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Free to try, no credit card requiredO Assistente social como Agente falante
Os seus atos são falas
Ref. | Pinto, T. (2020) Análise conversacional de quadros interacionais do trabalho do/a assistente social em meio hospitalar: O encaminhar para uma unidade de cuidados paliativos. Dissertação de Mestrado em Serviço Social (dir. Michel G. J. Binet). Lisboa: Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa - Universidade Lusíada de Lisboa (ISSSL-ULL).
«Le travailleur social est un agent de la parole. (...) Ses actes sont paroles. (...) Dès lors, il faut concevoir que l'échange [conversationnel], la parole (...) occupe une place centrale dans l'exercice professionnel des travailleurs sociaux. Il en constitue l'objet premier et la référence ultime» (Soulet, 1997: 67-8).
Website: https://geacc.hypotheses.org/
Entrega: Dezembro 2019
Defesa: 03 Fevereiro 2020
Mestranda : Tânia Guia Pinto
Orientador : Prof. Doutor Michel G. J. Binet
Self-Studies
Auto-Etnografias
Competências ativadas por qualquer entrevista
Sessões de análise
das práticas
Capital experiencial adquirido
na prática profissional
p.80 | «Estudo dos etnométodos dos assistentes sociais (Soulet, 1997, p. 24), o livro tem por base empírica notas de auto-descrição e de auto-análise de episódios da vida profissional, reconstituídos por profissionais implicados como co-investigadores (...), a partir de registos memoriais ou de notas etnográficas num diário de campo».
USO DA PRIMEIRA PESSOA
DO SINGULAR
ATIVAÇÃO DA MEMÓRIA
Acompanhamento co-analítico - Maiêutica
«(...) les domaines d’activités peuvent appartenir à des micro mondes, donc à des univers spécialisés qui ne sont connus dans leur détail, dans leur langage, dans leur discrimination que par les seules personnes appartenant à un de ces micro mondes» (Vermersch, 2012 [Version en ligne]: 28).
p.161 | A importância atribuída por Stéphane Rullac às etnografias profissionais no processo de cientifização do Serviço Social (Rullac, 2012, p. 17) é a conclusão lógica da argumentação aqui traçada.
PRÁTICAS PROFISSIONAIS
Gravar e/ou filmar
as práticas profissionais
Entrevista micro-etnográfica
Ação situada e Memória
PRÁTICAS PROFISSIONAIS
RECHERCHE PRATICIENNE
Praticienne-chercheure
Reuniões
de equipa
O/a Doente primeiro
ALGUMAS CONCLUSÕES...
ASSISTENTE
SOCIAL
ASSISTENTE
SOCIAL
1
2
3
4
5
6
7
10
8
9
Capital de experiência profissional em meio hospitalar
6 ANOS
11
ASSISTENTE SOCIAL
Análise Conversacional
Etnometodológica
RECHERCHE
PRATICIENNE
Intervenção
com familiares
Oralidade
e Escrita
A prática profissional como instância de validação dos saberes produzidos no quadro académico
AS DUAS VIAS DA FORMAÇÃO À INVESTIGAÇÃO
«(...) CA requires some kind of apprenticeship or guided instruction from an already experienced practitioner. A book simply cannot teach this» (Sidnell, 2010: 20).
1-A via da pesquisa bibliográfica e da erudição livresca
2-A via da formação à investigação pela prática da investigação
Self-Studies
Uso da primeira pessoa
do singular
MaxQDA
A utilização dum Software de
Análise de Dados qualitativos
ACE
Metalinguagem descritiva e
analítica
A Pragmática como Abordagem epistemológica
Posicionamentos teórico-metodológicos da ACE
Análise Conversacional Etnometodológica
Empowerment e
quadros interacionais
Primeiro Corpus de gravações do agir profissional da/o AS em meio hospitalar, da história da investigação em Serviço Social (Portugal)
A academia não tem o monopólio da reflexividade (Michael Lynch, 2000) : A postura reflexiva é parte integrante do exercício profissional e um dos motores potenciais da própria investigação com vista à obtenção de graus académicos
Assistente Social
ORTOLANG | Armazenamento perene e Proteção de dados
Alcance e Rigor da Recherche praticienne
Análise Conversacional
Etnometodológica
Entrevista de explicitação
Análise mista, no cruzamento da ACE e da Ede
Evento interacional
gravado
"Por regra nunca é assim" : detetar e sinalizar dados "atípicos" no corpus, com base no saber experiencial acumulado enquanto profissional
Experiência anterior
Experiência posterior
Harold Garfinkel, fundador da Etnometodologia: o ator não é um "idioto cultural". Ele sabe o que faz, sendo capaz de explicitar as razões que justificam, aos seus olhos, os seus próprios atos (Accountability). O sentido da ação é o produto desta atividade de justificação racional por parte do ator, atividade reflexiva que mobilisa e torna visível a sua capacidade de auto-observação e de auto-análise. O ator comum é, segundo a expressão de Garfinkel, um "sociólogo profano".
Etnometodologia: Estudo do Homo Sapiens no Homo Faber
Revalorização dos dados memoriais : A entrevista de explicitação (Pierre Vermersch)
Escolher e descrever fenomenologicamente, na primeira pessoa do singular, o desenrolar de uma ação situada, com elevada granularidade descritiva
Corpus de gravação das sessões de co-análise
O pano de fundo de experiências passadas ou mais recentes
Fenomenologia da cognição situada e intersubjetiva | Uma descrição na primeira pessoa da atividade cognitiva do ator : definir problemas e planear ações ao longo de um atendimento, a partir da fala do utente
Estudos de corpora
O terreno profissional como terreno de investigação
Paradigma teorico-metodológico
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