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UFSJ-PE-O que é projeto gráfico?

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by

Profª. Alessandra de Falco

on 1 August 2016

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Transcript of UFSJ-PE-O que é projeto gráfico?

Conteúdo
Essas especificações não podem ser desenvolvidas sem se levar em conta o conteúdo do veículo
Um jornal de esporte utiliza fotos e textos de um
modo diferente de uma revista sobre literatura ou economia
Um projeto gráfico envolve uma reflexão/tradução sobre o teor editorial
Como deve ser a cobertura e o tratamento de temas como esporte, polícia, política, cultura?
Essas são perguntas que um projeto gráfico precisa responder
O designer gráfico Tony Sutton enfatiza a prioridade do conteúdo no trabalho do projeto gráfico (Alvarez, 2005, p. 13):
Especificações do design gráfico
Origem
O conceito de projeto gráfico tem sua origem em uma ideia de fundo econômico, de individualizar o produto jornalístico por meio de um padrão gráfico, diferenciando-o no mercado
Faz parte do branding (construção da marca) de uma empresa jornalística
Na imprensa brasileira, o surgimento de projetos gráficos, de modo planejado e sistematizado como atualmente vemos, ocorreu na década de 1950, com os jornais Última Hora e Jornal do Brasil, ambos do Rio de Janeiro
Identidade visual
A padronização gráfica deve ser concebida para preservar a identidade de um veículo, levando o público a reconhecê-lo à distância, seja na banca, no sofá da sala, na web, criando um padrão que permita ao leitor sentir algo familiar

A padronização gráfica exige do diagramador o
desafio de inovar sem perder o estilo da publicação, como destaca Ricardo Parpagnoli (Apud Amaral, 1978, p. 70):
O tempo
Todo esse jogo de diferenças são convenções consolidadas nas últimas décadas para veículos impressos
Muitas mudanças e adaptações foram realizadas com o advento das produções para a web
Nada impede aos designers remodelarem paradigmas atuais
As artes gráficas abrangem desde o modo de produção até a ideia do que deve ser o produto final e tudo isso pode mudar muito com o tempo
Entre um pergaminho europeu do século XIV e uma página do jornal Estado de Minas há um “abismo” de diferenças
Ambos refletem, à sua maneira, certos ideais estéticos, além das diferenças no sistema de produção
Refletem as convenções de suas épocas
Referências Bibliográficas
ALVAREZ, Luis Adrián. Tony Sutton. Área 11,
Monterrey (México), v. 15, p. 12-13, junio, 2006.

AMARAL, Luiz. Jornalismo: matéria de primeira
página. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1978.

HOLIS, Richard. Design Gráfico: uma história
concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

SAMARA, Timothy. Elementos do design: guia de estilo gráfico. Porto Alegre: Bookman, 2010.
Produção Editorial
O que é Projeto Gráfico?
Referência: Prof. Artur Araújo-PUC-Campinas
formato de página (standart, tabloide, germânico-francês, berliner, magazine, americano, outros...)
marcas de identificação (logomarca, cabeçalho, rodapé)
papel (jornal, couché, etc)
uso das cores
tipos
uso ou não de elementos gráficos (fios, boxes, ...)
uso de fotos, ilustrações e infográficos
uso do branco [espaço vazio em uma página]
Formatos
STANDARD
(52,5x29,7)
(56x32)
TABLOIDE
(26,5x29,7)
(56x32)
GERMÂNICO - FRANCÊS
(43x29,7)
(46x32)
BERLINER
(24,5x40)
(28x42)
MAGAZINE
(20x26,5)
AMERICANO
(17x26)
Medida mais
utilizada no
Brasil!
Metade do
standard
Design Gráfico
Entender o significado do design é compreender os papeis que a forma e o conteúdo desempenham e perceber que o design também é comentário, opinião, ponto de vista
Criar um design é muito mais do que simplesmente formatar ou mesmo editar; é acrescentar valor e significado, é simplificar, esclarecer, persuadir, entreter
Design é o início, o processo e o fim do produto da imaginação
O designer gráfico
O designer gráfico é um comunicador: alguém que captura as ideias e lhes dá uma forma visual para que os outros possam entendê-las
O designer utiliza imagens, símbolos, tipos, cor em um meio, seja ele impresso ou eletrônico, para organizar as ideias em uma mensagem
O designer gráfico busca esclarecer a mensagem e transformá-la em uma experiência emocional
Para ser designer é preciso entender de forma e composição e, especificamente no jornalismo, da hierarquia das informações
Elementos do design
Timothy Samara
Elementos do design
Timothy Samara
Prof. Alessandra de Falco
“Nossa principal tarefa não é criar páginas bonitas que impressionem a outros diagramadores, mas sim a de persuadir pessoas comuns a lerem matérias bem escritas e ajudá-las a entender mais suas vidas e o lugar delas neste mundo”
“O trabalho exige esforço e concentração. Manter o estilo é relativamente fácil. A manutenção do estilo não significa, porém, que se deva estacionar e que se apresente ao leitor, todos os dias, os mesmos recursos técnicos. Dentro do estilo estabelecido, a variação é necessária. Muitas vezes, essa variação pode, inclusive,
determinar ligeira modificação na estrutura”
O formato define o veículo?
Quando observamos, por exemplo, que, na imprensa britânica, o formato tabloide tornou-se sinônimo de imprensa sensacionalista, estamos diante de um costume específico daquele país
Mas o formato não explica o conteúdo
O jornal britânico The Times, tradicional diário londrino fundado em 1785, adotou, em 2003, o formato tabloide e nem por isso passou a ser um jornal sensacionalista
Por exemplo, os jornais El Clarín, de Buenos Aires, e o Zero Hora, de Porto Alegre, sempre foram tabloides e nem por isso são sensacionalistas
Como contraponto, o já extinto jornal Notícias Populares, de São Paulo, foi sensacionalista e era publicado no formato standart
O formato não impõe a um jornal um padrão editorial
imprensa
séria
TEXTOS LONGOS - Nos projetos editoriais para jornais dirigidos a públicos de maior poder aquisitivo e maior nível de instrução, parte-se do pressuposto que o leitor deseja ler mais

DESIGN SOBRIO - Nos projetos dirigidos a um público intelectualmente e economicamente mais sofisticado, adota-se o pressuposto que o “bom gosto” está em um visual que privilegia uma estética mais clean

FONTES MENORES (corpo de 8 a 10) - O pressuposto das fontes pequenas para jornais “sérios” é que o leitor deseja mais texto. Uma fonte menor permite a inserção de mais informação em uma página

CORES - Uso sóbrio da cor e, na maioria das vezes, com predominância de cores frias, principalmente tons pálidos de azul nas páginas impressas

TÍTULOS MAIS SOBRIOS - Que rejeitam o discurso exacerbado

TEXTOS E IMAGENS - Tendem a explorar menos emoções

MAIOR NÚMERO DE PÁGINAS

LINHA EDITORIAL - Privilegia política, administração pública e cultura
imprensa
sensacionalista
X
TEXTOS CURTOS - Nos projetos editoriais para jornais dirigidos a públicos com menor nível aquisitivo e menor nível de instrução, parte-se do pressuposto que o leitor não gosta de grandes textos


DESIGN EXTRAVAGANTE - Nos projetos dirigidos a um público menos sofisticado intelectual e economicamente, adota-se o pressuposto que imagens fortes e recursos estéticos (fios, boxes, tipografias etc) chamativos, berrantes, agradam e prendem a atenção do público

FONTES MAIORES (corpo de 10 a 12) - O pressuposto é que o leitor não gosta de textos grandes. Além disso, as fontes maiores facilitam a leitura


CORES - Uso mais livre das cores no projeto gráfico, adotando cores quentes (amarelo, laranja e vermelho). A ideia é tanto atrair o olhar do leitor quanto dar vivacidade à página

TÍTULOS MAIS ESCANDALOSOS - A ideia é segurar o leitor, atraí-lo para o texto, partir de títulos dramáticos; muitas vezes em caixa alta

TEXTOS E IMAGENS - Tendem a explorar mais emoções

MENOR NÚMERO DE PÁGINAS

LINHA EDITORIAL - Privilegia entretenimento, esportes e polícia
X
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