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Alice no País das Maravilhas (Outra História)

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by

Emer Merari Rodrigues

on 24 June 2014

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Transcript of Alice no País das Maravilhas (Outra História)


A história de Alice é, na realidade, triste. Lembrem-se que os grandes contos de fadas são de outra época, a realidade era diferente e os valores extremamente conservadores.

Então, ter uma filha esquizofrênica era considerado uma aberração, um crime. Os pais de Alice decidiram deixá-la em um sanatório, e ela permanecia, na maior parte do tempo, dopada.

Quando não estava sob efeito de remédios, era violentada pelos funcionários. A menina tinha apenas 11 anos.

Cada um dos personagens e objetos da história, tem a ver com um desejo ou experiência de Alice.

Alice no
País das Maravilhas
O buraco pelo qual ela entra no País das Maravilhas, é, na verdade, uma janela de seu quarto, onde ficou presa durante toda a vida, pela qual ela desejava sair e conhecer o mundo à sua volta.
O coelho branco, para ela, representava o tempo. Aquele tempo que ela desejava que passasse logo, para que um dia ela pudesse sair daquele lugar.
O tempo que ela via passar tão rápido, porém tão lento...
O Chapeleiro M
aluco, era outro interno, seu
melhor amigo.
Alguém que deix
ava sua vida no hospital me
nos amargurada, com
quem criava várias teorias
de como seria a vida lá fora.
O rapaz, em realida
de, sofria de Síndrome
Bipolar, por isso a personalidade do
Chapeleiro na história,
o mostrava ora alegre, ora depressivo,
ora calmo, ora
irritado.
A Lebre, companheira do Chapeleiro, era a menina que dividia o quarto com ele.
Ela sofria de depressão profunda, e todas as vezes que Alice teve contato com ela, encontrou-a num estado de terror e paranoia.
O gato de Cheshire: Era um dos enfermeiros, em quem Alice confiou,
mas acabou por enganá-la e violentá-la.

O sorriso do gato, aquele que é tão marcado, era na verdade o sorriso obscuro que seu agressor abria, cada vez que lhe abusava, e a deixava jogada em um canto de sua acomodação, derrotada, triste e ofuscada.

A Rainha de Copas: a diretora do sanatório. Uma mulher má e desprezível, que não sentia sequer um pingo de compaixão para com os enfermos que estavam sob seus cuidados.

Era a favor da terapia de choque e da lobotomia, e por diversas vezes ordenava que os funcionários espancassem, sedassem e prendessem em jaulas os enfermos que apresentavam comportamento que não lhe agradavam.
A Rainha Branca:
Sua mãe, uma mulher nobre e terna, que sofreu na pele o preconceito de ter uma filha doente, tendo que abandonar a menina em um sanatório, e nunca mais voltar a vê-la.

As vagas lembranças que Alice possuía, era de momentos com sua mãe, e o motivo dela pensar que o mundo fora dos muros do hospital era um lugar melhor, era saber que a mãe estava lá, em algum lugar, para lhe cuidar.
Os Naipes: enfermeiros do hospital, apenas seguindo ordens o dia inteiro.
A Lagarta Azul: sua terapeuta, aquela que lhe dava as respostas, que lhe explicava o que acontecia e com quem ela conversava.
Tweedledum e Tweedledee:
Gêmeos siameses órfãos, que também estavam no hospital.

Embora não possuíssem nenhum problema mental que justificasse sua internação, a aparência que tinham era assustadora, por isso foram reclusos.

O Rei de Copas: o médico psiquiatra do hospital. Alguém com complexo de inferioridade, que era incapaz de se opor às ordens da diretora.

Os frascos “Coma-me” e “Beba-me”: as drogas que lhe davam. Por serem extremamente fortes, por várias vezes Alice tinha sensações diferentes e alucinações, bem como se tivesse encolhido ou aumentado de tamanho.

Tudo isso foi criado pela menina como se fosse um mundo paralelo. Uma realidade menos dolorosa daquela em que vivia. Ela já não podia suportar aquele local e tudo o que acontecia com ela ali dentro, então resolveu usar de sua imaginação infantil para amenizar a dor e o sofrimento.
A irmã mais velha de Alice, é na verdade a enfermeira do hospital, a quem a pequena era muito apegada. A enfermeira tinha um diário e nele anotava todas as histórias que Alice criava em sua mente. Todos os dias a enfermeira ia até o quarto da menina e ouvia seus desabafos e as aventuras que criava em sua mente. Sem deixar de anotar uma palavra sequer.
UMA OUTRA HISTÓRIA
Infelizmente, Alice executa uma tentativa de fuga. Ela não obtém sucesso, e acaba detida pelos funcionários.

A diretora furiosa, manda que espanquem a garota e apliquem a terapia de eletrochoque, para que nunca mais volte a se repetir. Após o castigo, Alice torna-se agressiva e violenta, ao ponto da diretora decidir que a única saída para ela, seria a lobotomia.

Alice viveu por muito tempo em um estado de “coma”. Ela nunca mais viveu, sorriu, tampouco falou.
Devido a isso, teve seu corpo devastadoramente abusado, tanto, que acabou por ter hemorragia interna devido à violência empregada em um ato de estupro, e veio a falecer.



A enfermeira que escrevia suas histórias em um diário acabou por se afastar do sanatório, e Alice foi imortalizada como a menina sonhadora que viveu aventuras incríveis no País das Maravilhas.
A história de Alice no País das Maravilhas originou-se em 1862, quando Carroll fazia um passeio de barco no rio Tâmisa com sua amiga Alice Pleasance Liddell (com 10 anos na época) e as suas duas irmãs, sendo as três filhas do reitor da Christ Church.


Ele começou a contar uma história que deu origem à atual, sobre uma menina chamada Alice que ia parar a um mundo fantástico após cair numa toca de um coelho. A Alice da vida real gostou tanto da história que pediu que Carroll a escrevesse.
Polêmica -
A polêmica sobre o autor começa com os rumores, suas frases e com uma publicação no jornal da época.

Uma de suas frases mais marcantes era
"Gosto de crianças (exceto meninos)".

Quando tinha oportunidade gostava de desenhar ou fotografar meninas seminuas, com a permissão da mãe.


"Se eu tivesse a criança mais linda do mundo para desenhar e fotografar",
escreveu,
"e descobrisse nela um ligeiro acanhamento (por mais ligeiro e facilmente superável que fosse) de ser retratada nua, eu sentia ser um dever solene para com Deus abandonar por completo a solicitação".

Por temor que estas imagens desnudas criassem embaraços para as meninas mais tarde, pediu que após a sua morte fossem destruídas ou devolvidas às crianças ou a seus pais.

Quatro ou cinco fotos ainda sobrevivem. Uma delas é possível encontrar no livro "Pleasures Taken - Performances of Sexuality and Loss in Victorian Photographs" da autora Carol Mavor.

Na página 12 do livro é possível encontrar a foto da menina Evelyn Hatch, 1878 (fotografada totalmente nua) como também referências ao trabalho fotográfico de Lewis Carroll.

Em outro livro intitulado "Cartas às suas amiguinhas" da editora Sette Letras, o conteúdo das cartas de Lewis Carroll às meninas com quem ele se relacionou é analisado de forma fria e racional e revela uma intimidade fora do comum entre Lewis e as meninas que ele fotografou.

Tradução:
Society - 18 de agosto de 1880
Lewis Carroll desiste de fotografar devido aos rumores de pedofilia

Londres. Famoso sacerdote e escritor de "Alice no País das Maravilhas", Charles Lutwigde Dogson (mais conhecido como Lewis Carroll), decide desistir da fotografia, sua paixão, devido aos constantes rumores sobre possível pedofilia.

Lewis Carroll fotografou muitas meninas, algumas apareciam nuas. Essas fotos seriam queimadas após sua morte, como seu pedido.

Apesar de nenhuma acusação direta de abuso ter sido feita de suas "pequenas musas", sua honra foi manchada de uma vez por todas.

Em 1888 sua amizade com Sr. Liddell, o verdadeiro pai de Alice foi rompida. De acordo com certos rumores, Lewis carroll, não apenas enviava cartas de amor para Alice de 11 anos, mas ele ousava pedir a sua mão.
Alice Liddell (foto) foi a inspiração de Carroll
para criar Alice no País das Maravilhas.
- Algumas Frases -
- Lewis Carroll -
- Outra História -
Assim, essa é a
Em toda história, há sempre dois lados.
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