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ESTADO E ECONOMIA NO BRASIL: OPÇÕES DE DESENVOLVIMENTO

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on 8 August 2014

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Transcript of ESTADO E ECONOMIA NO BRASIL: OPÇÕES DE DESENVOLVIMENTO

Principais interpretações.
O golpe de 1930 e o caráter do novo Estado.
Disciplina e submissão das forças produtivas, em particular a força de trabalho;
Reverso da medalha,  preservação do caráter conservador do sistema político. 


Ideologia de Estado,  arcabouço para a legitimação do projeto de nação que se construía para neutralizar tensões
ESTADO INVESTIDOR
A INDUSTRIALIZAÇÃO RESTRINGIDA.
São quatro as principais interpretações que sintetizam a polêmica a respeito do golpe de outubro e das forças sociais que o promoveram.

movimento de 30 como um movimento de classe média;
os que atribuem à ascensão da burguesia industrial ao poder político;
explicam 1930 como resultante da atuação conjunta das oligarquias agrárias produtoras para o mercado interno associados aos militares;
valorização dos agentes diretos que realizaram movimento, pretendem apreender seu sentido geral avaliando os beneficiários do novo direcionamento dado pelo Estado aos rumos da economia.
Revisão crítica de tais posições – novas análises ao longo dos anos 70;

Cisão política entre as próprias oligarquias agrárias dominantes na República Velha;

Bloco Operário e Camponês organizado pelo Partido Comunista;

Empresariado industrial.
Fim do período "Café com Leite";

Crise interna e externa;

Movimentos como tenentismo e as cisões oligárquias resultam no movimento de 30;

Estado com caráter centralizador e responsável pela economia ;
Empresas estatais - Chesf decreto de Getúlio;
O Estado constrói a base para a produção;
Empréstimo do sistema bancário oficial;
Incentivos isolados, metalurgia,  cimento. 
As duas perspectivas da reorientação político-econômica do Novo Estado no pós-30;

Industrialização restringida e a dependência em relação ao setor agrário-exportador

As intervenções do Estado na agricultura dos gêneros alimentícios.
Sonia Regina de Mendonça
ESTADO E ECONOMIA NO BRASIL: OPÇÕES DE DESENVOLVIMENTO.
Sonia Mendonça e Nilton de Almeida na I Semana de Ciências Sociais da UNIVASF, 2012.
http://4.bp.blogspot.com/-2fcA_ai7ovY/U73HDvxK1PI/AAAAAAAAAHQ/5GUQM4hSuX0/s1600/DSCF0852.JPG
RESUMO
No capítulo
Estado e Economia no Período 1930-1955
Sonia Mendonça trata da interferência do Estado no desenvolvimento do capitalismo no Brasil. A príncipio, a autora discorre sobre algumas interpretações da historiografia acerca do caráter do golpe e quem o promoveu. Em seguida passa a avaliar o papel do Estado na Economia pós-30, ora conservador, ora modernizador. Fica em evidência os esforços do Estado brasileiro para proporcionar a acumulação de capital privado. A autora também analisa a conjuntura que a lesgislação sindical e trabalhista foi constituída, além do interesse de se construir a categoria "nação".
Palavras-chave:
Estado-Economia; Capitalismo; Legislatura sindical.
“Na primeira das vertentes citadas encontram – se autores consagrados como por exemplo Virgílio Santa Rosa. Estes, ao atribuírem ao tenentismo da década de 1920 o papel de porta – voz legítimo das reivindicações dos setores médios marginalizados do jogo político, e constatando sua participação ativa no golpe, avaliam a nova ordem instaurada como aquela adequada tanto ao crescimento urbano – industrial do país quanto à emergência do povo no cenário político.” (p. 17)

"Já os autores da segunda posição interpretam a 'revolução' de 30 como a verdadeira revolução burguesa brasileira, entendendo – a como a ascensão da burguesia industrial ao aparelho de Estado. Em consequência dessa 'tomada do poder', seria efetivamente implantada a industrialização no país, único meio capaz de superar o dilema ou impasse criado pela coexistência dos setores arcaico (a agroexportação, identificada ao feudalismo) e moderno (o pólo urbano – industrial, capitalista) na sociedade brasileira.” (p. 17)
O Estado Bandeirante do  Capitalismo
Papel do Estado criar as bases para acumulação capitalista industrial.

O Estado como amortecedor da luta de classes;
Salário mínimo em nível biológico;
Manipulação na composição do SM;
Nivelamento por baixo;
Exército de reserva - acumulação e lucro.
ESTRUTURA SINDICAL
Verticalização e hierarquia;
Representação única por categoria;
Aparelhamento do sindicato pelo Estado;
Controle dos trabalhadores e lideranças.
COLABORAÇÃO DE CLASSES
Sindicalismo corporativista e autoritário;
Faca de um só gume;
Atores do Mercado: Estado e Capital;
Imposto sindical - tutela do Estado.
ESTADO INTERVENCIONISTA E TRANSFORMADOR

Surto industrial - quantitativo e qualitativo;
Indústria de base dobra a capacidade;
Estado modernizante, facilitador da indústria.
Centralização da vida política e econômica nas mãos do Estado intervencionista. 
NAÇÃO E NACIONALISMO: UMA DISCUSSÃO
Os conflitos e a reconstrução das economias centrais causada pela crise de 1929 e a II Grande Guerra;

Centro-"Periferia". Centro-Centro;

Divisão internacional do trabalho e os países de Terceiro mundo;

Opção e/ou circuntâncias: Brasil e as brechas do fenônemo do "policentrismo";

Nacionalismo - construção da categoria de nação e independência econômica - apropriação ideológica;

O controle trabalhadora como consenso para concretização do projeto ideológico do Estado Novo.
O golpe de 1930 e o caráter do novo Estado.
Sonia Regina de Mendonça obteve sua graduação ( 1973) e mestrado (1977) em História
pela Universidade Federal Fluminense, e concluiu o doutorado em História Econômica
pela Universidade de São Paulo em 1990. Atualmente é Docente Aposentada da UFF,
contando com credenciamento junto ao Programa de Pós-Graduação em História da UFF.
Atua na área de História, com ênfase em História Política do Brasil República,
além de História da Agricultura Brasileira no Século XX.

<http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4727637H1 >
Obrigado!
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