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Os Colombos
Os primeiros exemplares da Mensagem foram publicados em outubro de 1934, sendo este o único livro de poesia em português publicado em vida por Fernado Pessoa.
Esta obra divide-se em três partes:
O “Mar Português” faz referência aos feitos realizados pelos navegadores portugueses.
Nesta parte Fernando Pessoa fala do sonho marítimo português, falando de pessoas e acontecimentos dos descobrimentos que exigiram uma luta contra o desconhecido e a natureza.
Outros haverão de ter
O que houvermos de perder.
Outros poderão achar
O que, no nosso encontrar,
Foi achado, ou não achado,
Segundo o destino dado.
Mas o que a eles não toca
É a Magia que evoca
O Longe e faz dele história.
E por isso a sua glória
É justa auréola dada
Por uma luz emprestada.
a
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b
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c
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Outros haverão de ter
O que houvermos de perder.
Outros poderão achar
O que, no nosso encontrar,
Foi achado, ou não achado,
Segundo o destino dado.
Mas o que a eles não toca
É a Magia que evoca
O Longe e faz dele história.
E por isso a sua glória
É justa auréola dada
Por uma luz emprestada.
Outros haverão de ter
O que houvermos de perder.
Outros poderão achar
O que, no nosso encontrar,
Foi achado, ou não achado,
Segundo o destino dado.
Nesta estrofe Fernando Pessoa refere-se aos navegadores estrangeiros da época dos descobrimentos dizendo que só conseguirão explorar as terras que os portugueses não quiseram conquistar, dizendo ainda que o destino está traçado e cada país conquistará apenas o que lhe está destinado.
Nesta estrofe reforça-se a ideia de que o importante são as conquistas espirituais e não as materiais.
As conquistas espirituais do povo português foram maiores que as conquistas de todos os outros países.
Outros haverão de ter
O que houvermos de perder.
Outros poderão achar
O que, no nosso encontrar,
Anáfora
Antítese
Fui achado, ou não achado,
FIM