Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Rebeliões Coloniais Brasileiras

No description
by

Marcus Vinícius Leite

on 28 September 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Rebeliões Coloniais Brasileiras

Palmares
Contestações ao Sistema Colonial
Ocorrem com reação ao rigor da Coroa e a sua nova política colonial (círculo de ferro da opressão...).
Protestos:

1) Excessos no regime de monopólio
2) Guerra entre senhores e escravos
3) Conflito entre senhores de engenho e comerciantes.
4) Rebelião contra a opressão fiscal
A Guerra dos Mascates
Conflito: senhores de engenho x comerciantes
Mascate: termo pejorativo
Disputa de poder entre os dois grupos, tendo como pano de fundo a autonomia de Recife diante de Olinda, que era de interesse dos comerciantes.
1709: obtém da Coroa a autorização de fundarem sua Câmara Municipal, o que gera uma guerra movida pelos senhores.
Rancores: Insurreição Pernambucana e dívidas dos senhores com comerciantes.
A situação só se resolveu com o envio de novo representante da Coroa e tropas.
Vitória do capital mercantil diante da atividade produtiva.
A Conjuração Mineira
Contexto:
Queda significativa na produção aurífera.
Impostos: continuavam altos, com a cota das 100 arrobas e possibilidade de derrama.
1789: 3 anos sem atingir as 100 arrobas (538 arrobas de dívida). Novo governador, o Visconde de Barbacena, com ordens de decretar a derrama.
Alto custo de vida nas Minas.
Alvará de 1785: elimina parte do dinamismo econômico da região.
Elite letrada e parte dela endividada com a Coroa. Corriam sérios riscos em caso de derrama.
Dezembro de 1788: início da conspiração. 6 conjurados, dentre eles, o alferes Tiradentes.
Planos dos Conspiradores
Após reuniões em segredo, teriam sido definidos alguns planos, como:
Iniciar a revolta no dia da derrama, aproveitando-se da insatisfação popular.
Criação de: uma república, com capital em S.J. Del Rey.
Criação de uma casa da moeda e fábrica de pólvora.
Fundação de uma universidade em Vila Rica
Perdão das dívidas existentes com a Coroa.
Escravidão: sem consenso entre os conspiradores.

Conspiradores: membros do clero, militares, altos funcionários públicos (Cláudio Manoel e Tomás Gonzaga), mineradores e outros.

14.03.1889: o governador adia a derrama
15.03.1889: traição por parte de um conjurado.
Rebeliões no Brasil Colonial
Em outro momento as revoltas se deram contra o domínio português,, propondo a separação definitiva de Portugal.
A Revolta de Beckman - Situação dos Colonos, Dificuldades:

Obtenção de escravos e gêneros metropolitanos.
Cia de Comércio do Estado do Maranhão, 1682: monopólio comercial na região.
Resultado: preços arbitrários impostos pela Cia.
1684: eclodiu a revolta, liderada por um senhor de engenho, um cristão-novo, Manuel Beckman.
Desejo: extinção da Cia de Comércio do Maranhão e relação comercial mais justa.
Ações: depuseram o governador, invadiram armazéns da Cia e expulsaram os jesuítas, já que estes últimos dificultavam a escravização indígena.
Repressão: envio de novo governador e prisão dos revoltosos. Beckman foi enforcado.
A Cia de Comércio foi extinta posteriormente.
.
.......
Dupla exploração colonial: o senhor explorava o escravo, sendo porém, explorado pela Coroa.
Reações escravas: fugas, suicídios, assassinatos, sabotagens, abortos e qualquer outra negação do sistema.
Fuga e organização de quilombos: meio mais eficiente.
Palmares: originado em 1630 e formado por mocambos, unidades menores e dispersas.
Cada mocambo, um chefe. Chefe geral, o zumbi.
1675: 20 a 30 mil membros.
Trabalho: agrícola, com relações comerciais.
Relações sociais: ainda sob pesquisa, mas alguns mitos estão sendo desfeitos, como o da igualdade social.
O quilombo foi destruído após a ação de bandeirantes, financiados pelos senhores de engenho.
"É uma mistificação dizer que havia igualdade em Palmares", afirma o historiador Ronaldo Vainfas, professor da Universidade Federal Fluminense e autor do Dicionário do Brasil Colonial. "Zumbi e os grandes generais do quilombo lutavam contra a escravidão de si próprios, mas também possuíam escravos", ele completa. Não faz muito sentido falar em igualdade e liberdade numa sociedade do século XVII porque, nessa época, esses conceitos não estavam consolidados entre os europeus. Nas culturas africanas, eram impensáveis.
Matéria publicada em 2008, revista Veja
http://veja.abril.com.br/191108/p_108.shtml
Vila Rica, palco de duas revoltas:

Revolta de Filipe dos Santos: contra as casas de Fundição e impostos abusivos.
Conjuração Mineira
Recentemente, as estatísticas sobre a produção de ouro no Brasil ganharam uma nova fonte: os “manifestos do 1% do ouro” na Casa da Moeda de Lisboa, cujos dados foram arduamente levantados pela historiadora portuguesa Rita de Sousa Martins, da Universidade Técnica de Lisboa (veja artigo na página 22). Os manifestos registram, para o período entre 1753 e 1801, um total de 279.838,29 quilos de ouro na Casa da Moeda de Lisboa. Aproximadamente 94% dessas quase 280 toneladas vinham de Minas Gerais (o restante, de Goiás, Mato Grosso e Bahia). No século XIX, a produção já minguava: entre 1801 e 1807, não passou de 14,5 toneladas, e dali em diante só fez decair.

Arrendondando essas diferentes contas, pode-se afirmar que em todo o século XVIII o Brasil mandou para Portugal cerca de 800 toneladas de ouro. Imagine uma manada de cem elefantes de ouro maciço. Foi isso. Sem contar o que circulou de forma ilegal e o que ficou na Colônia, ornando suntuosas igrejas.

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/as-toneladas
A Repressão

Maio/1789: prisões
Tiradentes preso no RJ.
Um conjurado foi morto em Ouro Preto, suicídio?
18/04/1792: leitura das sentenças:
1) 11 condenados à morte.
2) Outras penas: degredo, perpétua, açoite ou confisco dos bens.
10 penas de morte foram convertidas em degredo.
1 conjurado, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, teve a pena de morte executada.
Tiradentes foi também esquartejado e exposto publicamente.
Curiosidade: desaparecimento da cabeça do conjurado.
Símbolos mineiros: ligados à Conjuração.
A Revolta de Filipe dos Santos
Vila Rica, 1720
Contexto: crescentes tributos cobrados na Região das Minas e instalação das casas de fundição.
Invasão de Vila Rica por mais de dois mil mineiros.
Com a chegada de tropas, o conde de Assumar (governador), inicia a repressão.
O tropeiro Filipe dos Santos, um dos líderes do movimento, foi enforcado e esquartejado pela Coroa.
Minas e São Paulo tornaram-se capitanias separadas após o movimento.
Full transcript