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TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM DE CAMPO GRANDE:

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by

Flavio Braga

on 9 December 2014

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Transcript of TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM DE CAMPO GRANDE:


TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM DE CAMPO GRANDE-MS:
UM OLHAR SOBRE A PERSPECTIVA DA MEMÓRIA E DESENVOLVIMENTO LOCAL.

PESQUISADOR RESPONSÁVEL:
Flavio Araujo Braga
ORIENTADORA:
Profª Drª Maria Augusta de Castilho
LINHA DE PESQUISA DO PROGRAMA:


ÁREA DE CONHECIMENTO DO CNPq:


SUBÁREA DE CONHECIMENTO:

Desenvolvimento Local: Cultura, Identidade, Diversidade
6.05.01.04-9 - História Urbana
6.04.04.00-0 - Paisagismo
6.04.00.00-5 - Arquitetura e Urbanismo
Desenvolvimento Local em contexto de territorialidades.
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

Só amamos o que conhecemos!

(São Tomás de Aquino)
“Só lutamos por aquilo que amamos, só amamos aquilo que respeitamos e só respeitamos aquilo que conhecemos. ”
(Adolf Hitler)
JUSTIFICATIVA:

Como foi o processo de transformação de nossa paisagem?

Qual é nossa memória em relação a paisagem?

Será que temos identidade iconográfica com relação a nossa paisagem?


"...a memória é um elemento constituinte do sentimento de identidade, tanto individual como coletiva, na medida em que ela é também um fator extremamente importante do sentimento de continuidade e de coerência de uma pessoa ou de um grupo em sua reconstrução de si. "
(POLLAK, 1992, p.204).
Plano de Alinhamento de Ruas e Praças de 1909.
Fonte: Acervo ARCA, 1999
Bairro Segredo (atual região do centro).
Fonte: INTENDÊNCIA MUNICIPAL, 1923 p.2
Bairro Segredo (atual região do centro).
Fonte: INTENDÊNCIA MUNICIPAL, 1923 p.2
O método baseia-se na análise de fontes documentais primárias (mapas, dados cartográficos, acervos de projetos, registros fotográficos, originais de leis) e secundárias (revisão bibliográfica e entrevistas com técnicos, pesonagens e administradores) sobre os últimos séculos.
O objetivo do trabalho será avaliar e levantar as ações desenvolvidas pelo homem no que se refere a paisagem quanto ao planejamento, desenvolvimento e gestão pública de Campo Grande- MS, com o intuito de proporcionar à preservação de sua memória e identidade cultural de seu povo.
REFERENCIAL TEÓRICO
´

O método proposto para esta pesquisa será o indutivo, no ponto de vista da sua natureza e qualitativa no que se refere a forma de abordagem do problema.


Já no campo de procedimentos técnicos será bibliográfica e documental.

Um território compartilhado e identificado por uma consciência social e comunitária de entorno, mostra a força e a ordem de um local, em que cuja essência é a própria história vivida em comum pelas pessoas daquele lugar (Santos, 1996a; LeBourlegat, 2000). O lugar se mostra para as pessoas por sua substancialidade, pela aparência conhecida e familiar dos itens que o compõem – casas, ruas, campos, a vizinhança, o clima habitual e pela paisagem local.
Castilho e Santos (2012, p.28-29) ao definirem o patrimônio, o fazem como material e imaterial, sendo o patrimônio material, aquele tido por um bem familiar, algo concreto que foi herdado, incluí-se um bem cultural de uma comunidade, dentre outros; e o patrimônio imaterial, aquele que se define por um costume cultural, são os ensinamentos e as lições vividas e herdadas por familiares e antepassados. No mesmo sentido, a definição de patrimônio de origem do latim “patrimonium, que denomina tudo que pertencia ao pai”.
No processo de desenvolvimento de Ávila (2001), o alvo central é o ser humano como artesão do seu êxito ou fracasso, pois se requer que cada um, ao se tornar responsável pelo seu próprio progresso, de toda ordem e em todas as direções, influencie o seu entorno como fonte irradiadora de mudanças, de evolução cultural, de dinamização tecnológica e de equilíbrio ao meio-ambiental. Portanto, não se obtém desenvolvimento sem que se visualize o homem, à luz da hierarquia de valores, em sua integridade como pessoa humana, membro construtivo de sua comunidade e agente de equilíbrio em seu meio geofísico. (ÁVILA., 2001, p. 23).
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA

ÁVILA, V.F. et al. Formação educacional em desenvolvimento local: relato de estudo em grupo e análise de conceitos. Campo Grande: UCDB,2001

CASTILHO, Maria Augusta de; SANTOS, Maria Christina de Lima Félix. Rota do trem do Pantanal: o diálogo entre o patrimônio e desenvolvimento local. Campo Grande: Life Editora, 2012.

HAESBAERT, Rogério. O mito da desterritorialização: do fim dos territórios à multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.

LE BOURLEGAT, C. A. Ordem local como força interna de desenvolvimento. In: Interações – Revista Internacional de Desenvolvimento Local, v. 1, n. 1, p. 13-20, set. 2000.
_____________. Construção humana de espaço, lugar e território, fevereiro, 2006.

MACEDO, Silvio Soares. Quadro do Paisagismo no Brasil. São Paulo: Silvio Soares Macedo,1999, p.11.

MAGNOLI, Miranda. Espaço Livre: objeto de trabalho. Paisagem ambiente, São Paulo,n.21, 2006a, p. 177-78.

OLIVEIRA, Almir Félix Batista de. Memória, história e patrimônio histórico: políticas públicas e a preservação do patrimônio histórico. Aracajú: UFS, 2010.

POLLAK, Michael. Memória e Identidade Cultural: Estudos históricos, Rio de Janeiro., vol. 5. n.10, 1992, p. 204

POSSAMAI, ZITA (ORG.).A Memória cultural numa cidade democrática. Porto Alegre: Unidade Editorial da Secretaria Municipal da Cultura, 2001.

ROZAS, G. Pobreza y desarrollo local. In: Excerpta, Universidade do Chile, n. 7, 1998. (Na Internet: http//rehue.csociales.uchile.cl).

SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2006.

TUAN, Yiu-Tu. Topofilia. Trad. Lívia de Oliveira. São Paulo: Difeu, 1980.

A construção da paisagem urbana é um processo evolutivo, temporal desenvolvido pela evolução da tecnologia, pela sucessão de contextos sociais, econômicos, políticos, culturais (as vezes divergentes entre si) que traduzem o estágio do pensamento e das ações humanas. Como tal, está sujeita às transformações constantes, ao universo e a evolução das relações e dos interesses da sociedade e de suas respectivas interações com a paisagem.






A paisagem é considerada então como um produto e como um sistema. Como produto porque resulta de um processo social de ocupação e gestão de determinado território. Como um sistema, na medida em que, a partir de qualquer ação sobre ela impressa, com certeza haverá uma reação correspondente, que equivale ao surgimento de uma alteração morfológica parcial ou total. (MACEDO, 1999, p.11)
"Bens escolhidos que se prestam, ou que tem por finalidade nos lembrar, guardar na nossa memória atos, fatos, acontecimentos passados e "dignos" de não serem esquecidos são como suportes, construídos e preservados no intuito de manutenção, perpetuação dessa memória."
OLIVEIRA (2002)
Assim a Paisagem, representa uma maneira de ver o mundo como uma criação racionalmente ordenada, designada e harmoniosa, construída no decorrer de uma vida de um determinado local resgatando assim sentimentos e lembranças vividas no decorrer da vida de cada ator, isto é memória. Do mesmo modo como afirma Oliveira:
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