visceral.
Experiência sensorial.
Localizada. Nociceptiva Neuropática Lesão nervosa periférica ou central.
Experiência emocional (maior cronicidade).
Território nervoso. Mista Lesão tecidular e nervosa associadas. A % de sucesso para as intervenções na dor crónica raramente excede os 60% e a longo termo os 30%.

Certos agentes farmacológicos só são eficazes na presença de um certo estado psicológico.

Efeito Placebo em 30% dos que sofrem de dor crónica. Mas como explicar: Mas o que abre/ fecha o portão (aplicado à EA)? Abre: Psicólogo Reumatologista Assistente Social Neurologista Médico de Família Oftalmologista Nutricionista Terapeuta Ocupacional Fisioterapeuta Tratamento Médico AINE’S
Glicocorticóides
Analgésicos
Terapia anti-TNF
Modificadores de Doença Tratamento Cirúrgico Artroplastia total da coxo-femoral

Osteotomia vertebral Intervenção em Fisioterapia (Marques) Estabelecidos em conjunto com os objectivos do doente.

Tanto os gerais como os específicos têm de ir de encontro ao principal problema. Principais objectivos: (Passalent, 2011) (Marques) (Holey & Cook, 2003) Pode ser realizada no inicio ou fim da sessão.
Região mais dolorosa.



Modo acupunctural - mais indicado para dor crónica por promover a libertação de opiáceos endógenos. Alivio de dor (Marques) Exercício (Braun, et al., 2010) Plano de Exercícios Exercício Aeróbio

Exercício de Fortalecimento

Exercícios de Alongamento

Exercícios Respiratórios

Hidroterapia (Martins, 2012) (Oliveira) Modelo de Autorregulação Processos de Avaliação/ Apreciação
Estratégias de Copping Social Cultural Psicológico (Sousa, Landeiro, Pires, & Santos, 2011) (Silva, Rocha, & Vandenberghe, 2010) Comportamentos de Dor vs Comportamento adaptativo Libertado de tarefas e responsabilidades. Privilégios na família, atenção. Comportamentos adaptativos. P.e. fazer exercício. O prognóstico vital é bom;
Mortalidade idêntica à população geral; Prognóstico (Silva & Portelinha, 2006) Factores de Bom Prognóstico: Diagnóstico precoce;
Adesão à terapia (medicação+ exercício plano de adequado);
Idade (quanto mais tarde aparecer melhor); (Feijó Azevedo, et al., 2007) Objectivos: (Silva & Portelinha, 2006) (Sociedade Portuguesa de Reumatologia, 2012) (DGS, 2004) Factores Ambientais Desencadeantes Manifestação da EA Massagem Superficial TENS (Fauci, 2008; Queiroz, 1998) (Freitas, 2011) (Fauci, 2008; Queiroz, 1998) Desenvolver competências comunicacionais.

Consolidar conhecimentos acerca da patologia.

Interrelacionar os conteúdos das diferentes áreas científicas. Definição da EA
Classificação
Fisiopatologia
Epidemiologia
Etiologia
Processo de Anquilose
Manifestações Clínicas
Diagnóstico e Diagnóstico Diferencial
Avaliação FT
Dor
Equipa Multidisciplinar
Tratamento Médico
Intervenção FT
Modelo de Auto-regulação
Prognóstico BASMI - Bath Ankylosing Spondylitis Metrological BASDAI - Bath Ankylosing Spondylitis Disease Activity Index DFI - Dougados Functional Index EVA - Escala Visual Analógica Figura 14 – Goldschneider Figura 13 – Von Freyer Figura 12 – Descartes Figura 10 – Rotação Cervical Figura 9 – Distância intermaleolar Figura 8 – Flexão Lateral Figura 7 - Teste de Schober Figura 6 – Tragus/Parede Factores físicos – Crises inflamatórias, compressão nervosa (estimulação dos nociceptores).

Factores emocionais - Ansiedade, preocupações.

Factores comportamentais - Concentração na dor, aborrecimento. Fecha: Factores físicos – AINE’s, massagem (estimulação das fibras A-Beta), TENS (estimulação de opióides endógenos – dor crónica).

Factores emocionais - Felicidade, relaxamento.

Factores comportamentais - Distracção, envolvimento noutras actividades. Diminuir a dor, a rigidez e a fadiga.

Minimizar/ evitar deformidades e incapacidades.

Manter/ aumentar a mobilidade do tronco e das articulações periféricas.

Promover a condição cardio-respiratória.

Motivar o doente para o exercício.

Educar e orientar o paciente a saber lidar com a evolução da patologia.

Dar a conhecer os sites e associações disponíveis. (Santana, Filho, Avante, 2007) Vídeo 1 - O que é a EA? Vídeo 2 e 3 - Simulação das consequências posturais da evolução do processo de anquilose. (Visser) Processo de anquilose (Montandon, Fevereiro, 2007) Figura 5 – Cortes coronais oblíquos de RM demonstrando intenso edema subcondral bilateral. (Shamji, Bafaquh, & Tsai, 2008) "A dor é inevitável, o sofrimento é opcional."
Carlos Drummon de Andrade Gratos Pela Vossa Atenção. (Branco, 2006) (Fauci, 2008) (Queiroz, 2005)
(Branco, 2006) (Fauci, 2008) (Queiroz, 2005) Figura 1 - Representação do processo de anquilose. Figura 4 - Conjunto de imagens relativas à progressão da sacroileíte. (Freitas, 2011) Figura 11 - Excerto da Circular Normativa da DGS Figura 16 - Esquema ilustrativo da transmissão da dor. Figura 17 - Cartoon representativo da Teoria da Comporta da Dor. Figura 18 - Teoria da Comporta da Dor. (Buela-Casal & Sierra, 2001) (Ogden) (Buela-Casal & Sierra, 2001) (Ogden) (Buela-Casal & Sierra, 2001) (Ogden)
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