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Geografia Brasil: Região Amazônica

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Eduardo Calestini

on 10 March 2016

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Transcript of Geografia Brasil: Região Amazônica

1º Eixo: 1960 - Belém - Brasília (anos mais tarde devido a Serra de Carajás e ferrovia EF Carajás - Itaqui, bem como a usina de Tucuruí - extensão até São Luís, MA)
2º Eixo: 1970 - Cuiabá-Santarém e Brasília-Acre - áreas de desfloramento e expansão da fronteira agrícola e a criação da zona franca de Manaus
3º Eixo - Construção da BR 174 (Manaus-Boa Vista) mais usina de Balbina a ideia é ligar ZFM aos países vizinhos (1980);
NOVOS EIXOS - BR 319 (Porto Velho Manaus) + Hidrovia da Madeira ligar os produtos agrícolas de RO e MT ao Rio Amazonas.
Os eixos de integração
Amazônicos
1.Povoamento tradicional - ocupação linear e ribeirinha - "Amazônia de rios" extrativismo e agricultura de excedentes;

2. Novo povoamento - eixos viários de circulação, implantação de projetos florestais, agropecuários e de mineração - "Amazônia das estradas"
POVOAMENTO
AMAZÔNICO
1. Projeto Jari– eixo é o rio Jari,
Produção de celulose junto a uma usina termelétrica, ambas instaladas na cidade de Munguba (AP).
Visava a produção de gado (bubalina e suína, ricultura e extrair caulim;
forte crítica: multinacionalização da economia interna.
Os Grandes Projetos Amazônicos
1.Macrorregião de povoamento consolidado
(A produção predomina sobre a conservação):
forte urbanização; maior nível de renda per capita e de desenvolvimento humano (grandes adensamentos populacionais);
Área de extensa expansão da fronteira agropecuária (arco de fogo ou do desmatamento);
Concentração da economia regional, agroindústria da soja, mineração.
2.

Amazônia Central
(estímulo a produção da população tradicional):
ampliação de novas fronteiras agropecuárias (soja – transita no rio Madeira e pastagens na estrada Cuiabá-Santarém);
assentamentos do Incra no rio Juma AM em estradas espontâneas e a chamada terra do meio – São Félix do Xingu ao vale do Ibiri).
áreas florestais, terras indígenas e Unidades de Conservação (UC) . A produção e conservação se compatibilizam por meio de ZEE (zoneamento ecológico econômico).

3.
Amazônia Ocidental:
imenso potencial de florestas e recursos naturais (hídrico e mineral);
índices de renda per capita e de desenvolvimento humano são muito baixos;
apesar da concentração da economia em Manaus, o extrativismo e circulação fluvial na Amazônia ocidental ainda dominam.
Produção de urucum e expansão do plantio de soja e da frente pecuarista modificam o quadro regional.
CARACTERÍSTICAS:
Particularidade ecogeográfica;
Menores níveis de industrialização;
Amazônia Legal - incluindo o norte do estado do MT e o oeste do MA;
Culturas de subsistência, o extrativismo vegetal, os grandes projetos de mineração e a expansão recente - e devastadora - da fronteira agrícola nacional
Pedro Pichas - Complexo Regional da Amazônia
Região Amazônica
A divisão da Amazônia Legal
Fracassos: Falta de energia;
A plantação de Celulose adquiriu fungos tendo grande prejuízos;
Maior favela fluvial do planeta
2. Calha Norte
Projeto militar (1985) visando à defesa das fronteiras setentrionais e noroestes do Brasil. Envolve as construções de aeroportos e unidades militares do Exército e da Aeronáutica.
Visa a coibir a ação de estrangeiros na região, sobretudo o garimpo clandestino, pois é elevado o potencial para a mineração, sendo exemplificado pelo ouro na área indígena Ianomami e redução do comércio ilegal de madeira e do tráfico de drogas e busca evitar os conflitos entre índios, garimpeiros e empresas.
Gerou consequências negativas para a população em geral, notadamente a indígena, pois o etnocídio aumentou na região.
O PCN voltou a ser prestigiado em virtude da interferência dos EUA na Colômbia, com ajuda financeira, tecnológica e até treinamento de soldados, objetivando combater as guerrilhas e o narcotráfico. Com isso, o Brasil corre o risco de receber pessoas envolvidas com o narcotráfico, o que obrigou o governo a lançar o Plano Cobra, que consiste em colocar soldados de elite na fronteira com a Colômbia, na região denominada "Cabeça de Cachorro".
Implantado em 1995 e 2002 o Sistema de Vigilância da Amazônia consiste em promover a vigilância dos espaços aéreos e terrestres da Amazônia por meio de radares, aviões e satélites, coletando dados sobre desmatamentos, recursos minerais, uso do solo e até tráfico de drogas. Porém, o Projeto gera críticas, notadamente em relação à natureza do controle, pois existe um convênio entre o governo federal e a empresa norte-americana Raytheon. Como os estrangeiros, sobretudo os norte-americanos, cobiçam nossas riquezas, o controle e a tecnologia deveriam ser totalmente nacionais. O Projeto ganhou o apelido de Transamazônica eletrônica e é uma obra faraônica, de custo elevado e controle suspeito.
3. PROJETO - SIVAM
4. GRANDE CARAJÁS
Criado pela Companhia Vale do Rio Doce, em 1980, com o intuito da exploração mineral num território cortado pelos rios Xingu, Tocantins e Araguaia, e englobando terras do sudeste do Pará, norte de Tocantins e sudoeste do Maranhão. Teve investimento maciço de capital estrangeiro, principalmente americano por meio da U.S Steel. Visava a exploração e o escoamento das riquezas minerais por meio da estrada de ferro Carajás, que liga as áreas produtoras ao porto de Itaqui (São Luís , MA). A usina hidrelétrica de Tucuruí, no rio Tocantins foi construída para suprir a demanda de energia deste megaprojeto, especialmente para o beneficiamento da bauxita.
5. Rodovia Transamazônica
Tentativa de viabilização do assentamento de migrantes e uma rota para a expansão de novos investimentos na região (Estavam previstos cerca de 5.600 km desde Recife, em Pernambuco, e João Pessoa, na Paraíba, até a minúscula e desconhecida Boqueirão da Esperança, no Acre, já na fronteira peruana, o traçado da rodovia está no sentido latitudinal). Encravada no meio da floresta e desconectada da malha viária nacional a estrada não foi capaz de dinamizar os fluxos regionais.
Dessa forma, os mais importantes eixos de penetração passaram ser as rodoviasBelém-Brasília (grande projeto de mineração-Serra de Carajás) e Brasília-Acre (grande projeto de colonização)
ZONA FRANCA DE MANAUS
Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) – Criação de uma zona franca em Manaus com a isenção das taxas de importação das máquinas e matérias-primas necessárias a produção industrial, bem como dos impostos de exportação das mercadorias industrializadas. Com isso houve a atração de indústrias nacionais e transnacionais para essa área transformando Manaus em importante polo industrial, principalmente no setor de bens de consumo duráveis.
POLO INDUSTRIAL DE BELÉM
Na década de 1970 teve inicio a expansão do polo industrial de Belém, com o predomínio de indústrias de transformação mineral, especialmente a siderurgia de ferro e alumínio, atraídas pela presença de matérias primas e da energia proveniente de Tucuruí. (Albrás/Alunorte em Barbacena-próximo a Belém).
A CONSTRUÇÃO DE BELO MONTE
PRÓS:
Energia barata (1 MWh - R$ 22, Usina eólica - R$ 99, Solar R$ 200).
Motor para o PIB (demanda do Brasil - 2,2% ao ano média mundial, de 1,3%, China - 2%).
Desenvolvimento (40 MIL empregos diretos e indiretos e investimentos em infraestrutura)
A área alagada pequena. (Tucuruí - 2 850 km² . Itaipu, 1 350 Brasil é mais eficiente
do que em outros países ex: ESPANHA - 21%, FRANÇA - 35% EUA - 46%,BRASIL - 50%,
BELO MONTE - 42%)
CONTRAS:
Debaixo d`água (640 km² - 1/3 da cidade de SP).
Caos social (realocação de famílias ribeirinhas, atração de migrantes sem que exista infraestrutura
Desmatamento
Índios ameaçados (com vazão reduzida o modo de vida dos índios que habitam a região serão afetados)
PROJETO TROMBETAS
Bauxita - Serra de Oriximiná - descoberta pela ALCAN ( década de 60);
CVRD e Grupo Votorantim, associados com a Alcan Empreendimentos S/A e outras empresas estrangeiras transformou o Brasil em um dos maiores produtores mundiais de bauxita.

3 frentes
1. Projeto minero-metalúrgico;
2. Projeto agropecuários e florestais;
3.Projeto de infraestrutura
DIFERENÇAS:
1. Amazônia internacional;
2. Amazônia Legal;
3. Região Norte
Problemas Amazônicos
1º A questão do Hidronegócio;
Conceito: É a utilização dos reservatórios de água de forma comercial.
Privatização da água - Opção do Estado pela água como valor econômico (escala industrial) e não como direito humano fundamental.
MAB (movimento dos atingidos por barragens) - movimento popular, reivindicatório e político.
O direito das populações tradicionais e povos ribeirinhos
Impactos sociais;
Problemas Amazônicos
2º Extração de recursos minerais - Impactos Ambientais:
Remoção da vegetação;
Poluição dos recursos hídricos;
Contaminação dos solos por elementos tóxicos;
Proliferação de processos erosivos;
Sedimentação e poluição de rios;
Poluição do ar a partir da queima ao ar livre de mercúrio (muito utilizado na extração de vários tipos de minérios);
Mortandade de peixes em áreas de rios poluídos pelos elementos químicos oriundos de minas;
Evasão forçada de animais silvestres previamente existentes na área de extração mineral;
Poluição sonora gerada em ambientes e cidades localizados no entorno das instalações, embora a legislação vigente limite a extração mineral em áreas urbanas atualmente;
Contaminação de águas superficiais (doce e salgada) pelo vazamento direto dos minerais extraídos ou seus componentes, tais como o petróleo;
Retirada da população local;
Ambiente de trabalho nas minas.
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