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Coube a um dos países vencedores da guerra, a Grã-Bretanha, administrar a região da Palestina após a guerra.
Em 1920, os britânicos criaram o chamado Mandato Britânico da Palestina, uma comissão de administração de todo o território palestino, dos lados do rio Jordão, por assim dizer. Esse mandato atravessou o período entreguerras, a Segunda Guerra Mundial e só teve fim em 1948.
duplo fenômeno na região do Oriente Médio: a radicalização de uma parte do movimento sionista e a também a radicalização da ideologia nacionalista muçulmana, que absorveu muitos pressupostos do antiocidentalismo da Irmandade Muçulmana (criada em 1928) e do antissemitismo nazista
Os palestinos, inflamados pelo pan-islamismo e o antissemitismo, passaram a contestar a presença dos judeus naquele território e começaram a promover ataques às instalações judaicas na Palestina. Os judeus, de sua parte, responderam com a formação de uma força paramilitar chamada Haganah, que logo se tornou a base para um proto-estado judaico a partir do Yishuv (do assentamento que já havia), arquitetado pelo sionista David Ben-Gurion.
Diante do agravamento dos fatos, os ingleses repassaram o problema para a recém-criada Organização das Nações Unidas (ONU), que criou o Comitê Especial para Palestina (UNSCOP) a fim de tratar da decisão pela partilha territorial. O eleito para a Assembleia Geral de 1948, que ficou encarregado de gerir essa questão, foi um brasileiro que havia sido ministro de Getúlio Vargas: Oswaldo Aranha. Aranha advogou em favor da criação do Estado judaico e conclamou uma votação de delegados das nações então constituídas.
Todos os países árabes votaram contra a criação de Israel e a divisão do território. Alguns países ocidentais, como a Inglaterra, não votaram, mas a maioria votou a favor. O Estado de Israel foi então declarado oficialmente existente. O líder judeu que encabeçou todo o processo, contornando a ala radical, era ainda Ben-Gurion. Foi ele que, inclusive, assinou a declaração de Independência de Israel no Museu Nacional de Tel Aviv, e, depois, foi eleito o primeiro-ministro da república parlamentarista de Israel.
No mesmo ano em que foi reconhecido como Estado oficialmente existente, Israel já teve de lidar com a primeira de muitas guerras que viria a enfrentar contra os Estados Árabes, que, diga-se de passagem, por muito tempo não reconheceram o direito de Israel de existir.
Em 1947, a ONU decidiu criar o Estado de Israel, dividindo o território da Palestina, que estava sob comando britânico, em dois.
Os judeus ficaram satisfeitos com a proposta mas os palestinos não.
Em 1948 começou o conflito conhecido como a Guerra da Independência (pelos judeus) ou Catástrofe ( pelos palestinos já que milhares deles tiveram que fugir ou foram expulsos).
O conflito acabou em 1949, após um cessar-fogo.
Apesar do cotidiano conturbado da região, Israel conseguiu estabelecer uma economia estável e é um dos Estados mais poderosos, econômico e militarmente, do mundo.
No dia 18/04, a partir do pôr do sol, os judeus deram início às comemorações.
Apesar da data ter sido 14 de maio, os judeus comemoram nesse dia pois seguem o calendário judaico.
No início da noite, os israelenses se reuniram para celebrar com discursos, shows, fogos de artifício e bandeiras estendidas.
A cerimônia contou com um musical da história judaica que retratou acontecimentos bíblicos.
Cerimômia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aproveitou o momento para reafirmar o compromisso de seu país com Israel. “Não temos melhores amigos em nenhum lugar. Ansioso para mudar nossa embaixada para Jerusalém no próximo mês.”
Em dezembro passado, Trump reconheceu formalmente Jerusalém como capital de Israel e prometeu levar a embaixada dos EUA para a cidade sagrada.
Em janeiro, ele anunciou que o processo seria acelerado e que uma nova instalação seria inaugurada em 14 de maio, coincidindo com o aniversário de Israel.