Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Arquitetura Africana

No description
by

Julia Guttler

on 21 May 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Arquitetura Africana

povos de Gana e Mali construíram palácios de plantas variadas
reino de Lalibela com templos e edifícios encavado nas rochas das montanhas.
Antonio Couceiro
Beatriz Savas
Clodine Ribeiro Alves
caráter utilitário, em vez de comunitário,
não era empregada, como no resto das civilizações, como representação de poder.
uso intencional e comedido dos materiais em equilíbrio com o meio ambiente.
Independentemente de sua hierarquia, todos possuíam o mesmo tipo de casa, não como expressão de igualdade, mas de pertinência ao mesmo grupo.
Os materiais utilizados variavam de barro até fibras secas tecidas
o povoado se protegia com uma muralha de barro, que rodeava e marcava os limites da aldeia.
O Grande Zimbábue é o que restou de um povoado, todo construído por uma muralha monumental.
grandes palácios e templos com paredes de barro sustentadas por uma armação de estacas.
Arquitetura Africana
Profª: Maria da Graça Agostinho.
Disciplina: História Teoria e Crítica.
Julia Güttler
Júlia Macedo
Marina Vieira
Alunos:
Detalhe do muro do Grande Zimbábue

Situada sobre um pequeno monte próximo aos rios Bari e Niger, denominada assim pelas inundações que periodicamente a isola do acesso por via terrestre
considerada por muitos a cidade mais bela do Sahel
mais antiga cidade da África subsaariana (séc III a.C)
cidade integralmente de barro
sob proteção da UNESCO.
É a maior construção em barro no mundo
Construção Ashantis
Arquitetura Africana
Reino Lalibela
Construção Ashantis
Mesquita de Djenné
Mesquita de Djenné
Edificações de culto, fruto de uma influência árabe e circunscrita à influência da África do Oeste.
Cada membro da população de Djenné, em uma data predeterminada, se responsabiliza pela manutenção da edificação, distribuindo tarefas – coleta, preparação e aplicação da matéria-prima requerida – segundo idades e sexos.
Convertem-se em uma grande comunidade de artesãos que aplicam coletivamente conhecimentos e habilidades que desenvolveram na manutenção de suas próprias habitações em uma cidade que tem o barro como material construtivo exclusivo.
Os Bantos
A tipologia arquitetônica mais comum “cubata (construção) de cone sobre cilindro”
As principais características destas construções são:

a) a existência de uma só porta “protegida” por um fogo;
b) a ausência de janelas;
c) uma cobertura vegetal;
d) edificação sobre uma plataforma de altura variável conforme a cultura;
e) edificações monofuncionais;
f) paredes de uma variada gama de taipas ou de palha;
g) moradias formadas pela composição diversas edificações independentes.

cubata de mocambo” (mocambo = cumeeira, ou seja, construção de duas águas) era pouco comum, e endêmica apenas na costa setentrional de Angola e em toda a ilha de Madagascar.
cada “cubata” abrigava apenas uma função
Mocambo (aldeia) Maafale, em Madagascar
assentamento familiar em forma de kraal (terreno cercado que contém as diversas “cubatas”, locais de trabalho, a horta, as árvores frutíferas e de sombra (moradas de orixás), espaços cerimoniais, cercados de animais)
características de um kraal:
kraal zulu
a)cerca externa delimitando o terreno;
b) existência de diversas “cubatas”;
c) existência de uma única entrada;
d) a construção principal é do “chefe”;

e) uma significativa variedade de atividade exercidas ao ar livre;
f) existência de locais de plantações e de árvores (frutíferas ou de sombra);
g) existência de curral para animais.

Guerreiros Zulu
Kraal
Cubata
Quilombo
conjunção de diversos kraals
vila/aldeia
a divisão clânica interna da tribo
quilombo Cuanhama, sudeste de Angola.
Sanzala
formado por uma rua central (aberta ou fechada nas extremidades) em cujos lados se agrupam em forma da fita
A ordenação das “cubatas” justapostas em fita seguia regras fixas de separação das diversas clãs
Sanzala Quicongo, noroeste de Angola.
Os sudaneses
ocupam uma relativamente estreita faixa de terra entre o Saara e o Golfo da Guiné
tipologias arquitetônicas eram mais variadas devido à variedade dos ecossistemas em que habitam
Quanto mais próximos do Saara, nas regiões semi-desérticas, seus kraals eram mais compactos e fechados por muros altos cuja finalidade era proteger as construções dos ventos muito quentes do deserto
"Casas-castelo",norte do Benim.
habita a região Norte de Camarões, próximo ao lago Chad.
conceberam uma arquitetura de paredes de barro muito delgadas (uns três centímetros de
espessura), com sulcos ressaltados pelo forte sol africano.
sulcos foram concebidos com a intenção de minimizar o desgaste produzido pelas chuvas constantes, quebrando e canalizando as águas em diferentes direções.
Povo Mousgoum
Os motivos artísticos utilizados admitem variações para identificar as diferentes famílias tribais.
cultura se encontra em processo gradual de desaparição.
Os poucos exemplos de habitações deste tipo que ainda perduram são encontrados no Cantão de Pouss, em povoados como Mourla ou na cidade de Maga.
Moradias do povo de Mousgoum.
Na região intermediária (de savanas) o clima é pouco mais ameno o que permite que os partidos fossem menos compacto e que as paredes de contorno dos kraals, menos elevadas denominadas de “casas-pátio”.
Casa-Pátio
Na faixa litorânea, superúmida e de densas florestas, os kraals eram mais livres e abertos.
Tipologicamente, havia uma grande variedade de formas – como, ademais, no resto da África – mas onde a porta colocada à direita da entrada do “mocambo” era largamente hegemônica ao contrário dos bantos, em que ela era, via de regra, colocada à esquerda.
Como esta região apresentava uma costa provida de mangues e continha muitas lagunas e lagos, esta população aprendeu a construir suas vivendas em palafitas, sobre aágua, pelo fato da temperatura ambiente ser mais baixa já que a energia solar era, parcialmente, convertida em vapor de água.
população destes aldeamentos pouco pisava em solo firme.

Kraal Euê, na região costeira de Gan
aldeamentos sudaneses
mais antigos
permitiu uma maior experimentação em sua organização. Ao contrário dos bantos onde as práticas religiosas assumiram um caráter mais doméstico, os sudaneses cultivavam “bosques sagrados” periféricos ao aldeamento.
organização estatal fez com que as “tabancas” apresentassem uma organização interna mais próxima ao conceito de “zoneamento de usos” do urbanismo europeu.
Em geral, a separação entre os diversos kraals era antes espacial do que físico de modo que a maior ou menor aproximação entre as “cubata” permitia identificar a individualidade de cada kraal.
Tabanca
Tabanca Iene – Senegal.
as cidades eram formadas pela justaposição de “tabancas” cuja formatação era facilmente perceptível por simples percepção visual.
estrutura tribal era o principal fator da organização interna das cidades.
De forma ainda mais visível, estas cidades também eram divididas em grandes quarteirões que também podiam ser subdivididos onde cada fração tinham poucos acessos. Na maior parte das vezes, ele era reduzido a um único.
Curiosidades da Arquitetura Vernacular remanescente no Continente Africano.
Construção típica da tribo somba do Benim. A
construção africana, além de ser um produto de imperativos
materiais, deve muitas vezes a sua forma a um profundo
sentido religioso. Nas casas Somba, a parte esquerda é
destinada às mulheres e a direita aos homens. Ao fundo,
encontra-se o altar dos antepassados, onde se oferecem
sacrifícios.
A matéria prima é a que o solo entrega, basta escavar, juntar água e amassar. Os moldes de madeira e a compressão manual dão a forma aos blocos que depois secam ao sol.
Construção de uma cabana tradicional, chamada "palhota" no centro de Moçambique. Este tipo de construção quadrangular, com teto de palha, é típico desta zona. Nas regiões mais setentrionais constrói-se um tipo de choça redonda com teto cônico.
Os conjuntos de cubículos feitos de adobe são os Kimbos,
onde famílias se juntam sob o comando de um Soba
(homem mais velho, respeitado pelos demais, chefe e
representante da comunidade de um Kimbo, normalmente
conhecedor de algumas artes de magia ou adivinhação,
sabedoria e poder de decisão e regulação de conflitos),
posição que herdou de seus antepassados na maior parte
dos casos.
Os cubículos são construções simples, ecológicas e
biodegradáveis, constituído de blocos de argamassa de terra empilhados ou o revestimento de uma estrutura de madeira com argamassa de terra. Iguais há milhares de anos.
Arquitetura Africana do Século XIX
caracterizada, principalmente, pelo movimento eclético, que carrega características deste século juntamente com características Medievais, Clássicas, Renascentistas, Barrocas e Neoclássicas.
A África é um continente enorme e foi colonizado por países de outros continentes, tendo então, vasta diversidade cultural.
Duas grandes religiões influenciaram a arquitetura deste continente, o Islamismo e o Cristianismo.
Na capital da Costa do Marfim, está localizada a Basílica de Nossa Senhora de Yamoussoukro que é considerada a maior igreja cristã do mundo
Construção: 1985-1989.
Com a industrialização de grandes cidades o redor do mundo, criou-se uma nova técnica de construção civil a base de ferro que foi chamado de Arquitetura do Ferro. Um símbolo da Arquitetura do Ferro na África é o Palácio de Ferro.
Na África do Sul foi construído o primeiro hotel 6 estrelas do mundo. O hotel possui uma arquitetura original que é extremamente exuberante, tem escadaria toda em cristal,
mosaicos com pedras preciosas e esculturas de bronze.
Início da construção em 1890. Palácio de Ferro situado
em Luanda, Angola.
Hotel O Palácio da Cidade Perdida, África do Sul.
A África possui muitas riquezas, mas é um continente que foi muito explorado e ainda hoje milhares de pessoas passam por extrema pobreza. Pensando na economia e em sustentabilidade, Peter Rich foi o ganhador de vários prêmios pela arquitetura na construção do Centro de Interpretação de Mapungubwe. Este é um centro cultural situado na África do Sul, é um edifício de muito baixo custo e recorre a uma estética ancestral.
Centro de Interpretação de Mapungubwe
Levando em consideração esses aspectos, é possível notar que a arquitetura reflete as diversas culturas presentes na África, mostrando cada economia, espiritualidade e o contexto histórico.
FONTES:
http://www.ihgrgs.org.br/artigos/Gunter_Brasil_Africa.htm
http://3bsetorleste.wordpress.com/2012/04/08/arquitetura-na-africa/
http://africa-ufmt.zip.net/arch2008-07-13_2008-07-19.html
http://crv.educacao.mg.gov.br/aveonline40/banco_objetos_crv/%7B27EFD6C8-F212-49C0-A553-D3300B420372%7D_mod_01.pdf
http://curiosidadeseculturas.blogspot.com.br/2010/09/tribus-e-povos-africanos.html
http://www.suapesquisa.com/afric/
http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/14/1308185752_ARQUIVO_herancadaarquiteturaafricana.pdf
Full transcript