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Classificação Decimal Universal

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Edilson Melo Filho

on 22 July 2016

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Tipos de Classificação
Sistemas de Organização do Conhecimento (SOC)
Ou esquemas de representação do conhecimento são encontrados na literatura das áreas de Ciência da Informação, Biblioteconomia e Documentação para designar instrumentos que fazem a tradução dos conteúdos dos documentos originais e completos, para um esquema estruturado sistematicamente, que representa esse conteúdo, com a finalidade principal de organizar a informação e o conhecimento para facilitar a recuperação das informações contidas nos documentos.
Classificação Decimal Universal (CDU)
Classificação Decimal
Universal

Lembrar...
As classificações são linguagens documentárias nas quais os descritores que permitem representar todos os conceitos e objetos de um campo determinado do conhecimento são ordenados de forma sistemática em função de um ou vários critérios materiais ou intelectuais.

São linguagens pré-coordenadas.

Fundamentam-se nas relações hierárquicas entre termos, no seu conjunto ou ao nível das diversas classes e subclasses.
É um processo mental que está incorporado ao nosso cotidiano.
Piedade (1977)
“Entendida como processo mental de agrupamento de elementos portadores de características comuns capazes de ser reconhecidos como uma entidade ou conceito, constitui uma das fases fundamentais do pensar humano.”
É a formação metódica e sistemática de grupos onde se estabelecem critérios para a divisão.
É usada como instrumento de representação do conhecimento com a finalidade de ordenar para recuperar informações.
Araújo (2006, p. 122)
As classificações podem ser definidas a nível:
SOCIAL
É aquela intrínseca ao ser humano, fazendo parte de sua natureza. É algo que constitui a personalidade de uma pessoa, atuando diariamente para a organização mental dela. Por isso, elas podem classificar apenas o que lhe interessam.
FILOSÓFICO
É uma classificação mais elaborada e sofisticada, voltada para a definição e hierarquização do conhecimento humano.
BIBLIOGRÁFICO
Se preocupa com a organização e a disposição física de documentos, visando com isso, a sua recuperação. Busca ordenar, para arquivar e ter acesso ao documento em estantes ou nos arquivos. “Todas as teorias da classificação bibliográfica buscam promover uma classificação sistemática, lógica que reflita crítica e sistematicamente sobre os elementos de ligação que servem para a reunião de conceitos”
Abrangência
Especializadas:
quando estão voltadas para um assunto determinado;

Gerais:
quando abrangem o universo do conhecimento.
(SOUZA, 2012).
É a formação metódica e sistemática de grupos onde se estabelecem critérios para a divisão.
É usada como instrumento de representação do conhecimento com a finalidade de ordenar para recuperar informações.
Finalidade
Científicas:
quando sistematizam os fenômenos do mundo natural;

Documentárias/Biliográficas:
quando servem para organizar documentos visando a recuperação da informação.
(SOUZA, 2012).
É a formação metódica e sistemática de grupos onde se estabelecem critérios para a divisão.
É usada como instrumento de representação do conhecimento com a finalidade de ordenar para recuperar informações.
Classificação Bibliográfica
É uma classificação de assuntos que constitui-se numa organização estrutural do conhecimento e do pensamento que atende a objetivos funcionais de organização do conhecimento (BLISS, 1952).
Breve Histórico da Classificação
CLASSIFICAÇÃO ESCOLÁSTICA

Classificação Aristotélica (382 -322 a.C.);

Classificação Baconiana (1603 -1623);

Classificação de Locke (1688), de John Locke (1632-1704);

Classificação de Comte (1822-1851), de Auguste Comte (1798-1857);
CLASSIFICAÇÃO PARA A CIÊNCIA

Classificação Botânica de Lineus, de Carl Linné (1735-1778);

Classificação Botânica de Jussieu (1789), de Antoine Jussieu;

Classificação de Hooker e Bentham (1862-1883);

Classificação de Engler (1900) (1892-1897);
ESQUEMAS SEM NOTAÇÃO

Classificação de Aldus (1505), de Aldo Manuzzi (1415-1515);
Classificação de Gesner (1548), de Conrad Gesner (1516-1605);
Classificação de Naudé (1627), de Gabriel Naudé;
Classificação de Brunet, de J. C. Brunet (1718-1867);
Classificação de Merlin (1842), de R. Merlin;
Classificação de Quinn-Brown (1894), de John H. Quinn e James Duff Brown.
ESQUEMAS COM NOTAÇÃO

Classificação de Schwartz (1871-1879), de Jacob Schwartz;
Classificação Decimal de Dewey (1876), de Melvil Dewey (1851-1902);
Classificação Expansiva de Cutter (1891-1903), de Charles Ami Cutter;
Classificação da Library of Congress (1902), da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos;
Classificação Decimal Universal (1905), de Paul Otlet e Henry La Fontaine).
É na lógica aristotélica (LANGRIDGE, 1977, p. 24) que são encontradas as primeiras contribuições para a formulação de uma teoria da classificação. A primeira contribuição de Aristóteles diz respeito à divisão dicotômica dos objetos em gênero e espécie. Trata-se de uma hierarquização conceitual que divide um tema geral em espécies a partir da aplicação de uma característica classificatória
.
De outro, as classificações bibliográficas, também preocupadas com essa questão, mas centradas no objetivo de “dar aos livros um lugar determinado nas estantes” (BARBOSA, 1969, p. 47), buscando uma ordenação e arranjo úteis para o arquivamento e o acesso a documentos – o caráter de funcionalidade é o definidor desse tipo de classificação.
Entre essas classificações mais elaboradas, que buscam explicitar e refletir sobre os critérios de classificação utilizados, estão diferentes tradições de reflexão. Svenonius separa aquelas oriundas de filósofos, enciclopedistas, epistemólogos e outros, voltados para uma classificação filosófica do conhecimento, daqueles preocupados com a organização de documentos, sua disposição física e sua recuperação. A estes últimos, a autora denomina “classificação bibliográfica” (SVENONIUS, 1985).
Barbosa, por exemplo, identifica, de um lado, as classificações filosóficas, voltadas para uma classificação mais elaborada, sofisticada, dos conhecimentos humanos, mas sendo “profundamente teóricas, constituindo agrupamentos dos conhecimentos humanos segundo o ponto-de-vista de seus idealizadores” (BARBOSA, 1969, p. 43).
Burke reconhece a existência de várias maneiras de classificar o conhecimento, ao longo da história da humanidade, sendo as distinções mais comuns: conhecimento teórico x prático; conhecimento público x privado; conhecimento legítimo x proibido; conhecimento alto x baixo; conhecimento liberal x útil; conhecimento especializado x geral; conhecimento dos livros x “das coisas”; conhecimento quantitativo x qualitativo. Nas palavras do autor, “no início da Europa moderna, o conhecimento era classificado por grupos diferentes de maneiras também diferentes” (BURKE, 2003, p. 79).
As classificações bibliográficas, em virtude das características próprias aos documentos, além das divisões do conhecimento, exigem:

Uma classe;
Subdivisões de forma;
Uma notação;
Um índice.
A palavra classificar vem do latim
classis
, que designava os grupos em que se dividia o povo romano. Foi cunhada por Zedler, em 1733, no
Universal Lexicon
, combinando as palavras latinas
classis
e
facere
, para apresentar uma divisão de apelações do Direito Civil e, só no fim do século XVIII, passou a ser empregada para a ordenação das ciências. (PIEDADE, 1983, p. 16).
“Processo mental pelo qual as coisas são reunidas de acordo com suas semelhanças ou separadas conforme suas diferenças.”
Cunha; Cavalcanti (2008)
Foi idealizada pelos belgas Paul Otlet (1869-1944) e Henry La Fontaine (1854-1943), no final do século XIX.
Teve como base a CDD, que sofreu inovações radicais, e transformou-se em uma classificação que permitia a síntese, isto é, a construção de números compostos para indicar assuntos interrelacionados.
Como resultado, apresentou um esquema com aproximadamente 33.000 subdivisões, que foi editado pelo Institut International de Bibliographie (IIB), em Bruxelas, em 1904 - atual Federação Internacional de Informação e Documentação (FID).
Histórico
Conforme Souza (2010), “a CDU é compreendida como uma linguagem de indexação e de recuperação de todo o conhecimento registrado e na qual cada assunto é simbolizado por um código baseado nos números arábicos”. Dessa forma, evidencia-se a necessidade de meios de padronização e direcionamento na recuperação da informação universal sob todo o conhecimento científico.
Foi publicada na língua francesa, com o título de Manuel du Répertoire Bibliographique Universal, que se tratava, de fato, da primeira edição da CDU. No Brasil, a primeira biblioteca a adotar o sistema foi a do Instituto Oswaldo Cruz, em 1909.

Uma segunda edição, ampliada para mais de 70.000 subdivisões, foi também publicada pelo IIB, em 1927, agora sob o título de Classification Décimale Universelle, e se tornou a edição-mestra da CDU.

Várias outras edições desenvolvidas foram lançadas em seguida, em alemão, novamente em francês, em japonês, em espanhol, em português (que foi a 9ª edição).
Documentárias
Enumerativas: quando arrolam em números as categorias em que o conhecimento foi dividido.

Facetadas (ou analítico-sintéticas): quando identificam características comuns a várias categorias de assuntos, organizando-as em facetas.
É a formação metódica e sistemática de grupos onde se estabelecem critérios para a divisão.
É usada como instrumento de representação do conhecimento com a finalidade de ordenar para recuperar informações.
Edições
A CDU vem sendo divulgada através dos seguintes tipos de edições: desenvolvidas, médias, abreviadas, condensadas e especiais, conforme a necessidade da classificação nas bibliotecas, centros de informações e instituições.

No histórico da CDU, identificou-se as seguintes edições, das quais muitas outras foram derivadas.
* Desenvolvidas: em vários idiomas, a única completa é a terceira edição em alemão. Tem dez edições sendo a nona edição traduzida para português;

* Médias: em 1962 inicia-se sua preparação para servir de meio termo entre a desenvolvida e a abreviada. As edições médias têm 25% da desenvolvida. Atualmente há três edições médias: em alemão, em francês e em português, tradução feita pelo IBICT em 1972;

* Abreviadas: atingem 10% das edições desenvolvidas, dando o verdadeiro sentido universal da CDU. Traduzidas em 16 línguas;
* Condensadas: dão uma visão de conjunto da classificação. Traz 2,5% da edição desenvolvida.

* Especiais: apresentam uma ou algumas classes relacionadas;

* Parciais: extraída das desenvolvidas são como que separatas com ou sem acréscimo dos Projetos de extensões ou de assuntos afins.
Essas nomenclaturas caíram em desuso após os anos 90.
No Brasil as edições publicadas pelo IBICT foram iniciadas em 1976 – 1ª. ed., a partir da versão média; a 2. ed. em 1987-88. Mas em 1997 as edições médias foram substituídas por uma edição-padrão internacional publicada, a 1ª. ed. publicada pelo IBICT; e recentemente, 2007, publica-se versão brasileira da CDU.
Características
a
decimalidade
: é dividida em dez grandes classes, ou grupos, cada um por sua vez novamente subdivisível em outras tantas classes, até se atingir o nível de detalhamento requerido ou satisfatório.

a
universalidade
: tem a pretensão e a capacidade de oferecer conceitos e símbolos para representar a totalidade do conhecimento.

o
caráter hierárquico
: representa a concepção de uma unidade rigorosamente estruturada em partes necessariamente subordinadas ao todo.

o
caráter analítico-sintético
: o sistema possibilita a combinação de números, através de símbolos ou sinais, formando assim números compostos que se interrelacionam.
Estrutura
A CDU apresenta-se em dois volumes:

Parte 1 – Tabela Sistemática
Parte 2 – Índice Alfabético.

A tabela sistemática, por sua vez, subdivide-se em outras duas tabelas: a Tabela Principal e as Tabelas Auxiliares.
Tabela Principal
É identificada como a notação primária, e apresenta as seguintes classes principais:
0 Generalidades. Informação. Organização.
1 Filosofia. Psicologia.
2 Religião. Teologia.
3 Ciências Sociais. Economia. Direito. Política. Assistência Social. Educação.
4 Classe vaga
5 Matemática e Ciências Naturais.
6 Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia.
7 Arte. Belas-artes. Recreação. Diversões. Esportes.
8 Linguagem. Linguística. Literatura.
9 Geografia. Biografia. História.
Cada uma dessas classes ocupadas pode, por sua vez, ser dividida para formar classes mais específicas (ou subclasses). Essas subclasses compreendem conceitos mais restritos e podem ser representadas por números mais extensos. Por exemplo, a classe 5 divide-se nas seguintes subclasses:
50 Generalidades sobre as ciências puras
51 Matemática
52 Astronomia. Astrofísica. Pesquisa espacial
53 Física
54 Química. Ciências mineralógicas
55 Ciências da Terra. Geociências. Geologia. Meteorologia
56 Paleontologia
57 Ciências biológicas em geral
58 Botânica
59 Zoologia
As Tabelas Principais são divididas hierarquicamente, com a hierarquia numérica refletindo a hierarquia conceitual. As classes genéricas ficam no nível mais elevado e as classes específicas no nível mais baixo da hierarquia.

Quanto mais específico o assunto, mais números vão sendo atribuídos a ele, sempre respeitando o conceito das classes. A fim de facilitar a leitura, um ponto é acrescentado depois de cada grupo de três algarismos. Assim, na classe 6, teríamos, por exemplo:
6 Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia
62 Engenharia
621 Engenharia mecânica em geral
621.3 Engenharia elétrica
621.39 Telecomunicações
621.397 Transmissão de imagens
.
.
.
621.397.132.12 Televisão colorida com canal de transmissão comum para os sinais nas cores primárias
A extensão do número de classificação indica o seu grau de detalhe. Sendo que:

Os números simples como 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 indicam maior extensão e são chamados de SUPERORDENADOS.

Os números que têm a mesma extensão (como 502.1, 574.1, 581.5, 591.5, por exemplo) quando descrevem um número (no caso do exemplo, o nº 5) ou tema em nível igual ao outro, na mesma hierarquia, sem nenhuma relação de dependência, chamam-se COORDENADOS.

Os números mais longos, denotando maior especificidade, são chamados de SUBORDINADOS, como 316.624.2 .

*A subordinação de um número é relativa, visto que todas as subdivisões que existem nas tabelas principais podem ser consideradas classes subordinadas.
Tabelas Auxiliares
Apresentam-se em duas divisões:
os sinais gráficos e as subdivisões auxiliares.

O uso dessas tabelas permite, além dos números simples, a construção de números compostos e sínteses.

São compostas de 19 auxiliares que dividem-se entre comuns e especiais.
Em resumo, a CDU utiliza, na composição da sua notação: números decimais, sinais, símbolos, letras ou palavras, portanto, é uma notação mista.

O layout da CDU pode ser observado no anexo 2, onde pode-se observar sua estrutura de apresentação e as notas remissivas. Aparecem, também, outros símbolos identificados a seguir: 
Remissiva "ver" aparece por extenso nas tabelas;
Seta " - > " indica "ver também";
Subdividir como = indica a divisão paralela, onde os números que antecedem o símbolo podem ser subdivididos de maneira análoga à do número que o segue, o que permitirá uma série exatamente análoga, com os mesmos conceitos e mesmos algarismos.
Ordem de Citação
Esses sinais auxiliares, quando utilizados em uma notação, tem uma ordem de citação, ou seja, eles não podem ser citados aleatoriamente.

É a ordem em que os elementos são citados para formar o número de classificação.
Deve seguir a seguinte ordem:
Ex.:

Tese sobre o Movimentos dos partidos políticos no Brasil em 1968.

329.05 Movimento dos partidos políticos – número CDU da Tabela principal
(81) Brasil – lugar
“1968” Data – tempo
(043) Tese – forma

329.05 "1968"(81)(043)
Ordem de Arquivamento
Indica a ordem de arrumação dos livros nas estantes ou a ordem de arquivamento das fichas no catálogo.
Deve respeitar a seguinte ordem:

A ordem de arquivamento das seguintes notações seria:

329.1/.6
329.11
329.12
622.341.1:338.124.4
622.341.1=111
622.341.1(430)
Índice Alfabético
O índice da CDU apresenta os assuntos em ordem alfabética, palavra por palavra, incluindo todas as divisões principais, auxiliares comuns e especiais. Não tem a pretensão de se sobrepor ao sistema, e sim servir de instrumento facilitador a quem o pesquisa.
Atualização e correção
Modifica-se constantemente sofrendo acréscimos e correções, mas como norma, os símbolos cancelados não são utilizados durante dez anos. A FID, detentora dos Direitos Autorais da CDU até o fim do século XX foi responsável pelas extensões e correções das edições. Em 1992, prevendo um futuro incerto e a necessidade de ampliar suas parcerias para a manutenção da CDU, a FID transferiu os Direitos Autorais da CDU para uma organização chamada Consórcio CDU
(UDC Consortium – UDCC)
sediada na Holanda e que reúne membros holandeses, ingleses, franceses, japoneses e espanhóis.
"Uma das primeiras ações [do UDCC] foi criar uma base de dados internacional que seria a fonte das diversas edições da CDU. É chamada
Master Reference File
(MFR), está sediado na Biblioteca Real em Haia e é atualizado uma vez por ano" (UDC CONSORTIUM, 2008).
Master Reference File (MRF)
De acordo com o site do Consórcio , o Arquivo MFR possibilita a revisão e o
desenvolvimento da CDU com qualidade. As edições da CDU, incorporam as revisões e posteriormente são
publicadas e traduzidas pelos membros do Consórcio em sua língua. Aos países não-membros concede-se
a licença de publicação. Mediante licença paga, qualquer pessoa pode ter acesso direto ao MFR, seja para
classificar ou para outros propósitos.
Dentre as características do MFR, cita-se:

a) compatível com software UNESCO's CDS/ISIS
software package
em conformidade com padrões internacionais de intercâmbio de dados (ISO 2709).
b) compatível com diferentes plataformas: DOS, Windows, UNIX, etc.;
c) permite a integração com sistemas locais de indexação;
d) limitada ao tamanho das edições média da CDU (conforme denominada até os anos 90) devido a razões de eficiência, custo e tempo;
e) contém ca. 60 mil números de classe;
f) língua oficial: inglês
Vantagens e Desvantagens
Como desvantagem do uso da CDU cita-se:

- de uso relativamente difícil para aplicação em bibliotecas que tem acervo aberto porque causa problema no ordenamento de livro por funcionários e usuários (para evitar tal problema deve ser usada resumidamente);
- possui erros, falhas e projeto gráfico complicado
- tem índice falho;
- propicia notações duplas ou tríplices – subjetividade;
- nas edições completas cada classe é publicada em volumes separadamente.
Como vantagem do uso da CDU cita-se:

· uso universal;
· multidimensional;
· tradução em português;
· grande divulgação através do IBICT;
· sempre atualizada;
· inclui instruções e exemplos de uso;
· permanente assistência do UDC Consortium;
· “considerada analítico-sintética”, é a primeira tentativa de uma classificação facetada.
Quanto à ORDEM HORIZONTAL, os autores que escrevem sobre classificação, não chegam a um acordo definitivo, no que tange a alguns sinais dependentes e especiais.
Entretanto, na Introdução às tabelas Sistemáticas da CDU, 2ª Edição Padrão Internacional em Língua Portuguesa, diz-se que a "a regra mais simples para citar os elementos de um composto é: ordem de citação é o inverso da ordem de arquivamento.
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