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Escola Secundária de Santo André 2019/2020
(andar com a seta)
A Turquia é um país que fica no médio oriente, estando na fronteira do continente Europeu e Asiático. Para muitos especialistas a Turquia está envolvida numa polémica sobre a qual continente devia fazer parte. Desde 1963, altura em que assinou o Acordo de Ancara, a Turquia tem tentado desenvolver relações mais estreitas com os países da antiga CEE e atual UE. Em 1951 assinou o Tratado de Paris que criou a CECA. Em 1995 a Turquia assinou um acordo de união aduaneira sendo em 1999 oficialmente candidata. Mas só em 2005 começaram as negociações. Existem vários entraves à adesão como a cultura do povo turco, como os direitos humanos, ... O processo de adesão da Turquia durará até 2021.
A Islândia é um país dentro do Continente Europeu que ao contrário da Turquia teve pouco tempo de negociações. Apresentou candidatura em 2009 e apesar de várias negociações, uma mudança de governo em 2013, as negociações foram suspensas sendo que, a Islândia acabou por desistir em 2015.
CRITÉRIOS DE COPENHAGA - Critérios de Adesão
O Tratado da União Europeia define as condições, art. 49, e os princípios, art. 6, n.º 1, que qualquer país que pretenda aderir à União Europeia (UE) deve respeitar.
Para serem aceites, os países têm de cumprir determinados critérios, também designados por os critérios de Copenhaga, estes foram formulados pelo Conselho Europeu de Copenhaga em 1993 e reforçados pelo Conselho Europeu de Madrid em 1995.
Esses critérios são:
Para que as negociações de adesão à UE sejam iniciadas, o país tem de cumprir o primeiro critério.
PECO - Países da Europa Central e Oriental.
Trata-se de 10 Países da Europa Central e Oriental (PECO):
Com o alargamento da União Europeia, Portugal tende a sofrer de algumas consequências negativas (dificuldades / desafios), como por exemplo, o aumento do carácter periférico, o desvio de fundos de investimento estrangeiro, a deslocalização de algumas empresas, o aumento da concorrência das exportações portuguesas e a redução dos fundos estruturais.
Portugal apresenta algumas vantagens atrativas para o investimento estrangeiro e importantes para a competitividade das empresas:
A proteção do ambiente é essencial para a qualidade de vida das gerações atuais e futuras, o desafio é combinar a proteção do ambiente com o crescimento económico. Estas questões são uma preocupação transversal da UE, desde da sua fundação até à atualidade:
Tendo em conta as medidas políticas tomadas para proteger o ambiente, Portugal pode definir três fases distintas:
Em 1983 foi definida a Reserva Ecológica Nacional (REN), um instrumento que tem contribuído para proteger os recursos naturais, especialmente a água e o solo.
Em 1990, o ambiente volta a ganhar destaque político com o aparecimento do Ministério do Ambiente e Recursos Naturais.
O programa comunitário de ação em matéria de ambiente lançado em 2002, retomou o conceito de desenvolvimento sustentável da CNUAD. Para fazer face aos desafios ambientais da atualidade, há que tomar uma abordagem estratégica, que deve utilizar diversos instrumentos para influenciar a tomada de decisões nos círculos empresariais e políticos dos consumidores e cidadãos. Este programa realça 4 domínios de ação, sendo eles as alterações climáticas, a natureza e biodiversidade, o ambiente, saúde e qualidade de vida e gestão de recursos naturais e de resíduos.
O Protocolo de Quioto obrigava os países desenvolvidos a limitarem a libertação de gases de efeito de estufa. Portugal é um dos países que cumpre com as metas estabelecidas em Quioto. Portugal gastou cerca de 40 milhões euros (até 2012) para cumprir os objetivos e das metas, de tal forma que o aumento máximo previsto era de 27% emissão de CO2 e Portugal cumpriu a meta onde atingiu somente 19% de emissão de CO2.
Portugal começou o século XXI com altas emissões de CO2,com a revolução industrial na Europa, sendo elas superiores à média esperada. Foi então que a partir de 2008, graças ao crescimento de utilização de fontes energéticas menos poluentes e fontes renováveis, como a instalação de centrais termoelétricas, aperfeiçoamento da eficiência dos automóveis, melhoria da eficiência da indústria e a melhoria da qualidade dos combustíveis conseguiu alcançar as metas de Quioto.
A UE está na primeira linha das principais economias a combater as emissões de gases com efeito de estufa (GEE).
Vários países encontram-se com valores acima da Média da União Europeia em relação a produção de toneladas de CO2, o Luxemburgo (talvez pelo seu tamanho) é o país que mais toneladas produz em média mais do dobro que os restantes países da UE, seguida pela Estónia, segundo país com maior índice de produção de toneladas de CO2. Os restantes países apresente um decréscimo progressivo, sendo a Letónia o país menos poluente.
Os sectores da energia, água e saneamento e da indústria foram os que mais contribuíram para o potencial de efeito de estufa, em 2011, pesando 29,9% e 25,2%, respetivamente. As famílias surgem em terceiro lugar nesta lista, responsáveis por 17,6% das emissões, com tendência a aumentar este peso.
Com base no gráfico da evolução da concentração média anual de PM10 e do número de estações que monitorizam estas partículas, verificou-se que de 2000 a 2012, a concentração média anual de PM10 desceu bastante. De 2000 a 2007 houve uma subida de 16 μg/m3 (30 a 46 μg/m3), no ano a seguir de 2008 a 2012 de 20 μg/m3 passamos a ter 26 μg/m3.
A descida de μg/m3 verificou-se também na União Europeia.
Com os elevados níveis de PM10 na atmosfera, os seres humanos podem sofrer de alguns efeitos negativos. Essas partículas podem penetrar-se no sistema respiratório e causar inúmeras doenças tanto respiratórias como cardíacas bastantes graves, pois podem entrar na corrente sanguínea, provocando doenças, como por exemplo asma e pneumonia.
Com base no manual (fig.5 da página 259) observamos um gráfico que nos diz o Índice de Qualidade do Ar, nas regiões de Portugal, em 2012.
As duas regiões com maior número de dias cuja qualidade do ar foi classificada como muito boa foi Porto Litoral e Vale do Ave.
Porto Litoral
O Material Particulado (sigla em inglês, PM, de particulate matter), são partículas muito finas de sólidos ou líquidos suspensos no ar. Para ser considerado PM, as dimensões das partículas devem variar (diâmetro) desde 20 μm até menos de 0,05 μm. Existem diversas PM: Partículas Totais em Suspensão (PTS), Partículas Inaláveis (MP10), Partículas Inaláveis Finas (MP2,5) e Fumaça (FMC).
Os três principais objetivos que a política regional se concentra, são:
O Comité de Regiões é que garante a participação dos representantes regionais na definição das demais políticas comunitárias, como por exemplo, a redução das diferenças estruturais existentes entre as regiões, o desenvolvimento equilibrado do território comunitário e a promoção de uma igualdade de oportunidades efetiva entre as pessoas.
A criação do Comité das Regiões reforçou a política regional, aumentando a participação dos poderes regional e local, que passou a ser obrigatória, nas decisões comunitárias.
A Europa está a atravessar um período de transformação. A crise anulou anos de progresso sócio-económico e expôs as fragilidades estruturais da economia europeia.
Para ter êxito, a Europa deve atuar de modo coletivo, enquanto União, desenvolvendo estratégias que ajude a Europa a sair mais forte da crise transformando a UE numa economia mais inteligente, sustentável e inclusiva para proporcionar elevados níveis de emprego.
A Estratégia Europa 2020 veio substituir a Estratégia de Lisboa, esta contém grandes oportunidades para as organizações de luta contra a pobreza. A Estratégia Europeia 2020 estabelece progressos muito importantes, tais como:
Os objetivos de natureza estratégica da Programa Operacional Temático Valorização do Território enquadram-se nos grandes objetivos da Agenda Operacional para a Valorização do Território:
As duas vantagens do alargamento da União Europeia, para Portugal são o aumento da qualidade de vida dos cidadãos, devido à adoção das políticas comunitárias pelos novos estados-membros, ao nível do ambiente, da luta contra o crime, drogas e imigração ilegal.
Outra vantagem, é o aumento da segurança e da paz no continente, contribuindo para o aumento da zona de estabilidade na Europa.
No espaço da União Europeia existem várias preocupações ambientais. As principais são a poluição atmosférica e sonora, da água e do solo, o combate das alterações climáticas e do consumo e produção sustentável.