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Frida Kahlo
Porta-retrato com macaco, 1940.
1979
Vendido por USD 44.000,00
1989
Comprado pela Madonna por
USD 1.000.000,00
“Ando num estado que é uma
grande mer-avilha...
...Pareço um chiclete mastigado e tenho vontade de dormir o dia inteiro, toda mole e fuc-bulous. Tenho estado para baixo e não sei exatamente que diabo está acontecendo comigo.”
15/12/1941
“A dor é tamanha que não a desejaria a ninguém.
Ë muito intensa e ruim.”
30/06/1946
“ Estou, como sempre, enferma. Veja como isto é maçante. Não sei mais o que fazer, já que estou assim há mais de um ano e estou farta. Tenho uma porção de queixas, como uma velha!”
10/01/1927
o paciente
"poliqueixoso"
Lo que el agua me dio
1938
“Não tenho vontade de fazer nada.
Nasci para ser um jarro de flores e nunca sair da sala de jantar. Estou buten, buten, entediada.”
10/01/1927
“Estive muito doente e muito triste; você não imagina o nível de desespero a que se pode chegar estando doente assim. Sinto um mal estar pavoroso, que não consigo descrever, e, além disso, uma dor que nada é capaz de eliminar.”
25/04/1927
“Não consigo fazer nada senão chorar e, às vezes, nem isso. Nada me diverte; não tenho uma única distração – apenas tristezas. Todas as pessoas me chateiam muito. Não tenho como lhe descrever meu desepero”
25/04/1927
A queixa predominante é uma dor persistente, intensa e angustiante, dor esta não explicável inteiramente por um processo fisiológico ou um transtorno físico,
e ocorrendo num contexto de conflitos emocionais e de problemas psicossociais suficientemente importantes para permitir a conclusão de que os mesmos sejam a causa essencial do transtorno. (...)
A. Um ou mais sintomas somáticos que causam aflição ou resultam em perturbação significativa da vida diária.
B. Pensamentos, sentimentos ou comportamentos excessivos relacionados aos sintomas somáticos ou associados a preocupações com a saúde (...)
C. Embora algum dos sintomas somáticos possa não estar continuamente presente, a condição de estar sintomático é persistente (em geral mais de seis meses).
Não é apropriado dar a um indivíduo um diagnóstico de transtorno mental unicamente por não se conseguir demonstrar uma causa médica.
Ademais, a presença de um diagnóstico médico não exclui a possibilidade de um transtorno mental comórbido, incluindo um transtorno de sintomas somáticos e transtornos relacionados.
Em virtude do foco predominente na ausência de uma explicação médica, os indivíduos consideravam esses diagnósticos como pejorativos e degradantes, como se sugerissem que seus sintomas físicos não fossem "reais".
“O problema é que aqui em casa ninguém acredita que eu esteja realmente mal, porque nem ao menos consigo dizê-lo.
Eles acham que a culpa é minha.”
25/04/1927
“Pergunte quanto tempo ele acha que levará para me fornecer um diagnóstico, considerando que estarei levando radiografias, exames e toda a sorte de quinquilharias desse tipo: 25 raios-x de minha coluna, perna e pata de 1946.
Se for preciso fazer outros aí, estou disposta a qualquer incômodo.”
14/02/1946
“Estou fazendo um tratamento à base de injeções com um certo Dr. Eloesser, que é de origem alemã.”
21/11/1930
“A única coisa boa é que estou me acostumando a sofrer.”
5/12/1925
1907 - 1954
Minha pintura traz a mensagem da dor.
1953