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Apresentação

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by

Ana Gouveia Rodrigues

on 17 December 2012

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Transcript of Apresentação

Importância do Estudo Revisão da literatura Analisando as várias respostas dadas pelos pais concluiu-se: Análise de dados e resultados A Dimensão Artística na (Des)construção do
Projeto Educativo de Estabelecimento: As expressões como instrumento na construção da cidadania. “Sempre é possível recomeçar… acreditar é um princípio… é uma fase… é uma predisposição para a mudança… haverá em qualquer esquina uma luz, um sentido, uma voz ou um abraço; uma forma de renascer. A Coragem é o Caminho, o Sorriso é a verdadeira Chegada!”
Fraga, 2010 A Dimensão artística na (des)construção do Projeto Educativo de Estabelecimento, objetivando uma Educação para a Cidadania, tendo como instrumento as Expressões Artísticas. Projeto Educativo de Estabelecimento Educação para a Cidadania Projeto Curricular de Grupo Expressões Artísticas Objetivos de Estudo Geral:

Analisar a conceção alternativa de uma cidadania da infância, apresentando um conjunto de propostas educativas para a construção da mesma.

Específicos:

Analisar a exequalidade de caminhos orientadores para a (des)construção do tema do Projeto Educativo de Estabelecimento, no âmbito da educação artística.

Perceber a criança como construtora do seu próprio conhecimento e emancipadora do processo criativo.

Analisar (ou conceber) as expressões artísticas como instrumento de transmutação social, protagonista de mudanças sociais e do processo de construção da sociedade. Questões de Investigação 1 - Em que medida o Projeto Educativo de Estabelecimento se organiza no sentido de educar na cidadania a partir das expressões artísticas? 2 - Serão as expressões artísticas um veículo onde a criança possa organizar o seu mundo interior e comunicar, exteriorizando os sentimentos, medos, sonhos, desejos e frustrações? 3 - Em que medida a educação artística contribui para a educação cívica da criança? 4 - Em que medida o envolvimento dos pais neste projeto contribui para o sucesso das aprendizagens assimiladas pelas crianças? Projeto Educativo (de Estabelecimento):
análise concetual Projeto educativo é o instrumento organizacional de expressão da vontade coletiva de uma escola-comunidade educativa, sendo um documento que dá sentido útil à participação e à corporização da autonomia da escola-comunidade. (Costa, 1996, p. 5) Barbier (1993) apresenta-o “como uma série de interações entre o real e o que é desejado, o que tende a reduzir o desfasamento entre valores e discursos, por um lado, e atos, por outro, e eventualmente a jogar sobre as satisfações e insatisfações que daí procedem” (p. 22). Projeto Educativo de Estabelecimento Decreto-Legislativo Regional nº 21/2006/M de 21 de Junho, art.3º Lei-Quadro para a Educação Pré-Escolar Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar Possíveis caminhos Projeto Educativo de Estabelecimento Projeto mais amplo
da Sociedade Descentralização do PEE Contexto social e pedagógico Construção do conhecimento da criança Grande desafio da pedagogia de infância Mediadores no experienciar,
refletir e aprender Espaço /Tempo Vivência do espaço e do tempo Interações e relações (Des)construção do Tempo pedagógico Oliveira e Formosinho (2011) referem que o tempo pedagógico envolve uma polifonia de ritmos: o da criança individual, o dos pequenos grupos, o do grupo todo. Acrescentam ainda, que este tempo inclua diferentes propósitos, múltiplas experiências, a cognição e a emoção, as linguagens plurais e as diferentes culturas e diversidades. Respeito pela(s) criança(s):
. Flexibilidade
. Diferenciação pedagógica A cidadania como enfoque
reconstrutivo na educação papel insubstituível na formação dos cidadãos processo de construção pessoal e coletivo Educação Cidadania educação pré-escolar promove
uma cidadania inclusiva criança experiencie um processo educativo aberto para a cidadania, que possa instrumentaliza-la Infantário Espaço educativo Responsável pela reconstrução de uma democracia. Criar bons cidadãos, desenvolvendo:
-conhecimentos;
-hábitos;
-capacidade crítica Educador Consciente da diversidade cultural, da descentração dos valores da sua própria cultura. Incentiva a criança para a aprendizagem de competências necessárias à (re)construção do seu EU e que a mesma seja capaz de exercer a Democracia. O educador de Infância como líder
na sala de atividades Segundo Sergiovanni (2004b), a liderança nas escolas necessitam de uma liderança especial porque são locais especiais. Liderança enquanto política É uma rede de que fazem parte a responsabilidade e o compromisso Que orienta e legitima os cidadãos (futuros) para uma educação de qualidade Bento (2008) refere que liderar “Não significa adotar inovações umas atrás da outra; significa produzir a capacidade de procurar, avaliar criticamente e, seletivamente, incorporar novas ideias e práticas todo o tempo, dentro e fora da organização.”

Acrescenta ainda, partindo do modelo de Michael Fullan, que os líderes aumentam a eficiência a trabalhar continuadamente as cinco componentes:

Lutar pela coerência
Ter a grandeza de seguir um objetivo moral
Compreender o processo de mudança
Desenvolver relacionamentos
Fomentar a construção do conhecimento A educação artística como instrumento de aprendizagem
na primeira infância Fundamentos
teóricos Uma linguagem no contexto educativo Criatividade na formação da criança Cidadania e
valores As expressões
artísticas Pesquisa e cria coisas novas Compreende a importância existente
no ato de explorar O EDUCADOR A infância vê na educação um caminho
que a criança percorre, tendo os primeiros
contactos com as linguagens artísticas. Valoriza os conhecimentos e a criatividade Linguagem
das emoções
e dos sentimentos As expressões artísticas É na educação que se dá a verdadeira ação educativa Metodologia Investigação Qualitativa Investigação-Ação "Podemos definir a investigação-ação
como o estudo de uma situação social no
sentido de melhorar a qualidade da ação que nela decorre" (Elliot, 1991, p. 69) Investigação-Ação Emancipatória
(ou Participatória) Estratégica:
Ação e reflexão Organizativa:
Planificação e Observação Modelo de Investigação-Ação (aplicado) Modelo de Kemmis:
Planificação
Ação
Observação
Reflexão Movimento espiralado tendo uma
atitude autorreflexiva de conhecimento e ação. Roteiro da Investigação:
Atingir a melhoria de uma determinada prática
Desenvolver um plano de ação
O plano é intencional e orientado durante a ação
É observado através da recolha de evidências (técnicas e instrumentos de recolha de informação)
Segue-se a reflexão revendo o plano gizado e partir para um novo ciclo de investigação-ação. Construíu-se uma pedagogia estruturada que envolve a organização intencional e sistemática do processo pedagógico, planeando o trabalho e avaliando o processo e os efeitos no desenvolvimento e na aprendizagem das crianças. Percurso de intervenção educativa Observar Planear Comunicar Agir Refletir Avaliar Planificação Concetual Participação da
família Participação da
comunidade Vozes das crianças Aprendizagem
em espiral

Aprendizagem experiencial/ativa Aprendizagem
participativa

Diferenciação
pedagógica Intervenção
Educativa Segundo Bogdan e Biklen (1994), é um instrumento em que o investigador vai registando as notas retiradas das suas observações
no campo. Construir práticas
refletidas, desconstruindo factos e ponderando numa melhor (re)observação, contemplando estudos, planos e avaliando com um olhar reflexivo da pesquisa-ação. Roteiro de Planificação Com os dados recolhidos,
identificamos os pontos fortes,
necessidades e interesses
educativos das crianças Planificações englobaram:

Estratégias
Observações/Avaliação
Reflexões
Competências a adquirir
Recursos Materiais Apoiamo-nos ainda:
competências
aprendizagens essenciais (diferentes áreas de conteúdo
elementos orientadores e com estrutura flexível na planificação (articulação entre as mesmas). Ilustração de uma seção do quadro de avaliação
das competências adquirida, por áreas de conteúdo As crianças da sala
de Transição B
(Jardim de Infância) Estratégias Observação/avaliação Reflexões
Competências a adquirir
Recursos materiais Contextualização do estudo Infantário "O Carrocel" Objetivo do estudo Crianças da sala de transição B
(Jardim de Infância) Amostra Instrumentos/ técnicas de recolha Observação participante
Registos fotográficos e câmara de video
Inquérito por questionário, tipo de escala-Escala de Likert
Pesquisa documental e bibliográfica
Documentos das crianças (artefactos elaborados pelas crianças). Projetos concebidos na sala de atividades Projeto fotografia Utilizamos fundamentos da metodologia de projeto para desenvolver o processo de aprendizagem. Estas expressões cativam as crianças e estimulam a comunicação, a criatividade, a sensibilidade, e aumentam a concentração e a expressividade das mesmas, considerando que, o desenvolvimento do seu perfil artístico, reflete-se na construção da sua formação pessoal e social. Projeto de pintura/desenho As atividades delineadas e as estratégias implementadas, promoveram na criança, o seu desenvolvimento como cidadão criativo, sensível e autónomo, conduzindo à vivência de valores como a partilha, a cooperação e o respeito. Foram delineadas atividades e implementadas estratégias que promoveram na criança, o seu desenvolvimento como cidadão criativo, sensível e autónomo, conduzindo à vivência de valores como a partilha, a cooperação e o respeito. Projeto de modelagem Com base numa pedagogia experiencial, apurou-se que através da modelagem, as crianças experimentaram novas técnicas que enriqueceram as suas aprendizagens. Através de um espaço formativo proporcionou-se à criança um conjunto de valores importantes na sua construção como pessoa e como ser social. Projeto de música Foi refletido que seria benéfica a aprendizagem musical das crianças, segundo a Teoria de aprendizagem musical para recém-nascidos e crianças em idade pré-escolar de Edwin Gordon. Vivência do balanço da música através do corpo Mini-projeto: Construção de um palco Motivado pelos adultos ao observar o amadurecimento e a confiança ganha pelas crianças, suscitando a oportunidade de a fruir ao apresentarem as suas produções aos colegas. Construção de instrumentos musicais Foi notória a atitude experiencial como fonte de enriquecimento de aprendizagens, favorecendo o sentido de autonomia, empenhamento, responsabilidade, partilha e respeito. Musicaterapia A música é olhada como terapia ao desenvolvimento das emoções da criança, uma vez que integradas numa sociedade, há que saber gerir condutas. A descoberta e a identificação de sons produziu efeitos de bem estar nas crianças possibilitando uma forma de expressão artística e humana, que permite o encontro consigo mesmo e com o social. Visita ao espaço educativo “Gymboree” Ao defender a teoria de Gardner, onde a música é fruída como uma ferramenta essencial na construção da formação pessoal e social da criança, preparando-a para viver em cidadania, proporcionamos às crianças uma experiência onde envolvia a música, o movimento corporal e a linguagem. A expressão dramática: jogo simbólico Vygotsky (1989) refere que quanto mais rica for a experimentação humana, maior será o material colocado
à disposição da imaginação, o que nos leva à conclusão pedagógica de que ao ampliar a experiencia cultural da criança, ela desenvolve a sua capacidade criadora. Dramatização de uma história tradicional Segundo Sousa, (2003) é pela expressão dramática que a criança engrandece-se, satisfaz-se, cria potencialidades e desenvolve a sua personalidade. A realização de uma Exposição dos trabalhos das crianças elaborados ao longo deste projeto, espelhou todo o processo de desenvolvimento na construção de uma educação para a cidadania implicando a formação pessoal e social da criança. Análise e representação dos questionários Objetivo do questionário Recolher dados sobre o grau de satisfação dos pais, comparativamente ao tema (des)construído “Educar para a Cidadania” no projeto curricular de grupo e ao desenvolvimento dos filhos. A existência de um consenso no que se refere à importância da temática no desenvolvimento dos filhos. Consideram as expressões artísticas como instrumento na construção do conhecimento na criança, assim como, na aquisição de valores preparando-os para viver em cidadania. Realçaram ainda a importância no manuseamento de diferentes materiais proporcionados pelas atividades diversificantes que vieram enriquecer os conhecimentos dos filhos.

Demonstraram satisfação no (des)construir deste projeto uma vez que fomenta o desenvolvimento de competências sociais, artísticas e educacionais fundamentais na integração e na interação com o mundo que rodeia a criança.

Valorizaram ainda a pertinência da continuidade deste projeto no próximo ano letivo. Experiências e
aprendizagens Novos desafios Reflexões Cruzamento entre as observações e os questionários: um possível cruzamento de dados. Emergir de projetos Considerações gerais: A educação artística uma ferramenta fundamental à construção dos pilares básicos da educação, ao repto do desenvolvimento, da criatividade, da inovação e ao apelo da educação para a cidadania, para os valores e o diálogo intercultural. A nossa intencionalidade educativa sustentou-se na promoção de contextos pedagógicos que desenvolveram a construção da cidadania emergente das crianças. Registamos que o trabalho de projeto fomenta a inovação e a criatividade nas práticas educativas, ao evidenciar as capacidades e as potencialidades da criança. O trabalho de projeto fomenta a inovação e a criatividade nas práticas educativas, ao evidenciar as capacidades e as potencialidades da criança, legando entusiasmo e envolvimento na orientação de micro projetos que emergiram ao longo desta investigação-ação. A aprendizagem cooperativa, através de projetos promoveram experiências e vivências dando voz às crianças que ao se envolverem, construíram o seu conhecimento. As expressões foram olhadas como responsáveis à formação da identidade da criança, considerando que estas estimulam o envolvimento, a partilha e a cooperação, para que ao viver integrado, possa comunicar e exteriorizar sentimentos, desejos, frustrações e sonhos. O trabalho de projeto fomenta a inovação e a criatividade nas práticas educativas, ao evidenciar as capacidades e as potencialidades da criança, legando entusiasmo e envolvimento na orientação de micro projetos que emergiram ao longo desta investigação-ação. As expressões foram olhadas como responsáveis à formação da identidade da criança, considerando que estas estimulam o envolvimento, a partilha e a cooperação, para que ao viver integrado, possa comunicar e exteriorizar sentimentos, desejos, frustrações e sonhos. Foi visível o empenho demonstrado pelos pais com base no envolvimento participativo nos projetos e mini projetos desenvolvidos na sala, colaborando, questionando e demonstrando curiosidade, interesse e disponibilidade. Em jeito conclusivo: Consideramos que a metodologia de investigação-ação é uma mais valia na nossa prática como agentes no desenvolvimento humano, docentes reflexivos, investigadores, e eternos aprendizes, convictos e de acordo com Freire (2009), de que o educador também como sujeito da produção do saber, saiba que, quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. É esta dialética que ousamos manter na nossa prática futura, conscientes de seres inacabados que somos e ambicionando ser sempre “Seres Mais” (Ibid). Implicações para Futuras Investigações Neste sentido, olhamos o trabalho de projeto como uma metodologia que se assume numa oportunidade de vivenciar princípios democráticos. É nossa pretensão continuar a desenvolver este projeto no próximo ano escolar, desta feita, o PEE declina um olhar sobre o ambiente, sendo que, ao educar para a cidadania, estamos a educar para a sustentabilidade ambiental. Uma investigação futura passaria em nosso entender pelas deliberações a nível da permanente formação do educador, apostando na criatividade como qualidade educativa. Foi e continua a ser esta minha incompletude, a mola impulsionadora na procura do querer “Ser mais” (ibid), consciente de que só assim, preencherei de “boniteza” (ibid) a minha própria prática educativa. Tal como Freire (2009), “Gosto de ser gente porque inacabado, sei que sou
um ser condicionado mas, consciente
do inacabamento, sei que posso ir mais além.” (p. 53). Como educadora, amo e respeito a criança como ser único, para que esta, “molhada na esperança” (Freire, 1992) se transforme numa criadora de sonhos possíveis num mundo livre e democrático. ... e (des)construindo sonhos, o meu percurso continua. Ilustração de uma secção do quadro de
avaliação das competências adquiridas. Crianças da sala de transiçãoB
(Jardim de Infância) Amostra conveniência/intencional Amostra Conveniência/intencional Grupo de crianças (dois anos e meio/três)
de uma sala de Jardim de Infância. Instrumentos/técnicas de recolha de dados Mestrado em Ciências da Educação- Administração Educacional
Dissertação de Investigação Ana Isabel de Gouveia
Orientador: Professor Doutor António Bento Segundo Read (1986), a arte é um método de educar, um caminho possível para que a educação conquiste o seu principal objetivo: o de integrar a criança preparando-a para ocupar um lugar na sociedade. (p. 21) (linguagem das emoções e dos sentimentos, sendo na educação das mesmas que acontece uma ação verdadeiramente educativa) Vygotsky (1989) defende que quanto mais rica for a experimentação humana, maior será o material colocado à disposição da imaginação, o que nos leva à conclusão pedagógica de que ao ampliar a experiencia cultural da criança, ela desenvolve a sua capacidade criadora. Na voz de Perrenoud (1994) a preparação do futuro não se faz sem ousadia e imaginação, não apenas no campo dos conhecimentos e da produção, mas também no da sensibilidade e dos valores. (p. 12)
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