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Quem não te respeita não te merece !!!
Violência no namoro não é opção
Trabalho realizado por:
José Guilherme , nº15
José Lopes , nº16
Martim Mendes ,nº 19
Se me amas cuidas de mim....
José Guilherme
O abuso pelo parceiro violento pode tomar várias formas, inclusive agressões físicas tais como golpes, bofetadas e pontapés, abuso psicológico como menosprezo, intimidação e humilhação constantes, coerção sexual, dentre inúmeras outras possibilidades. A violência é um fenómeno multidimensional e que apresenta várias consequências tanto para os agressores como para as pessoas que são prejudicadas por ela.
É aquela em que o homem ou a mulher sofre de maus tratos físicos, como murros, queimaduras, mordeduras, agressão com armas/ objectos, pontapés, cuspir, etc.
Este tipo de violência afecta a auto-estima da vitima, provocando vergonha através de insultos, chantagens e ameaças.
Neste tipo de violência, a vítima é obrigada a praticar actos sexuais contra a sua vontade, chamar de prostituta, toques não desejados, forçar a ter relações sexuais com outras pessoas, exigir relações sexuais quando a vitima está cansada, doente ou depois de lhe ter batido, entre outras.
É normalmente utilizada para incomodar outras pessoas, como insultos, chamar nomes, fazer comentários cruéis, berrar, etc.
É normalmente utilizada através da critica de sentimentos, deitar abaixo devido a defeitos físicos, interromper quando está a falar, controlar e proibir o uso do telemóvel/ telefone, não terem atenção as opiniões do parceira (o), etc.
Utilizada através de tirar dinheiro ao parceiro(a), obrigar a vítima a pedir dinheiro ao agressor e prestar-lhe contas, controlar despesas, entre outras.
-Agressão não é opção!
-Quem agride não ama!
- STOP Agressão!
- É no namoro que tudo começa!
- E só tu podes decidir quando acaba!
- Não deixes que te magoem, quer física quer psicologicamente!
É um ato de violência, pontual ou contínua, cometida por um dos parceiros (ou por ambos) numa relação de namoro, com o objetivo de controlar, dominar e ter mais poder do que a outra pessoa envolvida na relação.
A violência no namoro não é uma brincadeira de crianças e pode acabar na sala de audiência de um tribunal. Basta apresentar queixa-crime contra o agressor. A possibilidade existe desde 2013, quando o Código Penal incluiu no artigo 152.º, relativo ao crime de violência doméstica, uma alínea sobre as relações de namoro. Mas tanto rapazes como raparigas desconhecem a lei. Continuam a praticar relações imperfeitas, com doses de violência psicológica e física inimagináveis. Muitos cresceram num ambiente familiar violento, limitam-se a reproduzir o padrão que conhecem. Se não forem travados a tempo, podem ficar agressores a vida toda. As vítimas podem também nunca mais deixar de o ser.
Impõe-se, portanto, denunciar estas situações para impedir tragédias futuras. Fazer um acompanhamento especializado aos dois, agressores e vítimas. Explicar que atitudes como o insulto, a ameaça, a humilhação e a proibição não se legitimam. Que em caso algum se deve bater. E que nunca se faz pressão para ter um beijo, muito menos sexo.
Como prever?
A violência no namoro é sempre antecedida por agressoes psicologicas, como um dos parceiros impedir que o outro tenha contacto com determinadas pessoas; um dos parceiros ridicularizar, não prestar atençao ou humilhar publicamente o outro; ameaçar, gritar ou partir coisas para intimidar o outro; ceder frequentemente a pressões e a exigências no campo sexual contra a vontade própria.
Consequências
Podemos dizer que a violencia no namoro, é um ato de violência pontual ou continua cometida por um ou por ambos os parceiros numa relaçao de namoro.
Algumas das consequecias da violencia no namoro são:
Perda de apetite e emagrecimento excessivo
Dores de cabeça e nodoas negras
Nervosismo, tristeza, ansiedade
Sentimentos de culpa.
Auto estima baixa
Confusão
Depressão
Isolamento
Gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissiveis
Baixa dos rendimentos escolares e abandono escolar
Tentativas de suicidio ou mesmo suicidio, homicidio
Quem são as vítimas?
Se nas relações de violência entre adultos é mais comum ser a mulher subjugada ao poder do homem, aqui as probabilidades são de igual para igual. A única diferença está no tipo de agressão.
As raparigas recorrem mais à violência verbal e psicológica e os rapazes fazem-se valer da violência física, para ferir ou magoar a vítima. Esta poderá então experienciar vergonha e culpa; desconfiança e insegurança, medo e solidão, mas também tristeza e ansiedade.
Para terminar uma relação assim é necessário muitas vezes apoio. Quer seja dos pais, de professores, de um psicólogo ou outro adulto de referência (ex.: treinadores), ou mesmo de uma associação como a APAVDe facto, para além de instituições informativas e de apoio como a própria APAV, os jovens podem sempre recorrer aos hospitais e centros de saúde para uma ajuda médica e/ou psicológica; às autoridades policiais, onde poderão apresentar queixa e informarem-se dos trâmites legais associados; à escola que pode acompanhar o caso e o jovem de perto.
A APAV apoia pessoas vítimas de crime, seus familiares e amigos, de forma gratuita e confidencial.
Oferecemos um apoio prático, psicológico, jurídico e social. Os/as nossos/as Técnicos/as de Apoio à Vítima são especializados no apoio a pessoas que foram ou são vítimas de algum tipo de crime e estão disponíveis para o ouvir, garantindo a confidencialidade e o respeito pela sua autonomia.
Se for vítima de um crime ou conhecer alguém que o seja, poderá contactar-nos e conversar com um/a dos/as nossos/as Técnicos/as de Apoio à Vítima, que irão ajuda-lo/a a lidar com o impacto que o crime deixou na sua vida ou indicar-lhe como poderá ajudar um familiar ou amigo que tenha passado por situação de cime.
Ouvimos, informamos e apoiamos cada pessoa, com base nas suas necessidades e nas características e contexto do crime de que foi alvo.
Seque abaixo o link do vídeo sobre a temática.