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Dom de Línguas e Interpretação das Línguas

Oficina de Dons
by

Ezeglair de Souza

on 21 April 2018

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Transcript of Dom de Línguas e Interpretação das Línguas

Dom de Línguas e
Dom de Interpretação das Línguas

Dom de Línguas
Assim, podemos entender que existem alguns
propósitos distintos para o uso deste dom:
2. Na adoração e oração particular.
Considerações Finais
É a capacidade, dada pelo Espírito Santo, de falar em uma língua desconhecida (estranha ao conhecimento) daquele que fala. É concedida pelo Espírito Santo (At 2.4) e não aprendida. As palavras não brotam da mente, mas do Espírito.
A Bíblia fala de línguas dos homens e dos anjos (1 Cor 13.1). Existem hoje, no mundo todo, cerca de 5.600 idiomas e dialetos. O homem que fala o maior número de idiomas, fala 55 deles. Ou seja, o maior especialista no assunto, conhece apenas 1% dos idiomas mundiais. Nem ele está apto para julgar se uma língua, por mais estranha que pareça, é um idioma falado em alguma parte do planeta. No dia de Pentecostes, algumas das línguas que os discípulos falaram foram reconhecidas (13 nações), mas outras possivelmente não.
4. Línguas como um sinal para os incrédulos.
As línguas também são usadas por Deus como um sinal de julgamento, para os incrédulos, como fizera no AT (Is 28.11), deixando o descrente consciente de que está separado de Deus, não compreendendo sua expressão e nem estando apto a expressá-la. É apenas um sinal, não uma mensagem. O efeito cessará logo. É necessário que haja também a exposição do evangelho, que gera fé (Rm 10.17).
Alguns teólogos afirmam que as línguas no Pentecostes eram uma capacitação para pregação do evangelho, mas não há evidências deste uso do dom. Nem isto era estritamente necessário, uma vez que o grego Koinê era a língua mundial, falada por muitos (Deus preparou o ambiente certo para a expansão do evangelho). As interpretações conhecidas são de expressões de adoração e louvor a Deus. Os ouvintes, no Pentecostes, não aceitaram a Jesus como resultado do dom de línguas, mas da pregação feita por Pedro, em aramaico.

Paulo afirma que seu desejo era que todos falassem em línguas (1 Cor 14.5) e ao mesmo tempo, diz que nem todos falam em outras línguas (1 Cor 12.29,30).
A manifestação do dom de línguas não elimina:
- a consciência e a inteligência humana, ao contrário da possessão maligna;
- o bom-senso de usar o dom de forma adequada;
- a necessidade de crescimento espiritual e maturidade no uso dos dons;
- a possibilidade de pecar, se não vigiar;
- a necessidade de humilhar-nos, pois o dom não nos torna super-crentes, superiores.
1. Como evidência do Batismo com o Espírito Santo.

É necessária uma evidência inicial para que se tenha certeza do recebimento do batismo com o Espírito Santo, do contrário, como se saberá que isto ocorreu?
Em 3 ocasiões, pelo menos, o batismo foi evidenciado pelo falar em outras línguas: No dia de Pentecostes (At 2.4), na casa de Cornélio (At 10.44-46) e em Éfeso (At 19.6).
Em outras 3 ocasiões, o falar em línguas não é mencionado. Mas podemos entender que esta omissão dá-se, talvez, pela brevidade dos relatos:
Em Samaria (At 8.14-19) – Houve manifestação de sinais, que chamaram a atenção de Simão, o mágico, que queria pagar por isto. Este sinal não seria o falar em línguas?
Em Jerusalém, após serem confrontados pelo conselho dos judeus (At 4.31) – Poderiam ser os mesmos que foram batizados antes, num momento de renovação?
Em Damasco, quando Saulo recebeu a visita de Ananias (At 9.17). O relato não diz que ele falou em línguas, mas Paulo tinha este dom (1 Cor 14.18).


Muitas vezes enfrentamos ocasiões difíceis, sobre as quais não sabemos como orar. Então o Espírito Santo nos ajuda (Rm 8.26-28). A mente é superada e o espírito se comunica diretamente com Deus.
Devemos orar no espírito (Ef 6.18) e também com a mente.
O falar em línguas promove a edificação própria (1 Co 14.2,4,5; Jd 20) e, portanto, deve ser usado preferencialmente na adoração particular. Paulo afirma que, na igreja, é preferível falar de modo a edificar o Corpo de Cristo e não apenas a si mesmo (1 Co 14.19).
Neste aspecto, o dom é concedido amplamente aos crentes, para comunicação com Deus, edificação particular, adoração e gratidão.
É necessário um cuidado com a falsificação deste dom. Só o Espírito Santo pode concedê-lo ao crente. Não pode ser ensinado ou aprendido.
Uma vez que é concedido pelo Espírito, não confere status de espiritualidade para ninguém. O fruto do Espírito é a demonstração genuína de vida consagrada.
O dom de línguas não deve ser um fim em si mesmo, que uma vez alcançado revela que todo o crescimento espiritual já ocorreu na vida do crente, mas deve ser um meio de se continuar buscando cada vez mais a perfeição em Cristo
O dom de línguas é um dos dons mais característicos da igreja, pois outros dons foram manifestos no AT:
Sabedoria
(Dt 34.9; 1 Rs 3.9-12),
Conhecimento
(Ex 31.3),

(Gn 15.6),
Cura
(1 Rs 17.17-23; 2 Rs 4.18-37),
Milagres
(2 Rs 1.10; 6.4-7; Ex 7.10,20),
Profecia
(2 Sm 23.2; Nm 24.2),
Discernimento
(1 Rs 14.1-6; Ex 32.17-19).
O dom de línguas
, entretanto, é manifesto pela primeira vez no dia de Pentecostes. No dia em que a Igreja manifestou-se pubicamente, falou em línguas. Isto é significativo!
Dom de Línguas
O dom de línguas é um dom de oração cujo valor, enquanto 'linguagem de louvor', não depende do fato de que um linguista possa ou não identificá-lo como linguagem no sentido corrente do termo.
É um dom que leva os fiéis a glorificar a Deus em uma linguagem não convencional, inspirada pelo Espírito Santo.
Sendo um dom do Espírito e um dom de oração,
ele deveria ser permitido onde sempre é permitido orar.
Quando se deve orar em línguas???
Falar em línguas - interpretação teológica tradicional para os fatos narrados em Atos dos Apóstolos; não admite a repetição dos fatos do Pentecostes.
Glossolalia religiosa - interpretação teológica moderna sobre os mesmos fatos, onde a admissão de que os fenômenos de Pentecostes se reproduzem nos tempos atuais gerou os movimentos pentecostais e de renovação.
Glossolalia - conceito psiquiátrico e linguístico para diversos fenômenos/fatos de fala incompreensível.
Xenoglossia - conceito psiquiátrico e fenômeno reconhecido por alguns, onde o indivíduo fala idioma que desconhece.
Por dom de línguas, pode estar à procura de:
Quando a língua é interpretada, edifica a igreja (1 Co 14.26-28, 12,13). O valor funcional das línguas com interpretação é igual à profecia. Tem o propósito de ensino (1 Co 14.6-12), adoração (1 Co 14.13-19), evangelismo (1 Co 14.20-25) e no ministério (1 Co 14.26-33).
Nada substitui a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, mas Deus também fala às necessidades individuais, através de mensagens específicas.

O uso público das línguas deve ser controlado. Sem interpretação, causa confusão. A profecia é preferível à língua interpretada, pois fala diretamente os homens, sem depender de outro dom.
Quem fala em línguas deve orar para também receber o dom de interpretação.
3. Línguas com interpretação = mensagem profética.
Esta interpretação não é necessariamente das palavras (literal), mas do sentido da mensagem, do seu significado (explicação). Como a profecia, esta mensagem deve ser julgada.

Aqui percebemos alguns pontos no uso do dom de línguas:
a) Neste aspecto, o dom é limitado na sua distribuição (1 Cor 12.11,30).
b) Deve ser empregado um por vez.
c) Deve ser interpretado.
d) Se não houver interpretação, não deve ser pronunciada em alta voz no culto público. Alguns pregadores se empolgam e falam muito em línguas no microfone, sem que se receba nenhuma mensagem.
98400-4867 – Claro
98245-7502 – Tim
ezeglair@hotmail.com
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