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A FAVELA COMO PRODUTO DE CONSUMO

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by

Alessandra Couto

on 16 December 2013

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Transcript of A FAVELA COMO PRODUTO DE CONSUMO

Relevância do tema:

Desde sua origem as favelas são estigmatizadas. Marcadas por guerras entre facções criminosas e combates com a polícia, a favela passou a ser incluída no roteiro turístico. Cada vez mais visitantes buscam consumir a pobreza através da busca por experiências inusitadas. Mas favela não é zoológico, os moradores e suas casas não são vitrines à espera de turistas e seus registros fotográficos.
Objetivo da pesquisa:

Analisar a mudança no discurso do turismo, o papel da mídia ao falar sobre as favelas e a visão de moradores e turistas sobre o chamado
Reality Tour

A FAVELA COMO PRODUTO DE CONSUMO
Referencial Teórico:

Monografia baseada de modo geral em sociólogos representativos no assunto favela, como Licia do Prado Valladares, Bianca Freire-Medeiros e John Urry.
Estudo de caso
:

Rocinha

PROBLEMA:

Porque as favelas cariocas passaram a ser incluídas no roteiro turístico?

“É um turismo predatório que expõe os moradores e que expõe a última coisa que sobra para uma pessoa, que é a imagem. As pessoas vêm, captam as imagens sem autorização, fotografam casas, interior das casas, crianças dormindo, sem permissão”. (Fernando Ermiro da Silva, Diretor da UPMMR – União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha).
Conclusão:

As favelas são sim vistas como lugares violentos, antro do crime. Acabar com essa visão talvez fosse o passo inicial e fundamental para remover delas o título de lugar mal quisto, sendo possível, assim, a sua real integração a sociedade.
Contradição Marxista:

Marx afirmava que o capitalismo transforma
tudo em produto, as relações, as pessoas, menos a pobreza, que para ele não podia ser comercializada.
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