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ESCOLA DE FRANKFURT:

TEORIA CRÍTICA (I), SOCIEDADE DE MASSA, CULTURA DE MASSA
by

Ana Carolina Costa dos Anjos

on 24 August 2017

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Transcript of ESCOLA DE FRANKFURT:

Contexto
Percepção
Teoria
Indústria Cultural
Cultura de Massa
Indústria Cultural
Consumo
.
.
Precedentes da Escola de Frankfurt

-
Marxistas

Compreendem que a história NÃO é obra da própria
Razão
, mas determinada ou condicionada pelos fatores socioeconômicos e políticos.

-
Razão e duas modalidades:

Instrumental – está serviço da exploração e da dominação;
Crítica – força libertadora
Kant e Hegel (Crítica da razão/ Idealismo alemão);

Marx e Engels (Materialismo histórico-dialético);

Nietzsche (Niilismo);

Heidegger (existencialismo) ;

Husserl (fenomenologia)

A produção filosófica germânica permaneceu viva no Ocidente, de 1850 a 1950.
Entretanto, depois das duas Guerras Mundiais a perspectiva filosófica alemã é 'substituída'
TEORIA
C
R
Í
T
I
C
A

X
TEORIA TRADICIONAL
REDES SOCIAIS
Social
SOCIAL
SEO
CMS
Não é cultura de Massa
ESCOLA DE FRANKFURT:

- TEORIA CRÍTICA -
SOCIEDADE DE COMUNICAÇÃO DE MASSA

Escola de Frankfurt
INDÚSTRIA CULTURAL
Cultura imposta às massas, produzidas em larga escala, homenageadora e acrítica
.
Se por um lado a Teoria Tradicional compreende os fatos sociais como irredutíveis, por outro, Horkheimer afirma que, os fatos sociais precedem a uma formação social de dois modos:
caráter histórico de
objeto percebido
e outro caráter histórico do
órgão que percebe
. [método]
A exploração econômica da cultura, formação de consciência, domesticação do imaginário surgiram para evitar
crises
desse mesmo sistema de sujeição e desigualdade. Assim,
orienta-se a humanidade ao consumo estético massificado.

DIALÉTICA DO ESCLARECIMENTO E INDÚSTRIA CULTURAL
Dialética do Esclarecimento (1947)

Dissolução das fronteiras entre

Ancorados pelos Meios de Comunicação de Massa
Adapta os produtos ao consumo das massas

Determina o consumo
(construção do gosto)
I
mpede a formação de indivíduos autônomos;


Domesticação do imaginário;

Ócio e a mecanização do indivíduo = lazer e a prolongação do trabalho
Profª. Ma. Carol dos Anjos


ADORNO, Theodor W., HORKHEIMER, Max. A indústria Cultural: O esclarecimento como mistificação das massas. In: ______; ______.Dialética do esclarecimento:fragmentos filosóficos. Tradução Guido Antonio de Almeida. 10. Ed., Rio de Janeiro: Zahar, 2006.

BARBOSA, M.. O Modelo Crítico I: os estudos de Adorno, Horkheimer e Benjamin. In: PENA, F (org.).
1000 Perguntas:
Teoria da Comunicação - conceitos, mídias e profissões. Rio de Janeiro: Ed. Rio, 2005.

MATTELART; A MATTELART, M.
História das Teorias da Comunicação
. Trad. Luiz Paulo Rouanet, 4. Ed., São Paulo: Loyola, 2001.


WOLF, Mauro.
Teorias das Comunicações de Massa.
Tradução Karina Jannini. São Paulo: Martins Fontes, 2003. (Coleção Leitura Crítica).

- Ideias Iluministas
- Sociedade Livre X Novas Sujeições
"Sob o poder do monopólio, toda cultura de massas é idêntica, e seu esqueleto, a ossatura conceitual fabricada por aquele, começa a delinear. Os dirigentes não estão mais sequer muito interessados em encobri-lo, seu poder se fortalece quanto mais brutalmente ele se confessa de público. [...] O que não se diz é que o terreno no qual a técnica conquista seu poder sobre a sociedade é o poder que os economicamente mais fortes exercem sobre a sociedade. A racionalidade técnica hoje é a racionalidade da própria dominação. Ela é o caráter compulsivo da sociedade alienada de si mesma”
(ADORNO; HORKHEIMER, 2006, p. 114).
O capital econômico é o ponto de partida e mantenedor da coesão desta
urdidura.
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