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TIÃO MUNHECA E OS GIGANTES DE

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by

Fernanda Carradore

on 14 December 2013

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Transcript of TIÃO MUNHECA E OS GIGANTES DE

OFICINA PEREIRÕES
TIÃO MUNHECA E OS GIGANTES DE
MONTEIRO LOBATO

O ROTEIRO
Período: datas próximas ao Carnaval, época de confecção dos Pereirões
Capacidade: entre 10 e 15 pessoas
Público: irrestrito
Duração do roteiro: aproximadamente 4 horas
Principais lugares: Centro de Monteiro Lobato, Bairro do Souza
Interlocutora: Regina de Fátima de Araújo
Tese: "PERERÃO: O ANFITRIÃO DO CARNAVAL LOBATENSE - Um meio de expressões artísticas no município de Monteiro Lobato" (2012)
Encerramento
Feira do Balacobaco, que acontece todo terceiro domingo do mês.

Almoço, apresentações culturais locais e interação com os artesãos e moradores

Objetivo
Resgatar a tradição e a cultura de Monteiro Lobato a partir de personalidades locais, artesãos e os queridos Pererões do Carnaval lobatense, integrando visitante e morador;

Despertar o interesse para o patrimônio material e imaterial da cidade, contribuindo para sua divulgação e salvaguarda.
OBRIGADA!
Ana Gabriela Galante
Camila Assunção Crumo
Carolina da Selva Morinaga
Fernanda Carradore Franco
Júlia Andreatta Moro
Lais Mika Wakiyama
Priscilla Saiki Scherer

Critérios
Fuga dos temas relacionados ao escritor;
Resgate do folclore e do saber fazer dos artesãos de Monteiro Lobato;
Resgate das personalidades locais;
Histórico dos bonecos intimamente ligados à história da cidade;
Relação afetiva da população com os Pererões no carnaval da cidade ;
Bonecos gigantes estão presentes no imaginário das pessoas de diversas partes do mundo, não só dos autóctones, sendo um tema que desperta interesse facilmente.

Economia criativa
Divulgação e valorização da produção artística de Monteiro Lobato, bem como do carnaval;
Roteiro de baixo custo operacional e com ótimo custo-benefício para o participante;
Roteiro pode ser destinado aos autóctones, contribuindo para a perpetuação da tradição e para um possível incremento de novos bonecos nos carnavais seguintes.
Sr. Antenor tem 66 anos, foi aluno de Tião Munheca e trabalha na reforma dos Pereirões há 45 anos. Alex Castro e Benedito Domingues (Benê) também são responsáveis pelos cuidados com os gigantes.
Consuelo faz seus próprios bonecões inspirada por figuras locais, utilizando materiais reciclados e sucatas que recebe como doações ou que ela mesma coleta.
Os bonecões do bairro dos Souzas começaram a ser fabricados há doze anos, quando, num certo carnaval, os Pereirões não apareceram pelo bairro, como era de costume.
Diretrizes do Turismo Social SESC
A) Democratização do acesso ao turismo
Valor e custos baixos.
B) Protagonismo dos participantes
Participação na confecção dos bonecos;
Contato direto com os artesãos locais.
C) Educação pelo turismo
Os visitantes aprendem sobre as manifestações culturais locais e sobre o trabalho dos artesãos;
Os artesãos aprendem com os visitantes e suas curiosidades e experiências.
D) Educação para o turismo
Os artesãos (e a cidade) preparam-se para receber os visitantes e sistematizam uma forma de disseminar seus conhecimentos.
E) Operacionalização ética e sustentável
Cuidado na escolha e coleta dos materiais;
Garantir que não haja danos materiais ou morais de ambas as partes.

Ponto de encontro: Centro de Monteiro Lobato

Seguimos para a casa de Regina

Conversa com Regina de Fátima de Araújo, fabricante da Geleia Boa e sua convidada Ednéa Goulart, ex-aluna do antigo grupo de teatro de Tião Munheca.
Elaboração
I. Pesquisa

II. Definições temáticas

III. Seleção dos locais

IV. Contatos e visitas técnicas

V. Viabilizações
CAFÉ DA MANHÃ
CONVIDADOS
Data da década de 1950

Confeccionado em segredo por Tião Munheca e seus amigos. Com boa aceitação da população, logo criaram sua companheira, Maria-Perera

“A postura do artista leva a crer que ele encontrou no bonecão uma forma de retribuição ao povo que o acolheu em amizade e o reconheceu como figura importante na construção da identidade cultural da cidade.” (ARAÚJO, 2012)

APARECIMENTO DO PERERÃO EM MONTEIRO LOBATO
CONFECÇÃO DOS BONECOS
Realizada por várias pessoas

Cabeça: feita em duas partes (rosto e nuca), sobre um molde de barro, secadas no forno da única padaria da cidade, depois empapelada com jornal e costuradas ao corpo

Corpo: feito de jacá (cesto de taquara ou cipó) e bambu

Vestes: paletó e calça comprida feitos de chita

Pintura: feita com tinta látex ou a óleo

Após o café segue-se para a Oficina dos Pereirões

Local: Associação Cultural Montanha Encantada (Estrada do Caracol, Bairro dos Souzas)

Conversa com Sr. Antenor Guimarães, Consuelo Guimarães e a comunidade do bairro do Souza





MONTEIRO LOBATO
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