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Embriologia da Face

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by

Stéfany Lopes

on 29 October 2014

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Transcript of Embriologia da Face

Embriologia da Face
ANOMALIAS
primeiras semanas do Desenvolvimento Embrionário
3ª semana
- Aparecimento da linha primitiva;

- Formação da notocorda;

- Formação do disco trilaminar

Este é o inicio do período embrionário, que termina ao final da oitava semana.
Folhetos Embrionários
FEcundação
O desenvolvimento humano inicia-se quando uma
ovócito
(óvulo) de uma fêmea é fecundado por um
espermatozóide
de uma macho. o desenvolvimento envolve mudanças que transformam um única célula, o
ZIGOTO
, em um organismo humano multicelular.
MOORE, et al., 2008
Desenvolvimento
Embrionário
2ª semana
1ª semana
A 1ª divisão celular
As etapas finais de formação do zigoto incluem a replicação do DNA e o alinhamento dos cromossomos na preparação para a primeira divisão celular através de
mitose
.
Transporte do embrião no oviducto
À medida que avança a divisão celular o embrião está em movimento.
A primeira semana do desenvolvimento humano, começa com a formação do ZIGOTO seguido pelo inicio da divisão celular formando o
Blastocisto
.
O processo de divissão celulcar repedida designa-se por
CLIVAGEM.
NIdação
É o processo pelo qual o embrião é incorporado na parede interno do útero da mãe. (começa cerca de 6 dias após a fecundação).
caracteriza-se por:
Término da implantação do blastocisto (10° dia);
Formação do disco embrionário bilaminar - epiblasto e hipoblasto;
Epiblasto: Camada celular espessa e colunar, que desenvolve rapidamente à cavidade amniótica.
Formação de estruturas extra-embrionárias: a cavidade amniótica, o âmnio, o saco vitelino, o pedúnculo de conexão e o saco coriônico.
Implantação final do blastocisto no endométrio.
Hipoblasto: Camada celular delgada e cubóide, que forma o saco vitelino.
Caracteriza-se por:
Gastrulação: Formação das camadas germinativas
Durante a gastrulação ocorrem alguns eventos importantes como a formação da linha primitiva, camadas germinativas, placa precordal e notocordal. Cada uma das três camadas germinativas dará origem a tecidos e órgãos específicos:
Neurulação: Formação do tubo neural
MOORE, et al., 2008
A formação da placa neural é induzida pela notocorda em desenvolvimento. Por volta do 18° dia, a placa neural se invagina ao longo do eixo central, formando o sulco neural mediano, com pregas neurais em cada lado.
Aparelho Faríngeo
Cabeça e pescoço
O desenvolvimento da língua, face, lábios, mandíbula e maxila, palato, faringe e pescoço envolvem a TRANSFORMAÇÃO do aparelho faríngeo nas estruturas adultas
arcos faríngeos

Constituido por:
Bolsas Faríngeas
SUlcos Faríngeos
Membranas
Faríngeas
Formação no início da 4ª semana
- Sustentam as paredes laterais da faringe primitiva.

- BOCA PRIMITIVA OU ESTOMODEU – aparece como leve depressão no ectoderma e está separada da faringe primitiva pela membrana bucofaríngea – formada na 3ª semana

- A membrana se rompe na 4ª semana.

- Faringe e intestino anterior passam a se comunicar com a cavidade amniótica
Células da CRISTA NEURAL migram para a futura região da cabeça e do pescoço.

Formam cartilagens, ossos e ligamentos das regiões oral e facial
O endoderma das bolsas faríngeas entra em contato com o ectoderma dos
SULCOS FARÍNGEOS
e juntos formam as
MEMBRANAS FARÍNGEAS
- que separam as bolsas dos sulco faríngeos
ÓRGÃOS IMPORTANTES
da cabeça e do pescoço
O revestimento epitelial endodérmico das bolsas dá origem a
Durante a 4ª e 5ª semana, as regiões da cabeça e pescoço apresentam QUATRO SULCOS de cada lado que separam os arcos externamente.
1ª membrana faríngea + camada interposta de mesênquima =
MEMBRANA TIMPÂNICA
DESENVOLVIMENTO
DE
ESTRUTURAS
Língua
face
Palato


A língua inicia a sua formação durante a 4ª semana do desenvolvimento pré-natal, como uma saliencia triangular, ímpar e mediana, denominada
TUBÉRCULO ÍMPAR,
ou
BROTO MEDIANO DA LÍNGUA
BATH-BALOGH, FEHRENBACH. 2008
Os brotos resultam da proliferação do mesênquima do 1º par de arcos faríngeos
A raiz da lingua surge de uma grande protuberncia que se desenvolve a partir do mesênquima do segundo, terceiro e quarto arcos.
Essa protuberância consiste na CÓPULA( associada ao segundo arco) e uma grande EMINÊNCIA HIPOBRANQUIAL (associada ao terceiro e quarto arcos)
O mesênquima dos arcos faríngeos forma o tecido conjuntivo e os vasos da língua

Os músculos derivam dos mioblastos.

O nervo hipoglosso (NC XII) acompanha os mioblastos durante sua migração e inerva os músculos da língua
Desenvolvimento entre a 4ª e a 8ª semana, em torno do estomodeu primitivo
Depende da influência INDUTORA dos centros organizadores do prosencéfalo e do rombencéfalo
Mandíbula e lábio inferior são as primeiras partes da face a serem formadas
Os cinco primórdios da face
Ínicio do desenvolvimento no FINAL da 5ª semana, mas não é completado antes da 12ª.

O período crítico vai do final da 6ª semana até o início da 9ª semana.
Palato
Primário
PALATO
secundÁRIO
DESENVOLVE-SE A
PARTIR DE DOIS
PRIMÓRDIOS
Saliências nasais medianas nivelam-se na linha média
(6ª Semana)
Proeminência Nasal Mediana

Palato Primário
(palato duro -
pré forame incisivo)

Proeminências maxilares
Cristas palatinas
Crescem horizontalizam-se
e nivelam-se
(8ª-10ª semana)
Palato Secundário (pal. duro pós forame e pal. mole)
O Palato Secundário é formado pela fusão das CRISTAS PALATINAS, que vêm do Processo Maxilar
Divisão
Palato primário:
região pré-forame
Palato secundário:
região pós-forame
(palato duro e mole)

Peterson et al., 2000
As anomalias congênitas afetam cerca de 5% dos nascidos vivos em todo o mundo. Seu impacto, contudo, é mais bem evidenciado nos países industrializados devido a um maior controle das causas transmissíveis e nutricionais de morte, o que, de um modo geral, não ocorre nos países em desenvolvimento
Penchaszadeh VB, 1993
· alterações morfológicas maternas
· diabetes materna
· hipotireoidismo
· stress
· infecções maternas como toxoplasmose e rubéola
· desnutrição materna
· uso de determinados medicamentos
· radiação
Etiologia
fatores genéticos (20%)

fatores ambientais
Fissuras de lábios e/ou palato
Teoria da formação
das fissuras
Falta de fusão dos brotos embrionários durante o desenvolvimento da face, decorrente de patogenias diversas, levará à formação de fissuras medianas, laterais e transversas

Lessa e Carreirão, 1981

Falta de fusão
Dursy (1869), His (1892)
classificação
indígenas americanos - 3,6/1000 nascidos vivos
japoneses - 2,1/1000 nascimentos
chineses - 1,7/1000 nascimentos
negros - 0,3/1000 nascimentos
ocorrência nas raças
A incidência em relação à presença de familiares fissurados, observa-se nas seguintes proporções:

a) pais normais = 0,1% de chance de ter um filho fissurado;
b) pais normais e um filho fissurado = 4,5% de chance de ter outro filho fissurado;
c) um dos pais e um filho fissurado = 15% de chance de ter outro filho fissurado.
Incidência e recorrência
Esquema da
formação
do lábio e palato
Proeminência frontonasal, processos maxilares e processos mandibulares circundando a cavidade oral na 4 semana do desenvolvimento embrionário.
Por volta da 5 semana, a fosseta nasal é formada, além dos processos nasais laterais e mediais.
Processos nasais mediais fundem-se com os maxilares para a formação do lábio superior e palato primário no fim da 6ª semana. Os processos nasais laterais formam as abas nasais, e os mandibulares formam a mandíbula.
Na 6ª semana, o palato secundário se desenvolve a partir dos processos maxilares, que crescem verticalmente

As lâminas palatinas elevem-se para uma posição horizontal acima da língua e encostam uma na outra, iniciando a fusão.
A fusão completa das lâminas palatinas divide completamente as cavidades oral e nasal.
Fissura pré-forame incisivo - unilateral - direita (completa ou incompleta)
- esquerda (completa ou incompleta)
- bilateral completa ou incompleta
- mediana

Fissura transforame incisivo - unilateral direita ou esquerda
- bilateral

Fissura pós-forame incisivo - completa
- incompleta
Fissuras raras da face
Classificação das fissuras labiopalatinas
de acordo com Spina et al.
2 células
4 células
8 células
Massa de células após 4 ou 5 clivagens do ovo fecundado, composta respectivamente por 16 ou 32 células
A notocorda:
- Define o eixo do embrião;
- Base para formação do esqueleto axial;
- Futuro local dos corpos vertebrais.
- sulcos (fendas) separam os arcos faríngeos externamente;
- 1º par persiste como meato auditivo externo;
- Outros são obliterados para desenvolvimento do pescoço. 

- Aparecem nos soalhos dos sulcos faríngeos – 4.ª semana

- Se formam entre o epitélio de um sulco e de uma bolsa

- Apenas 1 par de membranas contribui para formação da MEMBRANA DO TÍMPANO

MOORE, et al., 2008
A fissura labiopalatal resulta de má formação congênita decorrente de falhas no desenvolvimento ou na maturação dos processos embrionários, entre a quarta e oitava semanas de vida intra-uterina.
MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. The developing human: clinically oriented embryology. 7ª ed. Elsevier. USA, 2003.

Moore KL, Persaud TVN. Embriologia clínica. 8a ed. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier; 2008.

SILVA FILHO, O., FREITAS, J.A.S. Caracterização Morfológica e Origem Embriológica. In: Trindade, I. E. K., Silva Filho, O. G. (coord.). Fissuras Labiopalatinas: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Santos, 2007, p. 17 a 49.

Barh-Balogh, M. Fehrenbach, MJ. Anatomia, histologia e embriologia dos dentes e das estruturas orofaciais. 2a ed. Manole. Barueri/SP, 2008

Peterson LJ et al. Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 772p.

Penchaszadeh VB. Genética y salud pública. Bol Oficina Sanit Panam 1993; 115:1-11.

Lessa, S.; Carreirão, S. Tratamento das Fissuras Lábio-Palatinas. Ed. Interamericana, São Paulo, 1981.

Altmann EBC. Fissuras labiopalatinas. Carapicuíba: Pró-Fono; 1997.

Montandon EM, Duarte RC, Furtado PGC. Prevalência de doenças bucais em crianças portadoras de fissuras labiopalatinas. J Bras Odontopediatr Odontol Bebê 2001; 4(17): 68-73.

Naci, Antonio. Ten cate, Histologia Oral. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

CERQUEIRA, M. N. et al. Ocorrência de fissura labiopalatais na cidade de São José dos Campos- SP. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 8, n. 2, p. 161-6, 2005.

ALTMANN, E.B.C. Fissuras Labiopalatinas. São Paulo, Pró-Fono Departamento Editorial, 1997. 555p.
Altmann, 1997 e Montandon et al., 2001
À medida que a lingua se desenvolve, a eminência hipobranquial cresce mais que a cópula, que desaparece.
Nanci A., 2008
MOORE, et al., 2008
Cerqueira et al., 2005
Referências
Dixon et al., 2011

Altmann (1997)
MOORE, et al., 2008
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