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APARELHO FARÍNGEO E MALFORMAÇÕES

Trabalho para a disciplina de Embriologia da UFCSPA, referente ao Aparelho faríngeo e suas malformações. Ênfase nas fissuras lábiopalatinas. Conta com depoimento do Cirurgião Plástico Dr. Milton de Oliveira.
by

Bruna Bittencourt

on 8 May 2013

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Transcript of APARELHO FARÍNGEO E MALFORMAÇÕES

APARELHO FARÍNGEO Cabeça
e
Pescoço Constituído por Sulcos
Faríngeos Arcos Bolsas Faríngeas Membranas
Faríngeas O desenvolvimento da língua, face, lábios, mandíbula e maxila, palato, faringe e pescoço envolvem a TRANSFORMAÇÃO do aparelho faríngeo nas estruturas adultas - Sustentam as paredes laterais da faringe primitiva.

- A boca primitiva (estomodeu) está separada da cavidade da faringe pela membrana bucofaríngea (composta por ectoderma e endoderma).

- A membrana se rompe na 4ª semana.

- Faringe e intestino anterior passam a se comunicar com a cavidade amniótica Formação no início da 4ª semana Células da CRISTA NEURAL migram para a futura região da cabeça e do pescoço.

Formam cartilagens, ossos e ligamentos das regiões oral e facial Cada arco é constituído por um EIXO DE MESÊNQUIMA Externamente: Ectoderma

Internamente: Endoderma Os 6 ARCOS FARÍNGEOS são separados

Externamente por
Internamente por BOLSAS FARÍNGEAS SULCOS FARÍNGEOS Ao FINAL da 4ª semana QUATRO pares de arcos são visíveis O 5º e 6º arcos são rudimentares e não são visíveis na superfície do embrião. Onde o endoderma de uma bolsa entra em contato com o ectoderma de um sulco forma: MEMBRANA FARÍNGEA Faríngeos ARCO AÓRTICO BASTÃO
CARTILAGINOSO COMPONENTE MUSCULAR NERVO ARCO FARÍNGEO TÍPICO Artéria que corre em torno da faringe para entrar na aorta dorsal Esqueleto do arco Derivados do neuroectoderma do encéfalo primitivo Existem 4 pares de bolsas BEM DEFINIDOS Desenvolvem-se ENTRE
os arcos faríngeos O revestimento epitelial endodérmico das bolsas dá origem a O 5º par é ausente ou rudimentar ÓRGÃOS IMPORTANTES da cabeça e do pescoço O endoderma das bolsas faríngeas entra em contato com o ectoderma dos e juntos formam as MEMBRANAS FARÍNGEAS SULCOS FARÍNGEOS Durante a 4ª e 5ª semana, as regiões da cabeça e pescoço apresentam QUATRO SULCOS de cada lado que separam os arcos externamente. 4 SULCOS FARÍNGEOS Separam os arcos faríngeos externamente Os sulcos faríngeos desaparecem, exceto o 1º par Demais sulcos ficam no SEIO CERVICAL e são obliterados com o seio durante o desenvolvimento do pescoço no final da 7ª semana, dando ao pescoço um contorno liso. Apenas o


contribui para formação de estruturas ADULTAS 1º PAR MEATO ACÚSTICO EXTERNO Aparecem nos ASSOALHOS dos sulcos

Encontro de ectoderma de um sulco e endoderma de uma bolsa

As membranas faríngeas também desaparecem

Apenas contribui para a formação de estruturas ADULTAS 1 PAR 1ª membrana faríngea + camada interposta de mesênquima = MEMBRANA TIMPÂNICA DESENVOLVIMENTO DE ESTRUTURAS TIREOIDE GLÂNDULAS
SALIVARES FACE PALATO LINGUA 24º DIA 7ª semana 11ª semana Final do 3º mês 1ª GLÂNDULA ENDÓCRINA
A SE DESENVOLVER Espessamento endodérmico no assoalho da faringe

Saliência

Primórdio da tireóide

Com crescimento do embrião e da língua, tireóide em desenvolvimento desce pelo pescoço Tireoide fica conectada à lingua, por um tempo, pelo ducto tireoglosso - que persiste como forame cego. Assume sua forma definitiva e geralmente já atingiu sua localização final (a frente da traquéia) Começam a aparecer os folículos tireoideanos (células folículares que produzem COLOIDE, fonte de T3 e T4) Já podem ser demonstradas a concentração de iodo e a síntese de hormônios tireoideanos TORNA-SE FUNCIONAL Brotos epiteliais maciços na cavidade oral primitiva BROTOS ECTODÉRMICOS BROTOS ENDODÉRMICOS Parótidas secreções na 18ª semana Submandibulares Ácinos se formam com 12 semanas e as secreções iniciam na 16ªsemana Sublinguais Brotos endodérmicos no sulco paralingual, que se ramificam e canalizam para formar 10 a 12 ductos que se abrem no assoalho da boca início da 6ª semana fim da 6ª semana 8ª semana Brotos endodérmicos no soalho
do estomodeu O tecido conjuntivo das glândulas deriva de células da crista neural Desenvolvimento entre a 4ª e a 8ª semana, em torno do estomodeu primitivo Depende da influência INDUTORA dos centros organizadores do prosencéfalo e do rombencéfalo Mandíbula e lábio inferior são as primeiras partes da face a serem formadas
Os 5 primórdios da face aparecem como saliências em torno do estomodeu 5ª e 6ª semana Envolvidos com a formação da face As saliências são centros de CRESCIMENTO ativo do mesênquima O mesênquima dos arcos faríngeos forma o tecido conjuntivo e os vasos da língua

Os músculos derivam dos mioblastos.

O nervo hipoglosso (NC XII) acompanha os mioblastos durante sua migração e inerva os músculos da língua No final da 4ª semana, surge no assoalho da faringe primitiva uma elevação - o BROTO LINGUAL MEDIANO. PALATO
PRIMÁRIO Ínicio do desenvolvimento no FINAL da 5ª semana, mas não é completado antes da 12ª.
O período crítico vai do final da 6ª semana até o início da 9ª semana. DESENVOLVE-SE A PARTIR DE DOIS PRIMÓRDIOS PALATO SECUNDÁRIO Início do desenvolvimento na 6ª semana, a partir da porção profunda do SEGMENTO INTERMAXILAR DA MAXILA Parte pré-maxilar da maxila e gengiva associada Parte central do lábio superior Palato primário triangular Representa uma pequena parte do palato duro no adulto Primórdio das partes DURAS e MOLES do palato Começa a desenvolver-se no início da 6ª semana a partir dos processos palatinos laterais

Durante a 7ª e 8ª semana eles se fundem

Há também a fusão deste com o palato primário (na porção anterior) e com o septo nasal ANOMALIAS As anomalias resultam do mal desenvolvimento do tecido da crista neural que dá origem aos primórdios do esqueleto e do tecido conjuntivo da face SER DEFICIENTES EM NÚMERO NÃO COMPLETAR SUA MIGRAÇÃO PARA A FACE TER UMA CAPACIDADE INDUTORA DEFICIENTE As células da crista neural podem: Fendas labiais e palatinas Forma músculos da cabeça e do pescoço Esta é a 1ª indicação do desenvolvimento da língua Os brotos resultam da proliferação do mesênquima do 1º par de arcos faríngeos A formação do terço posterior, ou parte faríngea, é indicada por duas elevações:


CÓPULA - derivada do 2º par de arcos faríngeos


EMINÊNCIA HIPOBRANQUIAL (saliência hipofaríngea) - derivada do 3º e 4º par de arcos faríngeos Abertura no lábio que pode se estender até o palato ou céu da boca. CLASSIFICAÇÃO Fatores genéticos x Fatores ambientais As fissuras ocorrem devido a erro na formação do lábio e palato durante a gestação.
As várias partes do lábio e palato devem crescer e se juntar na ordem certa. Caso contrário, ocorre a fissura. Deficiência nutricional
Desnutrição na gestação
Radiação
Algumas substâncias químicas (organofosforados)
Álcool
Tabagismo
Remédios fortes (anticonvulsivantes)
Fatores genéticos
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