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Copy of Teacher's Back to School Night Template

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Otávio Tadashi Quadros Watanabe

on 31 December 2013

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A Gestação
Metabolismo de Carboidratos e Gestação
REGULAÇÃO DA GLICEMIA E NEOGLICOGÊNESE HEPÁTICA EM RATAS PRENHES SUBMETIDAS AO JEJUM E INVESTIGAÇÃO DO EFEITO PROTETOR DA HIPOGLICEMIA OBTIDO PELA ADMINISTRAÇÃO ORAL DE PRECURSORES HEPÁTICOS DE GLICOSE
Introdução
Desenvolvimento humano;
A gravidez como um processo fisiológico;
Alteração dos lipídios e carboidratos materno;
A coexistência de resitência insulínica e tolerância a glicose;
Papel das adipocinas na gravidez normal e no desenvolvimento de resitência a insulina;
Caracterização da gestação como um estado diabetogênico. O diabetes melittus gestacional;
A importância do monitoramento do DMG.
Amabili Leal Pieracio
Apresentadora:
Prof. Dr. Roberto Barbosa Bazotte
Orientador:
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
Maringá, 26 de novembro de 2013.
Objetivos
Avaliar o perfil do metabolismo de carboidratos de ratas em diferentes fases da gestação;
Verificar se ocorre resistência à insulina no avanço da gestação, sendo então as fases estudadas 7, 14 e 21 dias, através de dois testes: GTT e ITT;
Verificar o papel de precursores neoglicogênicos (glutamina (5mM), alanina (5mM) e glicerol (2mM)) no metabolismo de carboidratos desses animais.
Adipocinas e a Gestação
Principal fonte de adipocinas: tecido adiposo visceral e subcutâneo, em especial o branco.
O DMG assim como o DM2 apresentam uma condição inflamatória crônica caracterizada por uma produção anormal de citocinas.
Contribuem para complicações patológicas da gestação: eclâmpicia, trabalho prematuro e abortos.
Resultados
Conclusão
Amabili Leal Pieracio
Obrigada.
Ratas não-prenhes (0 dia)
Ratas prenhes (7 dias)
Ratas prenhes (14 dias)
Ratas prenhes (21 dia)
Glicemia 0,10 e 60 min após a injeção intraperitonial de insulina (1 U/kg).
(a) p < 0,05 (0min vs 10min) (b) p < 0,05 (10min vs 60min) (c) p < 0,05 (0min vs 60min)
Média +/- SEM de 7-9 animais por grupo.
Ratas não-prenhes (0 dia)
Ratas prenhes (7 dias)
Ratas prenhes (14 dias)
Ratas prenhes (21 dia)
Concentração de glicose plasmática em 0, 10 e 60 min após a administração oral de glicose (gavagem) (1g/kg).
(a) p < 0,05 (0min vs 10min) (b) p < 0,05 (10min vs 60min)
Média +/- SEM de 7-9 animais por grupo.
Média +/- SEM de 5 medidas.
Experimento demonstrativo das concentrações de glicose (mg/dL) no dia 0 ( ) e dia 20 ( ) de gestação após administração intraperitonial de insulina (1 U/kg) (A) e administração oral (gavagem) de glicose (1 g/kg) (B). O horário das aministrações está representada pela linha vertical pontilhada.
Cinética da concentração de glicose (mg/dL) no dia 0 ( ) e dia 20 ( ) de gestação (nos estados alimentados e de jejum). O horário de início da privação alimentar está representado pela linha vertical pontilhada.
Gliconeogênese a partir da L-alanina nos fígados de ratas no dia 0 ( ) e 20 ( ) de gestação, após jejum de 12 horas.
Gliconeogênese a partir da L-glutamina nos fígados de ratas no dia 0 ( ) e 20 ( ) de gestação, após jejum de 12 horas.
Gliconeogênese a partir do glicerol nos fígados de ratas no dia 0 ( ) e 20 ( ) de gestação, após jejum de 12 horas.
O efluente perfusato foi colhido em intervalos de 5 min para avaliação de glicose.
Média +/- SEM de 3-6 experimentos.
Glicogenólise hepática de ratas alimentadas nos dias 0 ( ) e dia 20 ( ) de gestação durante a infusão de epinefrina. A concentração de glucose a partir do efluente perfusato foi avaliada a cada 5 min.
Média +/- SEM de 3-6 experimentos.
amabili.pieracio@gmail.com
Graduanda de Farmácia
Universidade Estadual de Maringá
Materiais e Métodos
Foram utilizados ratos Wistar adultos machos e fêmeas (70 dias);
Utilizou-se também a técnica de perfusão de fígado in situ para a avaliação da gliconeogênese a partir de alanina (5 mM), glutamina (5 nM) e glicerol (mM) em ratas em jejum de 12 horas. Em parte dos experimentos avaliou-se o catabolismo do glicogênio induzido por epinefrina no estado alimentado;
Ratas não prenhes forma empregadas como grupo controle;
Os grupos experimentais forma constituídos de ratas prenhes com 7, 14 ou 20 dias de gestação;
O ITT e o GTT foram repetidos utilizando a técnica de RT-CGMS (Real-time Continuous Glucose Monitoring System);
Para os testes de tolerância à insulina (ITT) e tolerância à glicose (GTT) convencionais, ratas em jejum (12h) receberam intraperitonialmente 1 U/kg de insulina regular e 1 g/Kg de glicose oral (gavagem), respectivamente, sendo a glicemia avaliada 0, 10 e 60 min após administração de insulina (ITT) ou glicose (GTT);
Os resultados (média +/- desvio padrão) foram avaliados através do teste t de Studente e de análise de variância ao nível de significância de p < 0,05.
A diferença entre a produção de glicose antes e durante a infusão do precursor de glicose (gliconeogênese) ou epinefrina (glicogenólise) foi calculada com área sob a curva (AUC) sendo expressa como micromol/g;
Materiais e Métodos
A coexistência de RSI e maior TG;
A RSI não é sempre um processo patológico;
A gestação é um processo crítico de intensas mudanças no organismo materno, portanto necessita de monitoramento rigoroso;
A importância do diagnóstico precoce do DMG;
A necessidade da realização de outros estudos visando aumentar o conhecimento sobre esse tema.
Discussão
Observou-se que o grupo RP (20 dias) mostrou menor redução da glicemia após a administração de insulina;
O grupo RP (20 dias) também mostrou maior TG; Coexistência de TG e RI;
Aumento PHG a partir do glicerol e diminuição a partir da alanina e glutamina;
Não houve intensificação da glicogenólise hepática promovida pela adrenalina.
O GTT e o ITT foram realizados no dia 20 da gestação pela técnica de RT-CGMS;
Ao final da primeira semana o blastocisto está superficialmente implantado no endométrio.
Da quarta à oitava semana ocorre o desenvolvimento do embrião propriamente dito. Formam-se os primórdios das estruturas externas e internas mais importantes e por isso é considerada a fase mais crítica do desenvolvimento, onde perturbações podem originar grandes anomalias congênitas no embrião.
Ao final da décima semana tem início o período fetal, onde ocorrerá a maturação e crescimento dos órgãos e sistemas do bebê. É só por volta da trigésima semana que o pulmão começa a sintetizar as sisbstâncias necessárias para o desenvolvimento do bebê fora do útero.
A glicose é o principal substrato metabólico para a atividade normal do corpo humano;
A manutenção da glicemia é regulada pelo sistema nervoso, sistema endócrino e pela concentração de alguns metabólitos no sangue como a glicose, os ácidos graxos e os aminoácidos;
A absorção de glicose engloba dois diferentes componentes, sendo um dependente de sódio e de ATP (SGLT1) e o outro independente de sódio e de ATP (GLUT2). Ambos apresentam especifidades diferentes para substratos e diferem também nas propriedades cinéticas e padrões de expressão tecidual.
A insulina é o hormônio pancreático anabólico produzido e secretado pelas células beta das ilhotas de Langerhans;
A célula beta é estimulada por sinais integrados dos nutrientes, hormônios e neurotransmissores;
A insulina exerce suas ações utilizando duas vias metabólicas distintas: a via da PI 3-quinase-AKT e a via da MAPK;
A insulina regula o metabolismo do glicogênio por inativar a glicogênio-fosforilase e também por ativar a glicogênio-sintase;
A insulina também inibe a neoglicogênese e estimula a glicólise por controlar a atividade de enzimas como: PEPCK, frutose 1,6 bifosfatase e a glicose 6 fosfatase;
A insulina também exerce efeitos extra-hepáticos.
A PHG ocorre a partir de substratos não glicídicos como lactato, aminoácidos e glicerol e ainda a partir dos estoques de glicogênio dos músculos;
A PHG é controlda por três mecanismos: regulação pela variação na concentração sérica de substratos metabólicos, regulação neural e regulação hormonal;
Efeito direto da glicose no fígado. Mecanismo acionado pela variação na glicemia, precursores neoglicogênicos e ácidos graxos livres;
Regulação neural da PHG regulada plo SNA. Monitoramento através de glicorreceptores hipotalâmicos e controle direto sobre enzimas chave;
Controle da PHG através da insulina e dos hormônios contrarreguladores: glucagon, adrenalina, cortisol e hormônio do crescimento (GH).
o glucagon é o hormônio pancreático produzido e secretado pelas células alfa das ilhotas de Langerhans, que tem como estímulo a redução da glicemia;
O glucagon liga-se ao seu receptor e promove um aumento de AMPc que que ativa uma proteína quinase AMPC-dependente;
Em longo prazo ocrre um aumento da transcrição da PEPCK e frutose-1,6-bifosfatase e diminui a transcrição das enzimas glicoquinase, fosfofrutoquinase e piruvato-quinase;
Os efeitos somados da regulação enzimática promivida pelo glucagons são: o aumento de glicogenólise e da neoglicogênese e redução da glicogenogênese e da glicólise resultando no aumento da PHG.
A gestação se apresenta com um estado anabólico no primeiro trimestre e catabólico no último;
Ocorre redução aproximada de 50% da sensibilidade a insulina;
Todos os anos 200 mil novos casos de DMG o que representa um total de 7% das gestações;
Pode ocorrer a progressão do DMG para o DM2. Isso está relacionado com a obesidade materna e a idade avançada;
Gestantes diabéticas apresentam maior risco de má formação congênita, macrossomia, óbito fetal, pré-eclampsia e partos prematuros.
De acordo com a ADA todas as gestantes devem ser submetidas ao teste do GTT para a identificação do DMG ;
Para as gestante de riso o GTT deve ser realizado no primeiro pré natal e para as que não são do grupo de risco entre a 24-28 semana;
A ADA estabelece também os valores glicêmicos para o diagnóstico do DMG; jejum 92 mg/dl; 1 hora 180 mg/dl; 2 horas 153mg/dl .
A ADA estabelece os fatores de risco para o desenvolvimento de DMG entre eles: histórico familir, PCOS e obesidade.
70%
72%
68%
55%
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