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Tecnologias, EaD e Interatividade

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Eber Gomes

on 18 November 2016

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Transcript of Tecnologias, EaD e Interatividade

Universidade Federal Rural de Pernambuco
Centro de Educação a Distância
Área: Educação a Distância

Questões norteadoras
Quais as contribuições das tecnologias em cada geração de EaD/EOL?
Contextualizando!
Objetivos da aula
Quais as possibilidades de Interatividade na prática de EaD/EOL?
Quais as aproximações e divergências dos conceitos de EaD e EOL? E dos conceitos de Interação e Interatividade?
Objetivo Geral

Conhecer as contribuições da Interatividade no processo de ensino-aprendizagem na Educação a Distância (EaD)/ Educação Online (EOL).


Objetivos Específicos

• Identificar as potencialidades das tecnologias a partir de suas gerações na EaD/EOL;

• Diferenciar os conceitos de EaD e EOL, assim como Interação e Interatividade;

• Estabelecer possibilidades de Interatividade na EaD/EOL. (Práticas e Pesquisas)


Referências
Avaliação
Para a próxima aula!
(ANDRÉ, 2005)
Tipos de Interação:

Mútua:
é aquela caracterizada por relações interdependentes e processo de negociação, em que cada interagente participa da construção inventiva e cooperada do relacionamento, afetando-se mutuamente. Uma interação mútua não pode ser vista como uma soma de ações individuais.

Já a
reativa
é limitada por relações determinísticas de estímulo e resposta. Uma interação reativa pode repetir-se infinitamente numa mesma troca: sempre os mesmos outputs para os mesmos inputs. (PRIMO,2008, p. 57)

Ler o texto para discussão: Interação e Colaboração

PIMENTEL, Mariano.
Interação não garante colaboração.
Palestra proferida na Universo, Niterói, 2015. Disponível em: < http://goo.gl/xjmKAy> Acesso em: 25 set. 2016.
3. Quais as possibilidades da Interatividade na EaD/EOL. (Práticas e Pesquisas)?
Produzir uma proposta de plano de aula que proporcione a interatividade/interação.



AFONSO, Almerindo Janela.
Avaliação educacional: regulamentação e emancipação: para uma sociologia das políticas avaliativas contemporâneas
. 4. ed.
São Paulo: Cortez, 2009.
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de.
Educação a distância na internet Abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem
. Educação e Pesquisa, São Paulo vol.29 n.2, 2003.
ÁLVARES MÉNDEZ, J. M.
Avaliar para conhecer, examinar para excluir.
Tradução Magda Schwartzhaupt Chaves. Porto Alegre: Artmed, 2002.
ALVES, Lynn; NOVA, Cristiane (org).
Educação a distância: uma nova concepção de aprendizagem e interatividade
. São Paulo: Futura, 2003.
ARENDT, Ronald João Jacques.
Construtivismo ou construcionismo?
Contribuições deste debate para a psicologia social. Universidade do estado do Rio de Janeiro, 2003. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/epsic/v8n1/17230.pdf. Acesso em 06/ 04/2013.
BARDIN, Laurence.
Análise de conteúdo
. Tradução Luis Antero Reto e Augusto Pinheiro. 4. ed. Lisboa: Edições, 70, 2004.
BELLONI, Maria Luiza.
Educação a distância
. 5. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2009. (Coleção educação contemporânea).
BERLO, David K.
O processo da comunicação: introdução à teoria e à prática
. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
BRASIL.
Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005
. Regulamenta o artigo 80 da Lei 9394/96. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/dec_5622.pdf. Acesso em: 21/10/11.
BRASIL.
Decreto nº 5.800, de 08 de junho de 2006
. Dispõe sobre o sistem Universidade Aberta do Brasil. Disponível em:
http://uab.capes.gov.br/images/stories/downloads/legislacao/decreto5800.pdf. Acesso em: 21/10/11
BRASIL.
Lei nº 9.394
, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional. Brasília, 1996.
BRUNO, Adriana Rocha; MORAES, Maria Cândida.
O enfoque da complexidade e dos aspectos afetivo-emocionais na avaliação da aprendizagem em ambientes online
. IN: SILVA, Marco; SANTOS, Edméia (orgs.). Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Edições Loyola, 2006. p. 51-66.
Quais as contribuições das tecnologias em cada geração de EaD?
Quais as aproximações e divergências dos conceitos de EaD e EOL? E dos conceitos de Interação e Interatividade?
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Educação a Distância
Área: Educação a Distância


Tecnologias, Educação a Distância e Interatividade



Candidato: Eber Gustavo da Silva Gomes

Recife, 20 de Outubro de 2016


O que já discutimos em aulas anteriores:

Conceito de EaD;
Concepções/Modelos de EaD;
Teorias de Aprendizagem;
Ambientes Virtuais de Aprendizagem.(Ferramentas)
A Sociedade em Rede: Castells (2009);
Conceito de Tecnologia: Scherer (2003)
Gerações em EaD: Moore e Kearsley (2013);
Cibercultura: Lévy (2000); Lemos (2003);
Segundo Maia e Mattar (2007, p. 6) a EaD pode ser considerada como “uma modalidade de educação em que professores e educandos estão separados, planejada por Instituições e que utiliza diversas tecnologias de comunicação”.
Vamos refletir?

Contribuições para a formação docente:

Reflexões quanto aos planejamentos;
Reflexões quanto as avaliações;
Utilização das tecnologias que favorecerão a colaboração.
Uso da web 2.0
Entenderá o processo de colaboração, autoria e autonomia (tema de nossas próximas aulas).
Obrigado!

Eber Gomes

Email:ebermatematico@gmail.com
Facebook: Prof. Eber Gomes
Twitter: @ebermatematico
O que é cibercultura?

Cibercultura é “a forma sócio-cultural que emerge da relação simbiótica entre a sociedade, a cultura e a novas tecnologias de base microeletrônica que surgiram com a convergência das telecomunicações com a informática na década de 70.” Lemos (2003, p.12)


(...) o ciberespaço permite a combinação de vários modos de comunicação. Encontramos, em graus de complexidade crescente: o correio eletrônico, as
conferências eletrônicas, o hiperdocumento compartilhado, os sistemas
avançados de aprendizagem ou de trabalho cooperativo e, enfim, os mundos
virtuais multiusuários (Lévy, 2000, p. 104).
1ª Correspondência
2ª Rádio e TV
3ª Multimídias
4ª Teleconferência
5ª Internet
Gerações de EaD, Moore e Kearsley (2013);

Alves (2003, p. 3) como “uma das modalidades de ensino-aprendizagem, possibilitada pela mediação dos suportes tecnológicos digitais e de rede, seja esta inserida em sistemas de ensino presencial, mistos, ou completamente realizada por meio da distância física.”
Inclusão Digital
Interação X Interatividade

Quais as diferenças e aproximações?
Quais autores que discutem?
Interatividade

Participação e Intervenção
: Na teoria clássica a mensagem é um conteúdo informacional fechado e intocável, uma vez que sua natureza é fundada na performance da emissão e da transmissão sem distorções. Na comunicação interativa se reconhece o caráter múltiplo, complexo sensorial e participativo do receptor, o que implica conceber a informação como manipulável, como “intervenção permanente dos dados. (SILVA,2006, p. 109).
Bidirecionalidade - Hibridação:
é posto no sentido da não existência de fronteiras entre emissor e receptor, é cocriação, os pólos de comunicação codificam e decodificam as mensagens.
Permutabilidade - Potencialidade:
é visto como a possibilidade, liberdade para combinar informações e produzir narrativas possíveis, múltiplas redes articulatórias de conexões.
E a Interação?

Primo (2007), desconhece o termo "interatividade" afirma ser um modismo, e enfatiza que as pessoas apontam que tudo é interativo quando se trata de tecnologia!
Educação Online
Para Santos (2012, ONLINE), a cibercultura é “toda produção cultural e fenômenos sociotécnicos que emergiram da relação entre seres humanos e objetos técnicos digitalizados em conexão com a internet”.
EAD (educação a distância mediada pela internet), o E-learning (ensino totalmente online), o B-learning (ensino misto: online-presencial ou presencial-online) e o MOOC (curso online aberto e massivo).
Contrapondo as práticas massivas de ensino na EAD, que tem se tornado o modelo hegemônico, adotamos a abordagem da “educação online” (SANTOS, 2005; SANTOS; SILVA, 2009), que é concebida para promover a (co)autoria do aprendente, a mobilização da aprendizagem crítica e colaborativa, a mediação docente voltada para interatividade e partilha, traz a cibercultura como inspiração e potencializadora das práticas pedagógicas, visa a autonomia e a criatividade na aprendizagem. Em nossa concepção de educação online, o papel do docente é fundamental no processo formativo dos estudantes, sendo necessária uma mediação ativa para a promoção da aprendizagem colaborativa, que pressupõe a interatividade.
Santos & Silva, (2012, p.91) apontam sugestões para a criação de materialidade comunicacional do desenho didático interativo. São eles:


Arquitetar percursos hipertextuais:
articular o percurso da aprendizagem em caminhos diferentes, interdisciplinares, em teias, em vários atalhos […] explorar as vantagens do hipertexto […] conectados e me múltiplas camadas ligadas a pontos que facilitem o acesso e ao cruzamento de informações.


Disponibilizar uma montagem de conexões em rede que permita múltiplas ocorrências
: garantir um território de expressão e aprendizagem labiríntico, com sinalizações que ajudem o aprendiz a não se perder, mas que não impeçam de perder-se;


Provocar situações e inquietações criadoras
: promover ocasiões que despertem a coragem do enfrentamento online diante as situações que provoquem reações individuais e grupais: troca entre os sujeitos envolvidos com objetivo de atitudes de respeito à diversidade e à solidariedade […] participação dos cursistas na resolução de problemas apresentados, de forma autônoma e cooperativa; elaborar problemas que convoquem os cursistas a apresentar , defender e, se necessário,
Papel do mediador e aprendente!
O que avaliar?
O processo de produção dos aprendentes. ( O que de fato será avaliado?)

Quais os problemas?
1) Desenho didático rígido; 2) Aprendentes com pouca autonomia; 3) Locais com dificuldade de acessibilidades de internet.

Possibilidades de Pesquisa?
1)Pesquisa-Formação; 2) Reflexão da prática.
Discutir as produções dos plano de aulas;
O que é tecnologia?
De acordo com Aurélio (2003), a tecnologia é o conjunto dos instrumentos, métodos e técnicas que permitem o aproveitamento prático do conhecimento científico.

Convém destacar que a palavra tecnologia é usada exclusivamente como sinônimo de tecnologias da informação, que são aquelas que permitem o tratamento e a difusão de informação por meios artificiais e que incluem tudo o que esteja relacionado com os computadores.


Tecnologia não é apenas o "novo"!

Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC)

Kenski (2015) situa as relações existentes entre os avanços tecnológicos e as alterações de seus usos nas sociedades em diferentes épocas, pautando-se no conhecimento, no poder e nas tecnologias.
A tecnologia tende a apresentar novidades a cada dia e assim aumenta a demanda por uma educação que privilegie o uso das linguagens das tecnologias, aumentando também a demanda por professores que as utilizem em processos significativos de aprendizagem. (SCHERER, 2003. p. 270)
Cuidado!

A EaD poderá favorecer a Educação Bancária, tanto condenada por Paulo Freire, em caso de não ser bem planejada!

Mattar (2012, p.118) afirma que:


A interatividade não ocorre sozinha, precisa ser planejada, o que implica investimentos, tempo e, principalmente, treinamento. É preciso pensar em professores treinados e capacitados. Em um nível mais amplo, também em currículos criativos e flexíveis. E, em um nível ainda mais amplo, em uma nova forma de gestão das instituições de ensino.

Na Interatividade...
Conceituando EaD!


EaD

Interação nos Ambientes Virtuais

Ferramentas Síncronas
Ferramentas Assíncronas
EOL

Interatividade

Web 2.0 e suas possibilidades
Resumindo...
Mapa conceitual do que já estudamos!
Interatividade, conceito que converge e diverge com o conceito de interação!

Como tem sido utilizado para se referir a atividades e objetos muito distintos (como programas de televisão, computadores, softwares, brinquedos, videogame, realidade virtual, Tv digital, dentre outros), esse uso excessivamente elástico acaba tomando o conceito impreciso e confuso. (Rose, 1999)
O termo interatividade, mediante o olhar de Mattar (2009, p. 112), é novo na história das línguas, surgindo nas décadas de 60 e 70 “com as artes, as mídias de massa e as novas Tics, passando a ser amplamente utilizada pela informática”.
Já no olhar de Silva (2002, p. 82), o surgir da interatividade se dá na França no final dos anos 70, de acordo com Kretz, no interior de uma discussão acerca da diferenciação dos serviços interativos e dos difundidos, no âmbito da telemática.

Lemos (2002, p. 119) temos que "A noção de interatividade está diretamente ligada aos novos media digitais. O que compreendemos hoje por interatividade nada mais é que uma nova forma de interação técnica, de cunho eletrônico digital, diferente da interação analógica que caracterizou os media tradicionais.

Lemos (2002), associa o termo a questões técnicas!
Wagner (1994, p.112) A interação envolveria o comportamento e as trocas entre indivíduos e grupos que se influenciam, nos casos em que há eventos recíprocos que requerem pelo menos dois objetos e duas ações. Já a interatividade envolveria os atributos da tecnologia contemporânea utilizada em EAD, que permite conexões em tempo real, ou seja, a interação estaria associada às pessoas, enquanto a interatividade à tecnologia e aos canais.
Os ambientes virtuais sejam estruturados de tal forma que propiciem espaços de aprendizagem, onde o aluno não só receba a informação vinda do professor, mas que construa o conhecimento através das ferramentas interativas disponibilizadas (NETTO, 2006, p. 61).
" O que caracteriza a atual revolução tecnológica não é a centralidade de conhecimentos e informação, mas a aplicação desses conhecimentos e dessa informação para a geração de conhecimentos [ ...]" (Castells, 2009, p. 69)
Dividir-se em grupos!
Ambientes Virtuais

Ferramentas Síncronas e Assíncronas
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