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O trabalho que vamos apresentar é sobre a crise financeira que ocorrida em Portugal no final do século XIX, que resultou do endividamento sucessivo, do aumento da dívida pública e de uma crise no setor bancário. Foi também um fator determinante na queda da monarquia e na implementação da república.
Origens da crise:
Visão de Ramalho Ortigão
Ramalho Ortigão foi um escritor e jornalista que juntamente com Eça de Queiroz publicaram mensalmente caricaturas da sociedade portuguesa (jornalismo de ideias, de crítica social e cultural.
No doc.1 defende o equílibrio das contas públicas através da política de ganhar o máximo e gastar o mínimo.
Consequências da crise:
Soluções tomadas pelo governo
Projeto Fontista
As más heranças do período da Regeneração juntamente com a ineficiência das medidas fontistas, nunca permitiram atingir o equilíbrio das contas, sendo assim o crescimento económico nunca é conseguido uma vez que as receitas são inferiores às despesas
A crise que afetou mais recentemente Portugal foi a de 2010, que se iniciou a partir da crise global de 2007. Tal como na década de 90, o Estado português entrou em bancarrota pois não cumpriu os compromissos de amortização da dívida e também pelas conjunturas externas.
Na crise atual ouvimos falar na grande emigração em consequência do agravamento do custo de vida, nos cortes em serviços básicos, em falências que criam desemprego, na utilização dos cofres públicos para salvaguardar empresas privadas, redução dos salários do setor público, no aumento da tributação, no descontentamento social (greves). Podemos encontrar estas carateristicas em ambas as crises, criando um parelelismo entre a crise de 90 e a de 2010.
"A História sempre serviu para distingir o bem do mal" uma frase de José Mattoso e achamos que se adequa com o nosso trabalho, uma vez que Portugal teve duas crises com causas muito idênticas mas desfechos diferentes, a História serve para explicar o que aconteceu e não deixar que se repita.
Carlos Vouga
João Paredes