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REANIMAÇÃO EM PEDIATRIA

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by

Livia Prazim

on 14 June 2016

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Transcript of REANIMAÇÃO EM PEDIATRIA

Posicionamento

Aspiração – Remoção CE

VA Orofaríngea – Nasofaríngea

Cricotireoidotomia – Traqueostomia

Máscara Laríngea

Intubação Traqueal
Traumas recentes
Cicatrizes
Febre
Queimaduras
Lesões de pele
Etc........
Apneias de origem central
Compressão do SNC
Arritmias
Cardiopatias congênitas
Pós-operatório
Impressão inicial
Chamar emergência - 192
Iniciar manobras de reanimação
PCR PRÉ-HOSPITALAR
Detectar inconsciência
Call first (chamar primeiro)
Crianças maiores
Call fast (chamar o mais rápido possível)
Crianças menores
Checar pulso
Iniciar compressões torácicas
Coordenar compressões com ventilação
>8a: base da palma da mão com a outra mão em cima
1/2 Inferior do esterno
(Observar apêndice xifóide)
Lactentes/RN: 2 polegares ao redor do tórax ou 2 dedos
1-8a: base da palma de 1 mão
LACTENTES
CRIANÇAS
Iniciar ventilação
Boca a boca/nariz - lactentes
Boca a boca - crianças
Balão auto-inflável
EQUIPAMENTOS
Desfibrilador Externo Automático
RN 3:1

Crianças até adolescência 15:2

Adolescentes e adultos 30:2
Reanimação com 2 socorristas
Pás infantis - até 8 anos
Pás adulto - acima de 8 anos
Conectar o DEA
Reiniciar RCP
VPP com Balão + Tubo Traqueal
VA - Cricotireidotomia
AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA

SAMPLE
Sinais e sintomas
Alergia
Medicações
Passado médico
Líquidos (última refeição)
Evento
AVALIAÇÃO PRIMÁRIA
Sinais
Vitais
VA - Intubação
Frequência de Ventilação
Lactentes – 12 a 20/min
Crianças – 12 a 20/min
Adultos – 10 a 12/min
BOA RESPIRAÇÃO
Frequência Respiratória
Esforço e Trabalho Respiratório
Volume Corrente
Sons Pulmonares e de VA
Entrada de Ar (ausculta)
Cor da Pele e Temperatura
Oximetria de Pulso
Manter vias aéreas
Iniciar RCP
Providenciar Carrinho de Emergência
Colocar Monitor e Oxímetro de Pulso
Oferecer Oxigênio
Iniciar Tratamento

REAVALIAR
INTERVIR
OBSERVAR SE A CONDIÇÃO REPRESENTA
PERIGO DE VIDA!!!
Visual e Auditiva rápida
IMPRESSÃO INICIAL
Intubação Traqueal
PROFUNDIDADE DE INSERÇÃO (cm) = Diâmetro Interno do tubo x 3
T
UBO TRAQUEAL - DIÂMETRO INTERNO(mm)
RNPT 2,5 - 3,0

RNT 3,0 - 3,5

1 Ano 3,5 - 4,0

> 1 Ano Idade(anos) + 4 (sem cuff)
4
Idade(anos) + 3,5 (com cuff)
4
VA - CÂNULAS

Orofaríngea (não usa em conscientes)

Nasofaríngea (não usa em TCE)
Adaptador para aspiração de mecônio
VA - Aspiração
Trauma da base do crânio
Evitar manipulação nasal
Manobra combinada de elevação da mandíbula e estabilização da coluna cervical
TRAUMA
BOA RESPIRAÇÃO
Ventilação Espontânea Efetiva
Necessidade de oxigênio?

Choque Hipovolêmico
Choque Distributivo
Choque Cardiogênico
Choque Obstrutivo
Materiais para Intubação
MONITORIZAR!!!
AO HOSPITAL...
PCR e bradicardia (FC < 60 bpm) com hipoperfusão
Aparência geral
Tônus, interação, consolabilidade, olhar, fala, choro
BAN, retrações, sibilos, estridor, gemido expiratório
Trabalho da respiração
Palidez, mosqueamento, pele acinzentada ou cianótica, sangramento
Circulação
A
B
C
D
E
Oximetria
de
Pulso
Abertura VA
Boa respiração
Circulação
Disfunção
Exposição
OVAS
OVAI
D. Parenquimatosa
Alt. Controle Respiração
Hemograma
Gasometria Arterial
Radiografias
Outros exames (para esclarecer condição fisiológica e diagnóstico)
TESTES DIAGNÓSTICOS
VA - Posicionamento
Manobra de inclinação da testa e elevação do queixo
Ventilação Superficial, Ineficaz ou Ausente
Ventilação com Pressão Positiva
BOA RESPIRAÇÃO
VPP com Balão + Máscara facial (Técnica C e E)
VPP com Balão + Máscara Laríngea

OVAS
Falência ou parada respiratória
Necessidade de suporte ventilatório prolongado
Alteração significante do nível de consciência
Suspeita de pressão intracraniana elevada
Necessidade de procedimento cirúrgico
INTUBAÇÃO TRAQUEAL
Confirmar posicionamento do tubo
Ausculta
Expansão Torácica
Cor
Frequência Cardíaca
Detector colorimétrico de CO2
Capnógrafo
COMPLICAÇÕES DA INTUBAÇÃO
DOPE
Deslocamento
Obstrução
Pneumotórax
Equipamento
IDENTIFICAÇÃO
Choque - perfusão inadequada dos tecidos
Má perfusão periférica ( TEC)
Taquicardia
Pulsos filiformes
Alteração sensorial
Oligúria
Compensado - PA normal
Hipotensivo
Análise do ritmo
Uso do desfibrilador
ETIOLOGIA DO CHOQUE
Hipovolemia
Distribuição inapropriada do fluxo sanguíneo
Séptico
Anafilático
Neurogênico
Choque Obstrutivo
Choque Cardiogênico (incluindo arritmias)
INTERVENÇÃO NO CHOQUE
Administrar O2 - FIO2 = 100%

Assegurar VA e Ventilação Adequada

Estabelecer Acesso Vascular

Fornecer Volume p/ Expansão

Monitorizar Oxigenação, FC e Débito Urinário

Considerar Drogas Vasoativas
INTERVENÇÃO NO CHOQUE
Acesso Venoso Periférico
Acesso Venoso Central
Acesso Intra-Ósseo

Avaliação da Circulação

Compressões Torácicas
Má Perfusão Periférica

Outras manobras:
Expansores de volume
Vasopressores e Drogas Vasoativas
Drogas Antiarrítmicas
Desfibrilação/Cardioversão
FC < 60 bpm
Drogas
Epinefrina
Antiarrítmicos: Atropina, Adenosina, Amiodarona, Procainamida
Infusão contínua (estabilização):
Dopamina / Dobutamina
Norepinefrina / Epinefrina
Compressão Torácica
Lactentes e crianças
15:2 – 2 profissionais
30:2 – 1 profissional
Adolescentes
30:2 – 1 ou 2 profissionais
VA avançada – IT
100/min (sem pausa para ventilar)
FORTE, RÁPIDA E EFICAZ
Profundidade CT (1/3 a 1/2)
Criança: 4cm
Adulto: 5cm

RELAÇÃO COMPRESSÃO X VENTILAÇÃO
TAQUICARDIA SUPRAVENTRICULAR -
Ritmo anormalmente rápido com origem acima dos ventrículos. Complexo estreito.
Taquicardia excessiva para a condição clínica
Sem história específica, irritabilidade, letargia, anorexia. FC > 180 a 220 bpm
TAQUICARDIA SINUSAL =
Taquicardia apropriada para a condição clínica
Provável história de febre, dor ou perda de volume
(diarréia, vômitos, sangramento)
FC = 160 a 220 bpm
INTERVENÇÃO NA TAQUICARDIA
RCP se FC < 60 bpm
Epinefrina

Pás infantis - até 1 ano
Pás adulto - maiores de 1 ano
Gel condutor
Avaliação rápida da função neurológica

Observação clínica

AVDN

Escala de Coma de Glasgow

Resposta das pupilas à luz

Dose IV/IO Dose ET
0,01 mg/kg 0,1 mg/kg
0,1 ml/kg 1:10.000 0,1 ml/kg 1:1.000
O ACHADO DE QUALQUER CONDIÇÃO POTENCIALMENTE FATAL DEVE SER SEGUIDO POR UMA INTERVENÇÃO IMEDIATA DE SALVAMENTO DE VIDA!!!!
RCP - Desfibrilar – Amiodarona
RCP - Desfibrilar - Epinefrina
DESFIBRILAR
RCP
INTERVENÇÃO NOS RITMOS DE PARADA
Assistolia/AESP
RCP (Ventilação, O2, CT)
Epinefrina a cada 3 a 5 min
TRATAR A CAUSA (Hs e Ts)
Manobra de Heimlich
Ventilador manual
Balão fluxo-inflável
Atropina: 0,02mg/kg (MÍN. 0,1mg)/ Marca-passo
GRUPOS DE RITMOS
Taquicardias
ARRITMIAS
CORRIGIR CAUSAS (Hs e Ts):
Hipovolemia
Hipoxemia
Hipotermia
Hipercalemia (DHE)
Hidrogênio (acidose)
Tensão no Tórax (pneumotórax)
Tamponamento Cardíaco
Toxinas
Tromboembolismo pulmonar
Tromboembolismo coronário
1
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
Taxa de sobrevivência à alta hospitalar
Extra-hospitalar - 4 a 13%
Hospitalar - 33%
INTERVENÇÃO RÁPIDA E SISTEMÁTICA
Alerta???
Não responde???
Observar respiração
Ausência de respiração?
Gasping?
Cor da pele
Palidez?
Cianose?
Iniciar RCP
C A B

OVACE
ABORDAGEM DA CRIANÇA DOENTE
IDENTIFICAR
INTERVIR
AVALIAR
RCP imediata
Avaliação Primária
Avaliação Secundária
Testes Diagnósticos
RN 3:1
Crianças 30:2
Adolescentes
e 30:2
Adultos
IDENTIFICAR
Circulatório
Insuficiência
Cardiopulmonar
PCR
Desconforto Respiratório
Insuficiência Respiratória
Choque Compensado
Choque Hipotensivo
< 1 ano 30 - 60ipm
1 a 3 anos 24 - 40ipm
4 a 5 anos 22 - 34ipm
6 a 12 anos 18 - 30ipm
13 a 18 anos 12 - 16ipm
Conexão
p/ via de saída
do balão
Conexão
p/ CET
Inspeção do tórax
Ausculta axilar e gástrica
Visualizar condensação
FC e cor
Detecção CO2 exalado
Bradicardia
Ritmos de Parada
AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA
TESTES DIAGNÓSTICOS
SAMPLE

30% das vítimas recebem
socorro no local
Respiratório
Pulsos periféricos e centrais
TEC, cor e temperatura da pele
Nível de consciência
Débito urinário
Assistolia
Taquiarritmias
Bradiarritmias
Fibrilação Ventricular
AESP – Ritmo de Colapso (Ausência de Pulso)
Soro Fisiológico
ou
Ringer Lactato
20ml/kg em até 20min
REAVALIAR
após cada bolus

OD
OE
FE
Onda P - ritmo sinusal
Complexo QRS - < 0,09
FC = 1.500 : nº
Lentos
Rápidos
Parada
Complexos Largos
Complexos Estreitos
Boa perfusão
Perfusão comprometida
TAQUICARDIA VENTRICULAR -
Complexo largo, gerada nos ventrículos. Pode se apresentar com ou sem pulso. Raro em crianças.
Taquicardia Sinusal
Tratar a causa de base
dor, febre, desidratação, choque
Taquicardia Supraventricular
Taquicardia Ventricular
Com pulso - tratar como TSV instável
Sem pulso - tratar como ritmo de parada
Assistolia
Fibrilação Ventricular
Taquicardia ventricular sem pulso
Atividade Elétrica sem Pulso (AESP)
FV/TV sem pulso
Redução do nível de consciência, confusão
Irritabilidade
Letargia
Agitação alternada com letargia
Alerta
responde a estímulos de Voz
responde a estímulos Dolorosos
Não responde
TC leve - 13 a 15
TC moderado - 9 a 12
TC grave - 3 a 8
Tamanho das pupilas
Isocoria
Reação à luz
Fase final da avaliação primária
Criança despida

Bronquiolite - VSR
Pneumonias Bacterianas
Sepse Precoce ou Tardia
Malformações Múltiplas
Malformações Cardíacas
Malformações Neurológicas
Bronquiolite - VSR
Apneias do PT
Temperatura das Extremidades
Tempo de Enchimento Capilar
Cor
Observar manifestações clínicas

Manobras vagais
Adenosina - bloqueia a condução nó AV
Cardioversão sincronizada - 0,5 a 1 J/kg
Após 2 minutos
Garantir a vinda do serviço de emergência
Máscara Laríngea
MANTER VIA AÉREA PÉRVIA
DISFUNÇÃO
EXPOSIÇÃO
XAUZINHO
PÁ VOXÊS !
Confirmar posição do tubo
VA Avançada (Intubação) - 08 a 10/min
KÁTIA LAUREANO
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