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Logistica
Boas praticas de logistica na distribuição
Trabalho realizado por:
Ana Vieira nº16
Beatriz Moreira nº2
Mariana Queiroga nº10
Trata-se de uma peça-chave da cadeia de suprimentos. A operação logística tem como foco a gestão de toda a movimentação da empresa – da matéria-prima ao produto acabado, desde o fabricante até o consumidor final.
Para colocar a operação logistica em pratica, é necessário fazer o planeamento e controle de todo o fluxo de materiais, serviços e informações
Neste processo podemos considerar quatro pilares:
Tem foco na gestão de veículos e motoristas, bem como escalas pensando no cumprimento de regras como a Lei do trabalho para os motoristas. Além de envolver o planeamento de melhores rotas e otimização de percursos, para que o veículo nunca rode vazio, o que é o mesmo que gastar recursos sem obter lucro.
Também é uma tarefa que envolve foco em prazos, organizando qual mercadoria deve ser entregue em qual lugar e para qual cliente.
1. Localizar os pedidos
2. Organizar o stock
3. Alinhar o processo com fornecedores
4. Padronizar os processos
5. Automatizar processos
6. Usar checklists
7. Monitorizar o transporte
8. Acompanhar indicadores de performance
9. Ficar de olho na satisfação do cliente
10. Procurar melhorias
É imprescindível conhecer quais regiões o negócio atende, com qual frequência e intensidade. Assim, é possível compreender os produtos que possuem maior saída por período, em que existam mais vendas.
A organização de stock é o que garante bons índices de produtividade e reduz desperdícios, avarias e perdas. E equilibra os custos operacionais.
A organização de stock é dividida em 4 processos:
É uma forma de melhorar as parcerias e garantir o melhor custo-benefício nas suas compras.
Ao compartilhar e alinhar estratégias, irá ter maior controle sobre imprevistos, que costumam impactar fortemente o fluxo logístico, com processos de reposição e entrega de mercadorias afetados.
Pode parecer um conceito óbvio, mas nem sempre os gestores conseguem fazer isso na prática. Tão importante quanto á identificação de ações, é preciso definir métodos para que o fluxo logístico faça sentido, ou seja, elimina obstáculos produtivos e busca melhorias no desenvolvimento das atividades.
A automação aprefeiçoa a realização de atividades, uma vez que o próprio sistema simplifica procedimentos e facilita a comunicação integrada entre setores, desta maneira, garante maior agilidade, segurança e confiabilidade de informações
Os checklists digitais são listas automatizadas que podem ser personalizadas a depender da sua necessidade. Isso faz com que a gestão seja facilitada, uma vez que o sistema é alimentado com dados da operação de forma organizada e padronizada.
A monitorização de cargas é essencial para o gestor saber qual é o estado de determinada carga. Tudo em tempo hábil para tomadas de decisão e criação de ações mais eficazes, assegurando que o prazo acordado será cumprido, ou seja, o ideal é que o cliente também possa fazer esse acompanhamento pelo rastreamento de suas cargas. Dessa forma, é possível oferecer mais transparência e confiabilidade, aprimorando o relacionamento com os clientes.
Assim que as metas de desempenho forem estabelecidas, deve-se debruçar sobre os indicadores de resultados. Os KPIs (Indicador-chave de desempenho) são ótimas formas de compreender a operação logística em cada um de seus pormenores.
Para isso, é preciso recolher dados da operação e analisar tudo o que foi cumprido e o que deixou a desejar.
O acompanhamento do nível de serviço permite avaliar o grau de satisfação com relação aos resultados obtidos em determinado processo.
Por meio desse indicador é possível fazer uma análise ainda mais profunda e avaliar os principais obstaculos que fazem com que os índices não sejam satisfatórios.
São métodos de análises de processos que visam identificar falhas e encontrar soluções para eliminá-las ou minimizar os seus impactos, ou seja, é sempre possível otimizar a execução das atividades e obter importantes benefícios.
Entre as vantagens, estão: