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Movimentos Vanguardistas. Novas correntes literárias e arquitetónicas

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Bruno Santos

on 2 December 2012

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Movimentos Vanguardistas.
Novas Correntes Literárias e Arquitetónicas Arte Arquitetura Literatura Rutura e Inovação nas Artes e na Literatura Multiplicidade de experiências artísticas e literárias Na segunda metade do século XIX surgiu, um grupo de artistas, os impressionistas, cuja pintura mostrava uma forma pessoal e inédita de ver e reproduzir a realidade visível, desligada da representação fiel da natureza, sugerindo uma impressão instantânea e, por isso, pouco precisa nos pormenores.
Paris, Viena e Berlim tornaram-se os principais centros de criação artística. Uma das primeiras marcas de inovação surgiu com o movimento da Arte Nova, que defendia a necessidade de rodear o quotidiano do homem de beleza e requinte.
A Arte Nova desenvolveu-se em vários setores artísticos, nomeadamente na arquitetura, na pintura, no mobiliário e nas artes decorativas. Expressa-se geralmente, pelo uso de linhas ondulantes e motivos inspirados na Natureza, sugerindo a ideia do movimento. Multiplicidade de experiências artísticas e literárias Já no final do século XIX, encontramos três pós-impressionistas que, devido às inovações introduzidas e à influência que tiveram nos movimentos de vanguarda (grupos que introduzem novas tendências nos planos intelectuais e/ou artísticos, cortando com as regras e tradições do passado); que se seguiram, merecem um destaque especial. A originalidade criativa de alguns pintores, como Paul Cézanne, Paul Gauguin e Van Gogh, acabou por inspirar outros artistas a ensaiar novas orientações e experiências e fizeram surgir múltiplas tendências das quais podemos destacar: o expressionismo, o fauvismo e o cubismo. O Fauvismo Os seguidores do fauvismo utilizavam cores fortes, intensas e puras, sobrepondo-as às formas, sem procurarem dar os objetos reais que pintavam os seus tons naturais.
Matisse foi um dos mais destacados pintores fauve. Introdução No âmbito da disciplina de História, foi-nos solicitado pelo professor a realização de um trabalho sobre os movimentos vanguardistas; as novas correntes literárias e arquitetónicas.
Neste trabalho iremos abordar temas como expressionismo, fauvismo, cubismo, abstracionismo, modernismo… e em nomes como Thomas Mann, Frederico Garcia Lorca, e outros. O Expressionismo Difundiu-se principalmente nos países de língua alemã. Caracterizou-se pela distorção das figuras e pelo uso das cores fortes e exuberantes, que destacavam o sentido dramático das obras. Munch, Kirchner, Egon Schiele e Otto Dix, são alguns dos mais destacados artistas expressionistas. O Cubismo Foi em Paris, na época o centro da criação artística, que surgira o movimento vanguardista mais polémico e incompreendido de sempre- o cubismo. Os seus criadores foram Picasso e Braque.
Este movimento defendia que a pintura devia procurar a estrutura oculta dos objetos, a sua base geométrica e ‘’tratar a Natureza de acordo com a forma do cilindro, da esfera e do cone’’.
Esta nova perspetiva cortou completamente com a noção de espaço naturalista e permitiu ver em simultâneo a representação sobreposta do mesmo objeto e a suas múltiplas facetas, de vários ângulos de observação. O Abstracionismo É uma arte não-figurativa, na qual a representação das figuras e dos objetos dá lugar a uma combinação de linhas, cores e formas, sem relação percetível com a realidade natural e que aparentam ter surgido do gesto instintivo, mas emocional, do artista.
Alguns dos pintores que seguiram este movimento foram: Mondrian, Paul Klee e Kandinsky. O Futurismo Foi um movimento artístico fundado em 1909 pelo pintor italiano Marinetti que exultava a força, a energia e a máquina como expressões da vida moderna. Os representantes do futurismo que mais de destacaram foram Boccioni e Severini. O Surrealismo Sob a influência da psicanálise de Freud, aparece o surrealismo, um movimento para além da realidade, o mundo do inconsciente e que procurava entender os sonhos e os delírios. Poetas como Paul Éluard, e pintores, como Max Ernst, Salvador Dalí e Magritte enveredaram por este movimento. Em Portugal As novas conceções Arquitetónicas Nos últimos anos do século XIX, a Europa e os Estados Unidos adotaram tendências arquitetónicas muito diferentes, ainda que ambas muito originais e inovadoras.
Seguindo as tendências da Arte Nova, surgiram, em alguns países europeus, edifícios nos quais imperavam as linhas ondulantes de inspiração naturalista e preocupação decorativa. Um dos casos mais singulares de arquitetura com estas características são alguns edifícios de Antoni Gaudí, em Barcelona. As novas conceções Arquitetónicas Nos últimos anos do século XIX, a Europa e os Estados Unidos adotaram tendências arquitetónicas muito diferentes, ainda que ambas muito originais e inovadoras.
Seguindo as tendências da Arte Nova, surgiram, em alguns países europeus, edifícios nos quais imperavam as linhas ondulantes de inspiração naturalista e preocupação decorativa. Um dos casos mais singulares de arquitetura com estas características são alguns edifícios de Antoni Gaudí, em Barcelona. As novas conceções Arquitetónicas Desde a guerra, que na Europa, ocorreu o crescimento do modernismo arquitetónico (que se caracterizou pela rutura com as tradições académicas e pela liberdade criativa); surgiu, logo após o fim do conflito mundial, uma nova escola de artes, que vai desempenhar um importante papel no desenvolvimento de novas correntes estéticas, quer a nível da arquitetura, quer do design. Dentro do espirito, onde se defendia a sujeitação das formas arquitetónicas às exigências da função a que se destinava o edifício, trabalhou o suíço Le Corbusier. Que responsável pelos blocos habitacionais, sempre se preocupou com as questões urbanísticas e compreendeu, na sua visão do futuro, que os automóveis seriam um fator a ter em conta na organização das cidades. As experiências Artísticas em Portugal Portugal mantinha-se preso às tradições artísticas neoclássicas e românticas que tinham marcado todo o século XIX. Na pintura, distinguiam-se Malhoa e Columbano, em cujas obras não se refletiam ainda as grandes mudanças ocorridas no Ocidente. A arquitetura continuava a mostrar influências classicizantes, apesar da qualidade de arquitetos, como Rau Lino ou Marques da Silva. A literatura espelhava uma tendência que evidenciava sobretudo a História e os costumes. As experiências Artísticas em Portugal A partir de 1915, a publicação da revista Orfeu, veio eliminar algumas tradições culturais do país, pelo seu destaque faze os modelos enraizados. Eram responsáveis peça revista diversos escritores e artistas, como Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro e Almeida Negreiros. Através da Revista Orfeu, entraram em Portugal os movimentos europeus de vanguarda, que eram conhecidos como modernismo. Um dos mais geniais artistas modernistas portugueses foi Amadeo de Souza-Cardoso. Na arquitetura, a utilização dos novos materiais, nomeadamente o betão armado, associados a preocupações funcionalistas, estão presentes sobretudo em edifícios das décadas de 20 e 30, como a casa de Serralves, no Porto, e o Instituto Técnico, em Lisboa. As experiências Artísticas em Portugal Com o final da 1º República e ao advento da ditadura, a agitação cultural das duas primeiras décadas do século XX extingue-se. A repressão do novo regime, não se compadecia com a irreverência demonstrada. Conclusão Devido à expansão dos serviços, emergiu, nas primeiras décadas do século XX, uma classe média que veio influenciar as mudanças políticas, culturais e mentalidades. Face a este realidade surgiu, um grupo de artistas, os impressionistas, que reproduzia a realidade visível, desligada da representação fiel da natureza, sugerindo uma impressão instantânea e, por isso, pouco precisa nos pormenores.
Paris, Viena e Berlim tornaram-se os principais centros de criação artística.
Surgiu ainda o movimento da Arte Nova, que defendia a necessidade de rodear o quotidiano do homem de beleza e requinte. Conclusão Assim surgiram os movimentos de vanguarda, como o expressionismo, o fauvismo, o cubismo, o abstracionismo, o futurismo e o surrealismo. Na arquitetura, a utilização dos novos materiais, nomeadamente o betão armado ,são de destacar, pois estão associados a preocupações funcionalistas, estão presentes sobretudo em edifícios das décadas de 20 e 30, como a casa de Serralves, no Porto, e o Instituto Técnico, em Lisboa.
A arquitetura modernista dos primeiros anos do século XX preocupou-se em adequar a forma arquitetónica à função. Trabalho Realizado por: -Ana Santos, nº2
-Bruno Santos, nº6
-Ivo Pereira, nº9
-Lígia Marques, nº14
-Maria Clara nº16

9ºA Docente: Miguel Pedro Costa "Mulher Sentada"
Egon Schiel "O Grito"
Edvard Munch "O Qurto Vermelho"
Matisse "O Estúdio Vermelho"
Matisse "O Viaduto de L'Estaque"
Georges Braque "Três Músicos"
Picasso "Preto e Roxo"
Kandinsky "Composição VIII"
Kandinsky "Formas Únicas de
Continuidade no Espaço"
Boccioni "Dançarino Azul"
Severini "A persistência da memória"
Salvador Dalí "O Campo lavrado"
Miró A Sagrada Família Capela de Ronchamp As Novas correntes literárias As correntes literárias deste período acompanharam de perto os movimentos de vanguarda e manifestaram-se também contra as tradições mais conservadoras, traduzindo as profundas inquietações dos anos que antecederam a guerra.
As situações dramáticas que marcaram a 1º Guerra Mundial e as alterações que esta provocou nos padrões sociais, após 1918, acabaram por conduzir a uma visão desencantada da vida e a uma crise de valores e de ideias.
Muitos escritores, tocados pelas experiências vividas por milhares de pessoas, passaram também a refletir na sua escrita o pessimismo e a deceção. São exemplos, James Joyce e Marcel Proust. As Novas correntes literárias Outros, seduzidos pela denúncia das injustiças e da opressão, deram voz aos mais desprotegidos através do romance, do teatro e da poesia, como John Steinbeck, Gorki, Frederico Garcia Louca e muitos outros.
Neste período, destacaram-se ainda Virgínia Woolf, novelista de grande sensibilidade, Franz Kafka, com obras que traduzem sentimentos como a angústia e o absurdo, e Thomas Mann, que escreveu sobre a condição humana. Na poesia, destacaram-se ainda T.S. Eliot, Rilke, Breton, Fernando Pessoa e Apollinaire. Thomas Mann Fernando Pessoa
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