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O METODO KANTIANO

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by

Heracles Kramer

on 25 November 2013

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Transcript of O METODO KANTIANO

O METODO KANT
Kant e considerado o maior filosofo do iluminismo alemão. Para ele, a filosofia deveria responder a quatro questões fundamentais: O que posso saber? Como devo agir? O que posso esperar? E, por fim o que é o ser humano? Esta última questão engloba as três anteriores.
MOIORIDADE HUMANA
Tipos de conhecimento
Conhecimento empírico: aquele que se refere aos dados fornecidos pelos sentidos, isto é, que é posterior á experiência. Por exemplo, para fazer afirmação "Este livro tem a capa verde", foi necessário ter primeiro a experiência de ver o livro e assim conhecer asua cor; portanto, trata-se de um conhecimento posterior àexperiência;
Limites do conhecimento
"Assim, pois, todo conhecimento humano começa com intuições, eleva-se até o conceito e termina com ideias. Embora para esses três elementos ela tenha fontes de conhecimento a priori que, à primeira vista, parecem ultrapassar os limites da experiência, uma crítica completa nos convence, entretanto, de que toda razão, no uso especulativo, nunca pode, com esses elementos, ir além do campo da experiência possível e de que o próprio destino desse poder supremo de conhecer é (...) acompanhar a natureza até naquilo que ela tem de mais íntimo (...) sem nunca sair dos seus limites, fora dos quais só há, para nós, um espaço vazio."
Kant, Crítica da Razão Pura (1781)
IMMANUEL KANT
Em sua obra
O que é ilustração
, Kant sintetiza seu otimismo iluminista em reação à possibilidade de o ser humano guiar-se por sua própria razão, sem se deixar enganar pelas crenaças, tradições e opiniões alheias.
Conhecimento puro
: aquele que não depende de quaisquer dados dos sentidos, ou seja, que é anterior à experiência, nascendo puramente de uma operação racial. Exemplo: a afirmação (juízo) "Duas linhas paralelas jamais se encontram no espaço" não se refere a esta ou àquela linha paralela, mas a todas. Constitui, assim, um conhecimento universal. Além disso , e uma afirmação que, para ser válida, não depende de nenhuma condição específica. Trata-se, portanto, de um conhecimento necessário.
Tipos de juízo
- Juízos Analíticos:
são juízos em que o predicado (B) pode estar contido no sujeito (A) e, por isso, ser extraído por pura análise. Isto significa que o predicado nada mais faz do que explicar ou explicitar o sujeito. Ex.: “Todo triângulo tem três lados”;
- Juízos Sintéticos a posteriori:
são aqueles em que o predicado não está contido no sujeito, mas relaciona-se a ele por uma síntese. Esta, porém, é sempre particular ou empírica, não sendo universal e necessária, portanto, não servem para a ciência. Ex.: “Aquela casa é verde”.
-

Juízos Sintéticos a priori
: são juízos em que também o predicado não é extraído do sujeito, mas que pela experiência forma-se como algo novo, construído. No entanto, essa construção deve permitir ou antever a possibilidade da repetição da experiência, isto é, a aprioridade, entendida como a possibilidade formal de construção fenomênica, que permite a universalidade e a necessidade dos juízos. A experiência aqui não é a mera deposição de fenômenos na mente em razão da sequência das percepções, mas sim a organização da mente numa unidade sintética daquilo que é recebido pela intuição. Kant concorda com Leibniz que “nada há na mente que não tivesse passado pelos sentidos, exceto a própria mente”.
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