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MEMORIAL

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Manoela da Fonseca

on 11 June 2015

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Transcript of MEMORIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA
CENTRO DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL


DEFESA DE MEMORIAL
O que propomos é a ideia de invenção como obra aberta, esforço coletivo, que não tem autor. Para seu desenvolvimento contribuem múltiplas mãos, múltiplas forças. Entendemos esse processo como um rizoma, um atravessamento. O embate dessas forças produz outras trilhas, fendas, aberturas. A invenção convida; está em movimento; ela não tem fim, não tem obra pronta, criada. Cada enfrentamento dá pistas para novos movimentos, continuamente. (Eizirik et al., 2001, pg.75)
Este memorial busca apresentar os elementos mais significativos que vem constituindo minha trajetória profissional destacando aspectos relacionados às atividades de ensino, pesquisa, extensão, produção intelectual e gestão acadêmica dos últimos dez (10) anos.

A impossibilidade de narrar aqui todos os acontecimentos de minha trajetória no período indicam que o que vai ser contato diz respeito os fatos mais pertinentes, àqueles que movimentaram as mudanças de perspectiva e de lugar-posição.

Meu intento é mostrar de que modos, ao longo de minha trajetória na UFSM, tenho articulado a experiência da docência, da pesquisa e da extensão como atividades que se fundem, convidando-me a novos movimentos e invenções.




A experiência é o que nos passa, o que nos acontece, o que nos toca. Não o que se passa, não o que acontece, ou o que toca. A cada dia se passam muitas coisas, porém, ao mesmo tempo, quase nada nos acontece. Dir-se-ia que tudo o que se passa está organizado para que nada nos aconteça. Walter Benjamin, em um texto célebre, já observava a pobreza de experiências que caracteriza o nosso mundo. Nunca se passaram tantas coisas, mas a experiência é cada vez mais rara. (2002, p. 21)

Como diz Larrosa:
As informações foram organizadas em oito sessões, a saber:

1. FORMAÇÃO
1.1 Graduação
1.2 Mestrado
1.3 Doutorado
1.4 Estágio Pós Doutoral

2. ATIVIDADE DE ENSINO
2.1 Graduação - Modalidade Presencial
2.2 Graduação - Modalidade à Distância
2.3 Pós-Graduação - Mestrado
2.4 Pós-Graduação - Doutorado

3. LIDERANÇA DE GRUPO DE PESQUISA E COORDENAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO
3.1 Liderança de Grupo de Pesquisa
3.2 Coordenação de Projetos de Pesquisa
3.3 Coordenação de Projetos de Extensão
4. ATIVIDADES DE PRODUÇÃO INTELECTUAL
4.1 Artigos em Periódicos
4.2 Livros
4.3 Capítulos de Livros
4.4 Trabalhos Publicados/ Apresentados em Eventos
5. ORGANIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

6. PARTICIPAÇÃO EM BANCAS DE CONCURSO PÚBLICO E DE MESTRADO E DOUTORADO
6.1 Bancas de Concurso Público
6.2. Bancas de Mestrado
6.3 Bancas de Doutorado

7. ATIVIDADES DE EDITORAIS

8. ATIVIDADES DE GESTÃO, DE ASSESSORIA E DE CONSULTORIA A ÓRGÃOS DE FOMENTO
8.1 Atividades de Gestão na UFSM
8.2 Atividades de Assessoria e Consultoria a Órgãos de Fomento
Maria Inês Naujorks
1. FORMAÇÃO
Licenciada em Educação Especial - Universidade Federal de Santa Maria - UFSM. 1985


Mestrado em Educação - Pontífica Universidade Católica do Rio Grande do Sul /PUC - POA. 1992


Doutorado em Psicologia - Universidade de São Paulo - USP (Psicologia Social e do Trabalho). 1997


Estágio Pós-Doutoral junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação - Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. 2009
2. ATIVIDADE DE ENSINO
2.1 Graduação - Modalidade Presencial

EDE 326 Avaliação Educacional do Deficiente Mental

EDE 1010 e EDE 1053 Avaliação em Educação Especial

EDE 1016 Processos Investigativos em Educação Especial

EDE 1018 Estágio Supervisionado em Dificuldade de Aprendizagem

EDE 1001 Fundamentos da Educação Especial

EDE1040 Educação Especial- Fundamentos

EDE 1113 Cinema, Literatura Infanto-Juvenil e Inclusão Escolar: a invenção da diferença.

CCP 1026 Trabalho de Conclusão de Curso.

Orientação de Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação

Síndrome de Kabuki e a Educação Especial como mediadora da escolarização. Acadêmica: Lidiane Moura. Curso de Graduação em Educação Especial - Diurno. 2013.

Instituição especializada em tempos de inclusão: condições atuais e desafios. Acadêmica: Izéle Rodrigues Jorge. Curso de Graduação em Educação Especial - Diurno. 2013.

Alfabetização e Síndrome de Down: um recurso tecnológico para o desenvolvimento da leitura e da escrita. Acadêmica: Michele Lopes Pereira. Curso de Graduação em Educação Especial – Diurno. 2013.

Atendimento Educacional Especializado. Implicações para a inclusão de alunos com deficiência nas classes regulares. Acadêmica Ana Paula Machado. Curso de Educação Especial – Diurno. 2013.

2. ATIVIDADE DE ENSINO
Orientação de Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação

Educação inclusiva: a importância da interação dos professores no processo de aprendizagem do aluno com deficiência mental. Acadêmica Fabiane Raquel da Silveira. Curso de Educação Especial – Diurno. 2014.

Deficiência intelectual e as práticas educacionais propostas para um aluno em uma escola municipal de Santa Maria/RS. Acadêmica: Maiane Strauss dos Santos. Curso de Educação Especial – Diurno. 2014.

Autismo: do mundo singular ao mundo da dança. Acadêmica: Bruna Thaís Nascimento de Paula. Curso de Educação Especial – Noturno. 2015.

A atuação da Educação Especial frente ao Bullyng escolar: um estudo bibliográfico. Acadêmica: Luana Zimmer Sarzi. Curso de Educação Especial – Noturno. 2015.

2. ATIVIDADE DE ENSINO
2.2 Graduação - Modalidade à Distância

EDE1093 Fundamentos da Educação Especial I;

EDE 1094 Fundamentos da Educação Especial II;

EDE 1095 Avaliação em Educação Especial;

EDE1096 Fundamentos Neuropsicológicos da Aprendizagem


Polos atendidos: Santana do Livramento, Três Passos, Foz do Iguaçu, Sobradinho, Balneário Pinhal, Santa Vitória do Palmar e Novo Hamburgo.


2. ATIVIDADE DE ENSINO
2.3 Pós-Graduação - Mestrado

PPE 1009 Políticas Públicas e Educação Especial

Leitura Dirigida I e II

Docência Orientada I e II

Publicação Científica

2.4 Pós-Graduação - Doutorado

PPE 1054 Seminário Avançado I LP3

PPE 1055 Seminário Avançado II LP3

Leitura Dirigida III e IV

Prática de Pesquisa I e II

Docência Orientada III e IV

Publicação Científica.

3. LIDERANÇA DE GRUPO DE PESQUISA E COORDENAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO
3.1 Liderança de Grupo de Pesquisa

Grupo de Estudos e Pesquisa Educação Especial e Inclusão – GEPE
, cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq - 2004, por mim liderado desde então e compartilhado com colegas da linha de pesquisa e acadêmicos de graduação, mestrado e doutorado.

Objetivo:
desenvolver pesquisa e extensão trabalhando com os seguintes temas:

Políticas Educacionais, Educação Especial e Processos de Inclusão Escolar

Avaliação e Processos de Inclusão Escolar

Artefatos Culturais e Subjetivação Docente






Buscando atualizar essas heranças teóricas, tentamos no grupo relançá-las de outras maneiras, como nos ensina Derrida e Roudinesco, 2004:

A melhor maneira de ser fiel a uma herança é ser-lhe infiel, isto é, não recebê-la à letra, como uma totalidade, mas antes surpreender suas falhas. (p.11)

Sem negar a importância dessa perspectiva teórica e pensando na complexidade do mundo contemporâneo, marcado por um sentimento de agonia, passamos a nos movimentar por outras trilhas que nos levaram a outro caminho - nem melhor, nem pior, mas outro.

Nossas discussões balizadas, então, a partir da Virada Linguística e Estudos Pós-Estruturalistas, buscam entender não mais a linguagem como representação de uma realidade que esteve desde sempre ai, mas como produtora de sentidos, constituindo-se em uma rede discursiva de verdades e, por isso, inventora da realidade e dos sujeitos.
3.2 Coordenação de Projetos de Pesquisa


Burnout: a resposta ao stress da escola inclusiva

Financiamento: CNPq e FAPERGS.

Período: 2001, 2002, 2003.

Alunos envolvidos: 2 graduação (IC); 3 Mestrado.

Indicadores de Produção: Número de produções: 4;
número de orientações: 5.

Resgatando saberes acerca da escola: inclusão de alunos com distúrbios globais do desenvolvimento.

Período: 2004, 2005, 2006.

Financiamento: CNPq e FIPE/UFSM.

Alunos envolvidos: 4 graduação (IC); 3 especialização; 5 Mestrado.

Indicadores de Produção: Número de produções: 10; número de orientações: 12.

Avaliação e Inclusão: da formação inicial às práticas avaliativas

Período: 2007, 2008, 2009, 2010.

Financiamento: CNPq.

Alunos envolvidos: 1 graduação (IC); 3 especialização; 7 Mestrado.

Indicadores de Produção: Número de produções: 24; número de orientações: 11.
3.3 Coordenação de Projetos de Extensão

Ciclos de Cinema e Deficiência

Período: em andamento desde o ano de 2000

Descrição:
Este projeto de extensão busca, com o cinema, potencializar o debate sobre os discursos em circulação em relação à deficiência.

Objetivos: a) Promover mostras de cinema onde, após cada exibição ocorra uma discussão entre convidados e plateia a respeito do que se passou no filme. b) Reunir as contribuições dos debatedores/colaboradores em publicações que possam ser socializadas entre acadêmicos das licenciaturas e professores das redes de ensino. c) Organizar um acervo cinematográfico a respeito das temáticas abordadas a ser disponibilizado à comunidade acadêmica e professores das redes de ensino.

Equipe: alunos da graduação, da pós-graduação, professores do departamento de Educação Especial e da Linha de Pesquisa de Educação Especial/PPGE.

O Terceiro Ciclo de Cinema intitulado Cinema e Deficiência: a invenção da diferença aconteceu no ano de 2010.
O Quarto Ciclo de Cinema intitulado Cinema e Deficiência: a estética da diferença aconteceu no ano de 2012. Estas edições contaram com financiamento do PROEXT/CAPES
3. LIDERANÇA DE GRUPO DE PESQUISA E COORDENAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO
4. ATIVIDADE DE PRODUÇÃO INTELECTUAL
4. ATIVIDADE DE PRODUÇÃO INTELECTUAL
4.1 Artigos em Periódicos


4. ATIVIDADE DE PRODUÇÃO INTELECTUAL
4.1 Artigos em Periódicos


4.2 Livros


4. ATIVIDADE DE PRODUÇÃO INTELECTUAL
4.3 Capítulo de Livros


DUEK, Viviane Preichardt e NAUJORKS. Maria Inês. Inclusão e Autoconceito: reflexões sobre a formação docente. IN: ALMEIDA, Maria Amélia. MENDES, Enicéia Gonçalves. HAYASHI, Maria Cristina Piumbato Innocentini. Temas em Educação Especial: múltiplos olhares. São Carlos: Junqueira & Marin Editores. 2008.

NAUJORKS, Maria Inês. A Pesquisa em Educação Especial e Inclusão Educacional no Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul – Anped Sul. IN: QUARTIERO, Elisa Maria. SOMMER, Luís Henrique. Pesquisa, Educação e Inserção Social – Olhares da Região Sul. Canoas: Editora da ULBRA. 2008.
NAUJORKS, Maria Inês. Pesquisa-ação nas Pesquisas em Educação Especial: relato de uma experiência. IN: BAPTISTA, Claudio Roberto. CAIADO, Katia, Moreno. JESUS, Denise Meyrelles. (organizadores). Educação Especial: diálogo e pluralidade. Porto Alegre: Editora Mediação, 2008.
NAUJORKS, Maria Inês. Qualidade e Inclusão Social. IN: FRANCO, Maria Estela Dal Pai e MOROSINI, Marília Costa. Qualidade e Educação Superior: Dimensões e Indicadores. Porto Alegre: EDIPUCRS. Série Qualidade na Educação Superior. Observatório da Educação. CAPES/INEP. 2011. Volume 4. 1ª Edição.
PIECZKOWISK, Tania Mara Zancanaro. NAUJORKS, Maria Inês. Expansão, Inclusão e Docência no Ensino Superior: desafios da democratização do acesso para estudantes com deficiência. IN: LEITE, Carlinda. ZABALZA, Miguel. (organizadores). Ensino Superior, Inovação e Qualidade na Docência. Porto: Editora Porto/PT. CIIE – Centro de Investigação e Intervenção Educativas. 2012.
PIECZKOWSKI, Tania Mara Zancanaro. NAUJORKS, Maria Inês. Inclusão no Ensino Superior: discursos e expectativas de estudantes com deficiência. IN: PIECZKOWSKI, Tania Mara Zancanaro. NAUJORKS, Maria Inês. (Org) Educação, Inclusão e Acessibilidade. Diferentes contextos. Chapecó: Editora Argus. 2014.
4. ATIVIDADE DE PRODUÇÃO INTELECTUAL
4.4 Trabalhos Publicados/ Apresentados em Eventos


As produções do grupo de pesquisa, vinculadas aos projetos de pesquisa ou às dissertações e teses tem sido publicisadas de diferentes formas (painéis, mesas, trabalhos completos, resumos expandidos) em eventos internacionais, nacionais, regionais e locais.

Assim, a circulação tem se dado nos seguintes eventos:

Reuniões da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação- ANPED.

Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul – ANPEd Sul.

Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino – ENDIPE.

Congresso Nacional de Educação/UNISINOS.

Congresso Internacional de Pesquisa (Auto) Biográfica – CIPA.

Seminário Nacional de Filosofia e Educação –SENAFE/UFSM.

Colóquio Internacional do LEPSI – Instituto de Psicologia e Faculdade de Educação/USP-SP.

Seminário Brasileiro de Estudos Culturais e Educação – SBECE.

Congresso Brasileiro de Educação Especial/UFSCar.

Congresso Multidisciplinar de Educação Especial. UEL-Pr.

Seminário Nacional de Pesquisa em Educação Especial.

Congresso Mundial de Educação Comparada – Edição 2010/Estambul-Tq.

Congresso Nacional y Iberoamericano de Educação Comparada. Valência-Es, 2010 e Madrid-Es, 2014.
5. ORGANIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
Destaque para:


I Seminário Internacional: Pessoa Adulta, Saúde, Sociedade e Educação. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Junho de 2005.

3º Seminário de Educação Especial – Inclusão Educacional: Teorias e Práticas. Universidade Federal de Santa Maria. Agosto de 2005.

Seminário de Formação de Professores para Educação Inclusiva. Universidade Federal de Santa Maria. PROESP/CAPES. Outubro de 2005.

VI Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul – ANPEd Sul – Universidade Federal de Santa Maria. Junho de 2006.

XIV Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Abril de 2008.

Conferência de abertura do VI Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul –ANPEd Sul– Pós-Graduação em Educação: Novas Questões? Universidade Federal de Santa Maria. Junho de 2006.

Palestra no V Congresso Brasileira de Educação Especial e VII Encontro da Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial. Universidade Federal de São Carlos. Novembro de 2012.

6. PARTICIPAÇÃO EM BANCAS DE CONCURSOS PÚBLICOS E DE MESTRADO E DOUTORADO
Tive a oportunidade de participar em bancas de concurso público no âmbito da UFSM e da UFRGS. Embora seja considerada uma atividade administrativa, burocrática e que consome o nosso tempo, é também uma experiência de aprendizagem, de solidariedade e parceria institucional e interinstitucional.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Departamento de Estudos Básicos da Educação. Banca de Concurso Público para Professor Adjunto. Área de Psicologia da Educação. Outubro de 2005.

Universidade Federal de Santa Maria. Centro de Educação. Departamento de Educação Especial. Banca de Concurso Público para Professor Adjunto. Área de Educação Especial: Transtornos Globais do Desenvolvimento. Abril de 2009.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Departamento de Estudos Básicos da Educação. Banca de Concurso Público para Professor Adjunto. Área de Psicologia da Educação. Agosto de 2011.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Departamento de Estudos Básicos da Educação. Banca de Concurso Público para Professor Adjunto. Área de Educação Especial/ Inclusão Escolar. Setembro de 2013.
6. PARTICIPAÇÃO EM BANCAS DE CONCURSOS PÚBLICOS E DE MESTRADO E DOUTORADO
6.1. Bancas de Mestrado:
Participação nas seguintes instituições:
UFRGS
UFSM
FURB/Blumenau
PUC/RS

6.2 Bancas de Doutorado:
Participação nas seguintes instituições:
UFRGS
UFSM
PUC/RS
UFPB



7. ATIVIDADES EDITORIAIS
Membro da Comissão Editorial da Revista Educação Especial - 2005 a 2008

Editora Científica da Revista Educação Especial - 2009 a 2014

Parecerista
Ad hoc
da Revista Educação e Realidade

Membro de Comitê Científico de Eventos Nacionais e Internacionais.
8. ATIVIDADES DE GESTÃO E ATIVIDADES DE ASSESSORIAS E CONSULTORIAS A ÓRGÃOS DE FOMENTO
8.1 Atividades de Gestão na UFSM

Compartilho com Maria Beatriz Luce ao definir a atividade de gestão na universidade como sendo uma experiência que permite “pensar e fazer” a instituição. Conforme a autora:


[...] Diz respeito ao pensar e fazer a universidade, no sentido de sua finalidade – ciência e educação –, a qual lhe confere condição de peculiaridade como instituição social. Compreende o planejamento institucional estratégico, formalmente representado no Plano de Desenvolvimento Institucional, mas é consubstanciada na organização acadêmica, do pessoal acadêmico, e na ação acadêmica, formalizada em programas, projetos e atividades de ensino, pesquisa e extensão. (Luce, 2006, p.216).
Dentre as várias experiências destaco o período em que fui eleita para a Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Educação – PPGE, atividade que desenvolvi no período de 2002 a 2007.

Atreladas à coordenação do PPGE vieram outras atividades em comissões, atividades de representação, colegiados, como as que seguem:

Membro do Colegiado do PPGE de 2002 a 2009

Representação do Centro de Educação no Conselho Universitário.

Representação do CE no Comitê Interno PIBIC/CNPq/UFSM, da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa.

Presidente da Comissão de elaboração do Projeto do Curso de Doutorado em Educação do PPGE.

Comissão PRPGP para avaliar, discutir e propor normas para concurso público na UFSM. 2005.

Comissão Interna para Chamada Interna da PRPGP/UFSM/FINEP/CT-INFRA- PROINFA 2005/2006.

Comitê Assessor da PRPGP/UFSM Período de 2006 a 2008.

Coordenadora Substituta do PPGE: 2014 a 2015
8.2 Atividades de Assessoria e Consultoria a Órgãos de Fomento

Destaque para:
GT sobre Indicadores da Avaliação Trienal CAPES - 2002 a 2007

Comissão Assessora do Processo de Produção de Itens Para a Prova Nacional de Concurso para Ingresso na Carreira Docente. Grupo de Trabalho: Organização e Gestão do Trabalho Pedagógico, coordenada pelo INEP/MEC. - em atividade

Finalizando, demarquei nessa escrita alguns anos da minha trajetória profissional na UFSM destacando eventos da minha formação e do exercício profissional no que se refere ao ensino, à pesquisa, à extensão e à gestão acadêmica.

Pude refletir sobre o que aprendi e sobre o que vim a conhecer; sobre caminhos que fui construindo e as escolhas que assumi ao longo desse percurso. As experiências vividas, entrelaçadas entre si, podem mostrar um pouco de minha singularidade.

Posso dizer que tenho vivido intensamente a instituição em toda sua amplitude o que, inevitavelmente, tem provocado sentimentos de hesitações e angústias, mas também de gratidão por tudo o que pude experimentar.
NAUJORKS, Maria Inês. A Pesquisa em Educação Especial na Universidade Federal de Santa Maria. IN: JESUS, Denise Meyrelles de. BAPTISTA, Claudio Roberto. BARRETO, Maria Aparecida Santos Corrêa. VICTOR, Sonia Lopes (organizadoras). Inclusão, Práticas Pedagógicas e Trajetórias de Pesquisa. Porto Alegre: Mediação. 1ª edição 2007. 2ª edição 2009. 3ª edição 2011.
MARIA INÊS NAUJORKS
6.1. Bancas de Concurso Público

O cinema como ferramenta pedagógica para a formação de professores na perspectiva da inclusão escolar.

Período: 2011, 2012, 2013.

Financiamento: CNPq.

Alunos envolvidos: 2 graduação (IC); 1 Mestrado; 1 Doutorado (não concluído).

Indicadores de Produção: Número de produções: 6;
número de orientações: 3.


Educação Inclusiva: da gestão às práticas educativas


Período: 2011, 2012, 2013, 2014.

Alunos envolvidos: 5 Mestrado; 3 Doutorado.

Indicadores de Produção: Número de produções: 23; número de orientações: 8.
3. LIDERANÇA DE GRUPO DE PESQUISA E COORDENAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO
NAUJORKS, Maria Inês. DUEK, Viviane Preichardt. Inclusão e Autoconceito: reflexões sobre a formação de professores. Revista Educação. V.31, p.35-52, 2006.
NAUJORKS, Maria Inês. CARVALHO, Renata Corsini. Representações Sociais: dos modelos de deficiência a leitura de paradigmas educacionais. Revista Educação Especial. V.27, p.35-49, 2006
NAUJORKS, Maria Inês. Análise preliminar da pesquisa em Educação Especial e Inclusão Educacional na Anped Sul. Revista Educação Especial. V.1, p.301- 307, 2008.
NAUJORKS, Maria Inês. Avaliação Educacional, Inclusão Escolar e Representações Sociais. Revista Educação Especial. V.38, p.399-409, 2010.
NAUJORKS, Maria Inês. GARCIA JUNIOR, Carlos Alberto Severo. Caminhos e distâncias: um diálogo entre psicose infantil e Educação. Revista Educação Especial. V. 39, p.77-92, 2011.
NAUJORKS, Maria Inês. Inclusão de estudantes com deficiência no ensino superior: diferentes discursos, diferentes expectativas. Revista Atos de Pesquisa em Educação. v.7, p.938-950, 2012.
NAUJORKS, Maria Inês. POSSA, Leandra Boher. RIOS, Grasiela Maria da Silva.
Matizes do discurso sobre avaliação na formação de professores da Educação
Especial. Revista Educação Especial. V. 25, p., 2012.
NAUJORKS, Maria Inês. A revista Educação Especial/UFSM: divulgação do conhecimento produzido na área, desafios e possibilidades. Revista Brasileira de Educação Especial. V.19, p. 131-142, 2013.
NAUJORKS, Maria Inês. POSSA, Leandra Boher. Efeitos da racionalidade neoliberal nos discursos sobre inclusão: o silêncio docente. Revista Educação. V. 38, p.319-328, 2013.
NAUJORKS, Maria Inês. Silvério Costella. Ingrid Kork Noal. Possibilidades do bem-estar docente no contexto educacional. Revista Inter-Ação. V. 38, p. 457-468, 2013.
NAUJORKS, Maria Inês. POSSA, Leandra Boher. Alguns efeitos do nosso tempo na formação de professores da Educação Especial. Revista Educação Especial. V.49, p.447-448, 2014
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