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Ferramentas da Qualidade

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by

Marcelo Plens

on 31 August 2017

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Transcript of Ferramentas da Qualidade

1. FLUXOGRAMA
representação gráfica que demonstra todos os passos (
fluxos
) de um processo
permite, com precisão, a
compreensão
do processo
pelo estudo do processo é possível verificar eventuais
lapsos, problemas e gargalos

(
e também propor soluções
)
passos para elaboração
1) descreva o processo
(com detalhes)
2) desenhe o fluxograma
(símbolos)
3) desenhe
(crie)
o processo ideal
4) compare os dois processos para verificar onde diferem
(aí está o problema)
CONSIDERAÇÕES
é necessário definir os
limites
do processo e as suas respectivas
interações
utiliza-se de símbolos simples e de
fácil interpretação
(padronizados)
fácil visualização, ensino e auxilia as correções
ajuda na melhoria dos processos internos
2. FOLHA DE VERIFICAÇÃO
normalmente utilizada para responder a seguinte pergunta:
com que frequência certos eventos acontecem
?
transforma opiniões em fatos
passos para elaboração:
1) estabelecer
qual evento
será estudado
2) definir o
período
de estudo (tempo)
3) construir um
formulário
claro e de fácil manuseio (com colunas claramentes identificadas e espaços suficientes para os registros)
4)
coletar os dados
consistentemente e honestamente
(certifique-se se há tempo para a coleta dos dados)
considerações
certifique-se sobre a
confiabilidade
da amostra e do observador
certifique-se que a amostra é
confiáve
l e se o pessoal envolvido dispõe de
tempo
para executá-lo
o universo sob observação deve ser
homogêneo
, caso contrário é necessário estratificá-lo e observar cada grupo individualmente
3. gráfico de pareto
indicado quando for necessário determinar
quais problemas resolver
e qual a prioridade
elaborado a partir da folha de verificação ou em outra fonte de coleta de dados
ajuda a
focar e a dirigir a atenção
e os esforços
passos para elaboração
1) selecione os problemas a serem comparados e estabeleça uma ordem
2) selecione um padrão de comparação como unidade de medida
3) selecione um período de tempo para ser analisado
4) reúna os dados necessários
5) compare o problema com a unidade de medida utilizada (ex: o defeito “a” ocorreu “x” vezes nos últimos meses e custou “y” nos últimos meses)
6) construa o gráfico
7) adote a medida corretiva e compare os resultados
CONSIDERAÇÕES
use sempre o bom senso: eventos mais frequentes ou de maior custo não são sempre os mais importantes (02 acidentes fatais requerem mais atenção que 100 cortes no dedo)
marque o gráfico com clareza, mostrando a unidade de medida ($, %, quantidade)
curva ABC (80/20)
4. DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO (ESPINHA DE PEIXE)
foi desenvolvido para representar a relação entre o efeito e todas as
possibilidades de “causa”
que podem contribuir para que este efeito aconteça
é desenhado para ilustrar claramente as várias
causas que afetam um processo
método dos
6 M’s: (1) método; (2) meio; (3) mão de obra; (4) material; (5) máquina; (6) manutenção
passos para elaboração
1) defina claramente o
problema
(normalmente em comum acordo)
2) pesquise as
prováveis causas
(brainstorming, reuniões, entrevistas, etc.)
3) construa o
diagrama de causa-efeito
, da seguinte forma:
a) coloque o problema definido à direita;
b) desenhe as categorias de causas (método dos 6 M’s)
c) aplique os resultados da indetificação das causas (passo 02);
d) para cada causa questione:
por que isso acontece? (até chegar às causas fundamentais).
4)
interprete os resultados
CONSIDERAÇÕES
procure não sair da área de responsabilidade do grupo (para evitar frustrações)
utilize o mínimo de palavras possível
certifique-se da concordância de todos quanto à definição do problema
empregada para representar dados visualmente e monitorar um sistema, a fim de observar ao longo do tempo a existência de alterações na média esperada
é muito simples a sua utilização: é só marcar os pontos no gráfico à medida que estejam disponíveis
seu único perigo é encarar todas as variações dos dados como importantes
deve ser usada para chamar a atenção para as mudanças vitais do sistema ou processo.
o ponto indicado demonstra a medição da ocorrência observada no período
os pontos devem ser unidos para facilitar a análise e interpretação
o período de tempo estabelecido e a unidade de tempo precisam ser claramente indicados
é vital a manutenção da sequência e da ordem
utilizado para demonstrar uma distribuição de dados por gráfico de barras
um histograma envolve a medição de dados
(ex: temperatura, dimensões, etc.), demonstrando a sua distribuição
um histograma revela o quanto de variação existe em um processo.
normalmente se usa a “curva normal” (“curva do sino”)
1. o número de classe (barras no gráfico) determinará o quanto o modelo será visível
2. nem todos os processos terão a forma de sino (alguns são naturalmente inclinados)
3. a ocorrência de picos duplos indica que os dados provém de duas ou mais fontes, isto é, diferentes turnos, máquinas, etc.
1. utilizado para estudar a possível relação entre duas variáveis (relação de causa e efeito)
2. para utilizá-lo é só coletar pares de amostras de dados que se imagine serem relacionados e, na sequência, construir o gráfico
uma correlação negativa é tão importante quanto a positiva
a ferramenta só “diz” se existe relação e não aponta a causa
existem outras técnicas estatísticas para determinar a correlação (estatística múltipla)
1. utilizado para verificar quanto de variabilidade do processo é devido a variação comum e quanto é devido a causas especiais
(finalidade de verificar se o processo está sob controle)
2. o gráfico de acompanhamento do processo
(deve ser estatisticamente determinado - obrigatório)
1. colete uma boa quantidade de grupos de amostras antes de calcular os limites
2. os limites devem ser sempre calculados pela estatística
3. os gerentes devem controlar as variações naturais entre os limites
4. os dados devem ser egistrados sempre na mesma sequência
5. não interfira ou faça modificações no processo quando estiver coletando os dados
utilizado para um grupo criar ideias
pode ser estruturado ou não-estruturado
regras principais:
1) nunca criticar ideias
2) anotar tudo
3) todos devem concordar com a questão ou ela deve ser repensada
4) inicialmente escrever as palavras do participante, para posteriormente interpretá-las
5) o tempo total não deve ultrapassar 30 minutos

10. OUTRAS FERRAMENTAS (I)
análise de capabilidade
determinar se o processo, com as suas variações naturais é capaz de atender as especificações do cliente
técnica nominal de grupo (tng)
priorizar problemas a serem corrigidos;
análise do campo de forças
analisar o “poder” das forças que atuam negativamente e positivamente sobre a qualidade e, confrontá-las
lista de verificação

verificar problemas
estratificação
analisar dados e pesquisar oportunidades de melhoria
análise de variância
testes de qui-quadrado
gráficos de barras
distribuição binominal
análise de concordância
defeitos por milhão
erros por milhão
análise de tempo de ciclo
mapeamentos
análise sensorial descritiva
gráficos de controle
operações evolucionárias
storyboarding
análise de valor
testes de hipóteses
escalas de likert
gráficos de amplitude
arranjos ortogonais
distribuição de poisson
análise de causa raiz
planos amostrais
gráficos de setores
distribuição normal
análise de estratificação
tolerância
voz do cliente
padrões de trabalho
TÉCNICAS PARA
IDENTIFICAR
,
SOLUCIONAR

PROBLEMAS
E
AUMENTAR

A

EFICIÊNCIA
Prof. Marcelo Plens, Dr
www.marceloplens.pro.br - marceloplens@marceloplens.pro.br
1. FLUXOGRAMA
1. FLUXOGRAMA
2. FOLHA DE VERIFICAÇÃO
2. FOLHA DE VERIFICAÇÃO
3. gráfico de pareto
3. gráfico de pareto
4. DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO (ESPINHA DE PEIXE)
4. DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO (ESPINHA DE PEIXE)
5. carta de tendência
5. carta de tendência
considerações
6. histograma
6. histograma
considerações
7. diagrama de dispersão
7. diagrama de dispersão
considerações
8. carta de controle
8. carta de controle
9. brainstorming
10. OUTRAS FERRAMENTAS (ii)
considerações
Prof. Marcelo Plens, Dr
Graduado em Administração pela Universidade Estadual de Londrina
(UEL/PR)
M.B.A. em Gestão Empresarial Moderna pela Fundação Getúlio Vargas
(FGV/RJ)
Mestrado em Administração pela Universidade São Francisco
(USF/SP)
Doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina
(UFSC/SC)
Pós-Doutorado pelo Depto. de Economia, Administração e Sociologia da Universidade de São Paulo
(ESALQ/USP/SP)
www.marceloplens.pro.br
(18) 99749.6769
ferramentas da qualidade
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