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Moral dos senhores,

moral dos escravos

"...bom, nobre", que significam também alguém que é, que tem realidade, que é real, verdadeiro. Já as palavras "mau, feio", como tímido, covarde, homem comum, pele escura, plebeu (Nietzsche, 1998, p.22).

Abner, Arthur, Larissa, Leticia e Maria

Friedrich Nietzsche

filósofo alemão, nasceu em 1844 e morreu em 1900

Friedrich Nietzsche

Moral senhor-escravo

Nietzsche não estava simplesmente caracterizando duas morais, mas sim, duas maneiras (mecanismos) pelos quais uma moral pode nascer, crescer, desenvolver-se; a moral nobre e a moral escrava

Moral senhor-escravo

resumo

resumo

Segundo o filósofo, a nobreza cavalheiresco-aristocrática cria para si o termo “bom”, no sentido de se auto-afirmarem de categoria superior. Não obstante, esta mesma nobreza também cria o termo “ruim” para se referir ao que é baixo, plebeu e comum. Por outro lado, o ressentimento inverte este modo de valoração nobre e parte do outro para se designar: criam o “mau” referindo-se àqueles nobres, e “bom” referindo-se a si mesmo como oposto ao que for nobre

Tabela

A moral dos senhores

  • Nobreza cavalheiresco-aristocrática
  • "Bom = nobre = poderoso = belo = feliz = caro aos deuses"
  • “Toda moral nobre nasce de um triunfante Sim a si mesma”
  • A nobreza-aristocrática desenvolveu para si o conceito “bom”, no sentido de ser espiritualmente bem nascido ou privilegiado; e juntamente com este conceito vem outro, o “ruim”, no sentido de ser plebeu, comum e baixo

A moral dos escravos

  • Homens do ressentimento
  • Essa moral teve surgimento com o sacerdote, mais especificamente, o sacerdote judeu
  • No mundo do ressentimento, seus integrantes precisam mentir para si mesmos para inventar seus valores e fabricar ideais
  • Será a partir desse modo de valorar o mundo que o ressentimento cria os valores “bom” e “mau”

a diferença/semelhança entre nobre e escravo proposta por Nietzsche

  • Na moral nobre, temos o "bom", de um lado, e o "ruim", do outro; já na moral escrava, a `oposição' é entre "bom" e "mau"
  • Nobre e escravo apresentam nas bases de suas constituições, não só a crueldade, mas também a necessidade de crueldade que sempre acompanharam o homem
  • A diferença é que, enquanto aquele vê, na sua crueldade, um motivo para festa e comemoração este se envergonha disso, envergonha-se do seu parentesco com os animais, envergonha-se do seu inumano e, na tentativa de negá-lo, direciona-o contra si próprio, Essa negação, portanto, passa a ser o princípio de tudo, o centro gravitacional que produz valores, os "maus" e os "bons" costumes

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