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Esse período (início do século XX até a Semana de Arte Moderna, em 1922) foi uma transição entre o simbolismo e o modernismo.
1° fase:
1903 - 1962
1886 - 1973
1897 - 1976
literatura brasileira era essencialmente academicista e influenciada pelos moldes europeus
os primeiros modernistas deram o “grito de independência” cultural
No início do século XX com os pré-modernistas
Erro de português
Quando o português chegou
Debaixo de uma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena!
Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português.
(Oswald de Andrade)
interesse em romper drasticamente com qualquer forma de cultura que não fosse construída sobre bases nacionais: esse era o projeto da fase heroica do modernismo
•Manuel Bandeira
•Mário
•Oswald de Andrade
Semana de Arte Moderna de 1922
• 13 e 18 de fevereiro no Teatro Municipal de São Paulo
• desvencilhar a arte produzida no Brasil da cultura tradicional europeia.
•reuniu grandes nomes das artes plásticas
-> Anita Mafaltti;
-> Di Cavalcanti;
-> Brecheret.
Clara Elisa n° 07
Fernando alves n°10
Julia valente n° 13
Lucas Santos n°17
Mariana Godoy n°20
Vitor Lucas n°32
Assinale a alternativa em que se encontram preocupações estéticas da Primeira Geração Modernista:
a) Principal corrente de vanguarda da Literatura Brasileira, rompeu com a estrutura discursiva do verso tradicional, valendo-se de materiais gráficos e visuais que transformaram a estrutura do poema.
b) Busca pelo sentido da existência humana, confronto entre o homem e a realidade, reflexão filosófico-existencialista, espiritualismo, preocupação social e política, metalinguagem e sensualismo.
c) Os escritores de maior destaque da primeira fase do Modernismo defendiam a reconstrução da cultura brasileira sobre bases nacionais, revisão crítica de nosso passado histórico e de nossas tradições culturais, eliminação do complexo de colonizados e uso de uma linguagem própria da cultura brasileira.
d) Amadurecimento da prosa, sobretudo do romance, enfoque mais direto dos fatos, influência da estética Realista-Naturalista do século XIX e caráter documental, como no livro Vidas secas, de Graciliano Ramos.