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Educação Infantil

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Sandra Lamb

on 5 March 2017

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Transcript of Educação Infantil

E educação infantil...
Colégio São João
Sandra Lamb
Motricidade
5,6 anos: copia quadrado, desenha pessoa (6 partes).
1,3 anos: rabisca espontaneamente, bate em uma xícara ou copo, abaixa-se e levanta-se, anda bem.
4 anos: pula num pé só, copia cruz, desenha pessoa (3 partes), pode fazer letras espelhadas.
1,5 anos: retira objeto pequeno de recipiente, usa colher, monta torre de 2 cubos.
1,6 anos: corre, caminha para trás e para os lados, faz encaixes simples, rola bola, arremessa bola.
2 anos: inicia torre de 6 cubos e encaixes simples. Arremessa bola, monta torre de 6 cubos, pula, sobe escadas, desfralde.
1,8 anos: monta torre de 4 cubos, sobe escadas.
2,8 anos: monta torre de 8 cubos.
1,10 anos: retira uma roupa, alimenta uma boneca, chuta bola.
3 anos: salta, começa a se equilibrar em um pé só (1'), imita uma linha vertical, começa a se vestir sozinha.
5 anos: define lateralidade, marcha de ponta de calcanhar, interesse por jogos de luta e perseguições (pega-pega), copia letras e números.
3,6 anos: equilíbrio em um só pé, copia círculo, imitação de escrita cursiva.
Comportamento
É aquilo que a pessoa faz e diz; independente de qualquer diagnóstico que possa ter.

Tem duração, frequencia e intensidade.

Pode ser modificado pelas consequencias.
Condicionamento operante
Antecedente - Comportamento - Consequencia

O antecedente é aquilo que acontece logo antes do comportamento. O comportamento é
a resposta ao antecedente e a conseqüência é o que ocorre logo depois do comportamento.

Isso é conhecido como os ABC´s do Behaviorismo.
Análise do comportamento
Diminuir e eliminar o comportamento indesejável!
Ampliar os comportamentos desejáveis.
Qual é mesmo o objetivo?
Primeiro: descobrir reforçadores!
Para reforçar é preciso descobrir o que é poderoso o suficiente para causar o comportamento desejado e ele acontecer de novo.
Quando as conseqüências são positivas são chamadas de Reforçadoras, porque tendem a reforçar o comportamento que seguem. Quando conseqüências são negativas, são chamadas de punição.
Reforçador Positivo (SR+): adição de alguma coisa que resulta no fortalecimento do comportamento.

Reforçador Negativo (SR–) é a remoção de alguma coisa desagradável que resulta no fortalecimento de um comportamento.

Por exemplo: chamar o aluno para atendimento com outro colega e fazer um convite; ele vai. (Reforçador positivo). Chamar o aluno com outra criança e a monitora, ele não vai. Monitora fica com ele na biblioteca. (Reforçador negativo).
Punição quer dizer qualquer coisa que tende a enfraquecer o comportamento que segue. Não significa ferir.

Por exemplo, o aluno bateu no colega e foi para sala da direção ou coordenação assinar advertência. Ele já fez isso várias vezes e o comportamento não mudou. Não é punição.
Perder a aula de música e ele quer muito ir. Comporta-se de maneira adequada e vai para a aula. Esta punição funcionou.
a) Comportamento de busca de atenção.
b) Comportamento de fuga de demanda.
Funções do comportamento
Aproximar-se sempre que possível,
em diferentes momentos.
Criar conexão! Ser o próprio reforçador positivo.
Estar próximo, dar atenção nos momentos em que o aluno está bem.
Encontrar motivos
para elogiar.
Criar comunicação no
momento de empatia.
Conectar-se – abaixar-se, contato visual
(não contolador).
Ao invés de pedir atenção, dizer o que precisa – Preciso dos seus olhos, dos seus ouvidos... FOCO.
Quando o aluno falar, dar atenção.
Antes de emitir uma ordem ou instrução, mencionar o nome do aluno ou como você costuma chamar ele.
Ser breve,
sem discursos...
Só falar e dar a ordem que você
é capaz de cumprir, de manter.
Se necessário, no momento de indicar o que o aluno deve fazer, tocar nele ou até segurar em suas mãos.
Perguntar para ele repetir.
Ter uma variedade
de reforçadores.
Usar o reforçador logo
após a ordem direta.
Dar a ordem em forma de pedido de apoio, de ajuda.
Tornar o trabalho algo prazeroso.
Ter nas fichas ou no tapete, na mesa, algo de que ele goste muito.
Dar o reforçador IMEDIATAMENTE após o comportamento desejável acontecer.
No caso das dificuldades de comunicação, utilizar a comunicação alternativa.
Manter entonação
de voz firme e calma.
Nos casos de diagnósticos,
conversar com a turma a respeito.
Observar se o comportamento do aluno é uma reação ao comportamento de alguns colegas
(falta de compreensão de brincadeiras, bullying).
Sempre que possível, antecipar a sua ação em relação ao comportamento indesejável.
Sempre que possível, dar extinção
ao comportamento indesejável.
Ao apresentar um comportamento desejável, dar o elogio com sinceridade, felicidade e de maneira objetiva.
Com adolescentes, ao conversar, perguntar sobre suas intenções, objetivos de futuro. Perguntar para promover reflexão sobre como se comporta para alcançar estes objetivos.
Ensinar o aluno a se expressar de maneira apropriada.
Procurar colocar comportamentos estimulatórios sob seu controle. Redirecionar o comportamento.
Ensinar o aluno a obter a atenção adequada.
Dar atenção quando o comportamento for adequado e reforçar isso.
Dar dicas...
Dicas de respostas (verbal, gestual, de modelação e física).
Dicas de reforçadores.
Proporcionar aprendizagem
sem erros.
No caso de alunos em terapia, conversar com a profissional sobre
autocontrole, resolução de problemas e desenvolvimento de habilidades sociais. Compartilhar!
Observar as disfunções sensoriais.
Minimizar quando possível ou iniciar a dessensibilização.
Usar de aplicativos comportamentais
(Ex. Monsta Points, ClassDojo...).
Tabelas de recompensa.
Processo que usamos para ajudar a modificar ou trocar um comportamento que é indesejável, ou para reforçar um comportamento desejável.
Seus princípios foram descobertos e descritos por Burrhus Frederic Skinner.
"A coisa mais importante a se entender é:

Um comportamento seguido de um estímulo reforçador resulta em um aumento da probabilidade daquele
comportamento se repetir no futuro."
Terapia
Cognitivo
Comportamental.
Mas como é isso na sala
e na escola?
Acreditar no aluno.
Tentar mais de uma vez. Persistir. Inovar.
Compartilhar com todos o que funcionou.
“Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amor à vida dos seres humanos. (…) Deixaria para você, se pudesse, o respeito, aquilo que é indispensável: além do pão, o trabalho e a ação. E quando tudo mais faltasse, para você eu deixaria, se pudesse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta, a força para encontrar a saída.”
(Gandhi)
Vídeo
3 meses: levanta a cabeça/queixo, acompanha objetos com os olhos, segura objetos colcados em sua mão e bate em objetos ao seu alcance.
4 meses: segura um chocalho, sustenta a cabeça, leva objetos à boca.
5 meses: vira o corpo, senta-se com auxílio, movimenta-se sobre mãos e joelhos, mantém cabeça ereta quando sentada, alcança, segura e arremessa objetos, sustenta seu peso na perna.
7 meses: pega objeto pequeno, transfere objeto de uma mão para outra, senta sem apoio, segura 2 objetos.
9 meses: senta sem ajuda, engatinha e começa a dar passinhos para caminhar, transfere objetos de uma mão para outra.
10 meses: faz movimento de pinça com o polegar, bate dois objetos na mão, bate palmas, dá tchau, fica de pé com auxílio.
1 ano: joga bola, fica de pé sozinha, imita a ação de uma pessoa.
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