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Processos Relacionais e Comportamento Profissional

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Marta Daniel

on 20 May 2014

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Processos Relacionais
e
Comportamento Profissional

1.3 Identidade pessoal positiva
Uma pessoa com elevado autoconceito e elevada autoestima tem mais confiança em si própria e acredita nas suas competências, o que reflete no seu desempenho profissional, nos resultados das tarefas que realiza.

É a aquisição de comportamentos de competências adequados nas diferentes dimensões da vida que promove o desenvolvimento e a manutenção de uma identidade positiva.

Constata-se que a confiança em si próprios promove um desempenho profissional mais positivo e uma maior rentabilidade.

A Perceção dos “Outros”
Componentes das atitudes
-Componente cognitiva – conjunto de ideias, informações e crenças que se têm sobre um dado objeto social.

-Componente afetiva – conjunto de valores, sentimentos e emoções, positivas ou negativas, relativamente ao objeto social.

-Componente comportamental – conjunto de reações, de respostas face ao objeto social. Esta disposição para agir de determinada maneira depende das crenças e dos valores que se têm relativamente ao objeto social.

Formação e mudança das atitudes
As atitudes são aprendidas no processo de socialização, no meio social onde a pessoa está inserida. São vários os agentes sociais responsáveis pela formação das atitudes: os pais e a família, a escola, o grupo de pares e os meios de comunicação social.

1.2 A Autoestima…
…consiste na apreciação que cada um faz de si próprio, como se avalia nos diferentes aspetos do “eu“. Remete, assim, para um sentimento de valor ligando-se nitidamente com os aspetos emocionais da pessoa.

O nível de autoestima depende do modo como a pessoa integra as dimensões do eu e do valor que atribui a cada uma delas, por isso diz-se que a autoestima nem sempre é a mesma, apresentando altos e baixos.

A Perceção do “eu”
1.1 O autoconceito…

…é a perceção que cada um tem de si próprio, isto é, o autoconhecimento acerca das suas capacidades, competências, aparência física e aceitação social.

… corresponde à resposta à pergunta “Quem sou eu?”

A formação do autoconceito acompanha o desenvolvimento do indivíduo.

O que cada um pensa de si mesmo e o que cada um conhece sobre si próprio varia ao longo do tempo.

Autoconceito valorizado e desvalorizado
Um autoconceito valorizado refletirá na forma como se desenvolvem as relações com os outros. Algumas pessoas como os professores, são significativas no processo de desenvolvimento, porque afetam positiva ou negativamente o autoconceito.

Um autoconceito desvalorizado influencia o modo como o sujeito encara o mundo e as situações, o que afeta a forma como se comporta.

A conclusão que se tira é que o conceito que cada um tem de si próprio e a imagem que cada um elabora sobre si, resulta em grande medida do tipo de relações que mantém com os outros.

2.1 As atitudes…
… são uma tendência para responder a um objeto social – situação, pessoa, acontecimento – de modo favorável ou desfavorável. A atitude não é, portanto, um comportamento mas uma predisposição, uma tendência relativamente estável para uma pessoa se comportar de determinada maneira.
… não são diretamente observáveis: inferem-se dos comportamentos. Também é possível, a partir de um comportamento, inferir a atitude que esteve na sua origem.
2.2 Impressões
Processo pela qual se organiza a informação acerca de outra pessoa de modo a integrá-la numa categoria significativa.
Impressão e Categorização
No processo de categorização, reagrupamos os objetos, as pessoas, as situações em diferentes classes a partir do que consideramos serem as suas diferenças e semelhanças. É portanto subjacente à impressão.

A categorização inerente à formação das impressões orienta o nosso comportamento ao permitir-nos definir o lugar dos outros na sociedade e, por referência, o nosso próprio lugar.

2.3 Estereótipos
É um conjunto de crenças que dá uma imagem simplificada das caraterísticas de um grupo ou membros de um grupo.
Estereótipos e categorização
Usamos categorias sociais como estudantes, socialistas, brancos, negros, desportistas, jovens, liberais porque nos são úteis.

Na base dos estereótipos está também um processo de categorização: colocamos os indivíduos que nos rodeiam em “gavetas”, o que nos permite, de uma forma rápida e económica, orientarmo-nos na vida social.

As funções dos estereótipos
Os estereótipos, que existem em todas as sociedades, têm uma função de simplificação que facilita a interpretação do mundo social em que se está integrado, definindo o que está bem e o que está mal, o que é justo e o que é injusto.
2.4 Preconceitos
É uma atitude que se distingue do estereótipo porque não se limita a atribuir caraterísticas a um determinado grupo ou pessoa.

É uma atitude que envolve um pré-juízo, um pré-julgamento, na maior parte das vezes negativo, relativamente a pessoas ou grupos sociais. Os preconceitos, tal como os estereótipos aprendem-se no processo de socialização nos grupos a que pertence como a família, grupos de pares e também nos meios de comunicação social.

O preconceito pode refletir-se num comportamento mais ativo concretizando atos de discriminação, como, por exemplo, a recusa de asilo político, a repatriação efetiva das pessoas.
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