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Ana Maria Machado

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by

Enrique Santana

on 5 May 2014

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Transcript of Ana Maria Machado

Ana Maria Machado
Biografia
Curiosidades
Aprendeu a ler
sozinha, com menos de 5 anos. Deixando a mãe e a professora assustadas.
Aos 5 anos
Quando foi prestar o vestibular,
estava em duvida entre quimica e arquitetura, acabou escolhendo
geografia, pensando que aprenderia assuntos como geografia econômica
ou entenderia de modo mais
profundo a sociedade brasileira.
Mas ficou desapontada por envolver
muitos conhecimento de exatas.
Foi uma das fundadoras,
em 1980, da primeira livraria infantil no Brasil, a Malasartes (no Rio de Janeiro). A ideia surgiu em 1979, quando queria dar de presente para sua sobrinha um livro infantil, depois de procurar
em varias livrarias cariocas,
não achou nenhum que lhe agrada-se.
Ruth Rocha é sua melhor amiga e cunhada.
Ana e Ruth em Berlim, 1994.
Bibliografia
É a sexta ocupante da cadeira 1 da
Academia Brasileira de Letras (ABL),
cujo patrono é o poeta Adelino Fontoura.
Foi eleita em 24 de abril de 2003, na
sucessão de Evandro Lins e Silva, e
recebida em 29 de agosto de 2003 pelo
acadêmico Tarcísio Padilha.
Em 8 de dezembro de 2011 foi eleita para a presidência da Academia Brasileira de
Letras para o biênio 2012/2013.
Dr. Evandro Lins e Silva durante cerimônia de premiação do Prêmio Machado de Assis na ABL em 2001
Etec Prof. Armando Bayeux da Silva

2° B
2014

Enrique Santana Pires n°11 Matheus Vitti K. Priori n°26
Lucas Tadeu Rodrigues Rampazzo n°21 Rafael Valilo Bortolin n°27
Canteiros de Saturno
Essa história é meio ao contrário pois começa
com: "E então eles se casaram, tiveram uma
filha linda como um raio de sol e viveram
felizes para sempre" ou seja, com o mais
tradicional desfecho dos contos infantis. O
clássico “Era uma vez...” foi colocado ao final da
narrativa com objetivo de surpreender os leitores através de um desfecho totalmente imprevisível e soluções contrárias às encontradas na maioria dos contos de fadas. A autora escreve sobre um reino comandado por uma família real ingênua na qual o rei se espanta ao perceber que o dia havia sido roubado. Dessa forma, as personagens da trama agem de modo diferente dos padrões de comportamento encontrados na
maioria dos contos de fadas, e ainda contam com a ajuda de
um gigante adormecido, um príncipe encantado e um
Dragão Negro.

História meio ao contrário
Sinais do Mar
Ao longo de vinte anos, o mar
enviou sinais. Ana Maria
Machado soube traduzir, num
breve conjunto de poemas, suas
misteriosas mensagens. A bússula
lírica oscila entre pequenos
naufrágios cotidianos e a
celebração de uma memória pessoal. Cada
verso traz à tona uma discreta música de
fundo, uma sutil rede de som e sentido.
Neste primeiro livro de poemas, Ana
Maria Machado reencontra a longa
tradição de nosso cancioneiro.
Na vida da escritora Ana Maria Machado, os números são sempre generosos. São 40 anos de carreira, mais de 100 livros publicados no Brasil e em mais de 18 países somando mais de dezoito milhões de exemplares vendidos. Os prêmios conquistados ao longo da carreira de escritora também são muitos, tantos que ela já perdeu a conta. Tudo impressiona na vida dessa carioca nascida em Santa Tereza, em pleno dia 24 de dezembro. Vivendo atualmente no Rio de Janeiro, Ana começou a carreira como pintora. Estudou no Museu de Arte Moderna e fez exposições individuais e coletivas, enquanto fazia faculdade de Letras na Universidade Federal Afastada profissionalmente da pintura, Ana passou a trabalhar como professora em colégios e faculdades, escreveu artigos para revistas e traduziu textos.
Afastada profissionalmente da pintura, Ana passou a trabalhar como professora em colégios e faculdades, escreveu artigos para revistas e traduziu textos. Na ditadura foi presa saiu do Brasil e foi pra Europa. Lutando para sobreviver com seu filho Rodrigo ainda pequeno, trabalhou como jornalista na revista Elle em Paris e na BBC de Londres, além de se tornar professora na Sorbonne. Nesse período, ela consegue participar de um seleto grupo de estudantes cujo mestre era Roland Barthes, e termina sua tese de doutorado em Linguística e Semiologia sob a sua orientação. A tese resultou no livro "Recado do Nome", que trata da obra de Guimarães Rosa. Mesmo ocupada, Ana não parou de escrever as histórias infantis
que vendia paraa Editora Abril.
A volta ao Brasil veio no final de 1972, quando começou a trabalhar no Jornal do Brasil e na Rádio JB - ela foi chefe do setor de Rádio jornalismo dessa rádio durante sete anos. Em 76, as histórias antes publicadas em revistas passaram a sair em livros. E Ana ganhou o prêmio João de Barro por ter escrito o livro "História Meio ao Contrário", em 1977. O sucesso foi imenso, gerando muitos livros e prêmios em seguida. Dois anos depois, ela abriu a Livraria Malasartes com a ideia de ser um espaço para as crianças poderem ler e encontrar bons livros.
O jornalismo foi abandonado no ano de 1980,
para que a partir de então Ana pudesse se dedicar ao que mais gosta: escrever seus livros, tantos os voltados para adultos como os infantis. E assim foi feito, e com tamanho sucesso que em 1993 ela se tornou hors-concours dos prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Em 2000, Ana ganhou o prêmio Hans Christian Andersen, considerado o prêmio Nobel da literatura infantil mundial.
E em 2001, a Academia Brasileira de Letras lhe deu o maior prêmio literário nacional, o Machado de Assis, pelo conjunto da obra.
Do jardim na serra fluminense
ao sertão nordestino, passando
pelos bairros do Rio, as ruas de
Praga e os canais de Veneza, a
leitura deste romance é uma
viagem em companhia variada e interessante. Os personagens, que passam por questões morais ao longo do livro, são fortes e carregados de emoções.
Rio de Janeiro, 24 de dezembro de 1941
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