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Ambientes Virtuais de Aprendizagem

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Anderson Rolim

on 21 June 2016

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Transcript of Ambientes Virtuais de Aprendizagem

Definição
Os ambientes virtuais de aprendizagem são cenários que permitem a interação entre docentes discentes, intermediada por apoio técnico e pedagógico, que possuem ferramentas para a atuação autônoma, individual, coletiva ou monitorada.
Definição
Ambientes digitais de aprendizagem são sistemas computacionais disponíveis na internet, destinados ao suporte de atividades mediadas pelas tecnologias de informação e comunicação. Permitem integrar múltiplas mídias, linguagens e recursos, apresentar informações de maneira organizada, desenvolver interações entre pessoas e objetos de conhecimento, elaborar e socializar produções tendo em vista atingir determinados objetivos. As atividades se desenvolvem no tempo, ritmo de trabalho e espaço em que cada participante se localiza, de acordo com uma intencionalidade explícita e um planejamento prévio denominado design educacional (Campos; Rocha, 1998; Paas, 2002), o qual constitui a espinha dorsal das atividades a realizar, sendo revisto e reelaborado continuamente no andamento da atividade.
Recursos
Os recursos dos ambientes digitais de aprendizagem são basicamente os mesmos existentes na internet (correio, fórum, bate-papo, conferência, banco de recursos etc.), com a vantagem de propiciar a gestão da informação segundo critérios preestabelecidos de organização definidos de acordo com as características de cada software. Possuem bancos de informações representadas em diferentes mídias (textos, imagens, vídeos, hipertextos), e interligadas com conexões constituídas de links internos ou externos ao sistema.
AVA
OLIVEIRA, N. P. A. R. Uso de ferramentas na docência do ensino superior. In: MERCADO, L. P. L. (Org.). Experiências com tecnologias de informação e comunicação na educação. Maceió: UFAL, 2006. 175-202.
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
Definição
Ambientes virtuais de aprendizagem são softwares que armazenam, disponibilizam e administram conteúdos em formato “World Wide Web” (WWW). Esses ambientes têm como objetivo facilitar o processo de oferecer cursos pela rede sem que o formador seja especialista em computação ou tecnologia “Web” para elaborar e disponibilizar um curso e acompanhar o desenvolvimento do aluno.
RIBEIRO, Maria Andréia Silva and LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Desenvolvimento, aplicação e avaliação de um curso à distância sobre tratamento de feridas. Rev. Latino-Am. Enfermagem [online]. 2006, vol.14, n.1 [cited 2015-05-02], pp. 77-84 .
Definição
Os ambientes virtuais de aprendizagem são atemporais, abertos e limitados; não são cercados por espaços físicos, são informações que trafegam e cruzam fronteiras geográficas em tempo real, estimulados visualmente e mentalmente pelos espaços nos quais os estudantes se movem, buscam, codificam, abstraem, com o objetivo de propiciar a interação entre agentes humanos e artificiais
SIHLER, A. P. e FERREIRA, S. M. B. A afetividade mediada por meio da interação na modalidade a distância como fator preponderante para a diminuição da evasão. Disponível em: <http://www.abed.org.br/congresso2011/cd/116.pdf>. Acesso em: 27 Ag. 2013.
Gestão do AVA
O gerenciamento desses ambientes diz respeito a diferentes aspectos, destacando-se a gestão das estratégias de comunicação e mobilização dos participantes, a gestão da participação dos alunos por meio do registro das produções, interações e caminhos percorridos, a gestão do apoio e orientação dos formadores aos alunos e a gestão da avaliação.
Presencial e digital
Os ambientes digitais de aprendizagem podem ser empregados como suporte para sistemas de educação a distância realizados exclusivamente on-line, para apoio às atividades presenciais de sala de aula, permitindo expandir as interações da aula para além do espaço–tempo do encontro face a face ou para suporte a atividades de formação semipresencial nas quais o ambiente digital poderá ser utilizado tanto nas ações presenciais como nas atividades à distância.
Educação on-line
comunicação um a um, ou dito de outra forma, comunicação entre uma e outra pessoa, como é o caso da comunicação via e-mail, que pode ter uma mensagem enviada para muitas pessoas desde que exista uma lista específica para tal fim, mas sua concepção é a mesma da correspondência tradicional, portanto, existe uma pessoa que remete a informação e outra que a recebe;
e-Learning
O e-Learning é uma modalidade de educação a distância com suporte na internet que se desenvolveu a partir de necessidades de empresas relacionadas com o treinamento de seus funcionários, cujas práticas estão centradas na seleção, organização e disponibilização de recursos didáticos hipermediáticos.
e-Learning
Porém, devido ao baixo aproveitamento do potencial de interatividade das NTIC na criação de condições que concretizem a interação entre as pessoas, a troca de experiências e informações, a resolução de problemas, a análise colaborativa de cenários e os estudos de casos específicos, profissionais envolvidos com o e-Learning vêm denunciando a falta de interação entre as pessoas como fator de desmotivação, de altos índices de desistência e baixa produtividade.
Blended Learning
Autores que se dedicam a estudar EaD, principalmente no setor corporativo, indicam o blended learning (Da Nova, 2003) como uma tendência potencial da EaD, apontando para a capacidade de um mesmo sistema integrar diferentes tecnologias e metodologias de aprendizagem com o intuito de atender necessidades e possibilidades das organizações, considerar as condições de aprendizagem dos aprendizes visando potencializar a aprendizagem e o alcance dos objetivos.
Educação on-line
comunicação de muitas pessoas para muitas pessoas, ou comunicação estelar, que pode ocorrer na construção colaborativa de um site ou na criação de um grupo virtual, como é o caso das comunidades colaborativas em que todos participam da criação e desenvolvimento da própria comunidade e respectivas produções.
Blended Learning
Também denominado e-Learning híbrido, pode englobar auto-formação assincrônicas, interações sincrônicas em ambientes virtuais, encontros ou aulas e conferências presenciais, outras dinâmicas usuais de aprendizagem e diversos meios de suporte à formação, tanto digitais como outros mais convencionais.
Educação on-line
comunicação de um para muitos, ou seja, de uma pessoa para muitas pessoas, como ocorre no uso de fóruns de discussão, nos quais existe um mediador e todos que têm acesso ao fórum, enxergam as intervenções e fazem suas intervenções;
Definição
Ambientes virtuais de aprendizagem (do inglês: Virtual learning environment) são softwares que auxiliam na montagem de cursos acessíveis pela Internet. Elaborado para ajudar os professores no gerenciamento de conteúdos para seus alunos e na administração do curso, permite acompanhar constantemente o progresso dos estudantes. Como ferramenta para EAD, são usados para complementar aulas presenciais.
http://pt.wikipedia.org/wiki/ambiente_virtual_de_aprendizagem
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
Educação a distância, educação on-line e e-Learning
Educação on-line, educação a distância e e-Learning são termos usuais da área, porém não são congruentes entre si.
Educação a distância
A educação a distância pode se realizar pelo uso de diferentes meios (correspondência postal ou eletrônica, rádio, televisão, telefone, fax, computador, internet etc.), técnicas que possibilitem a comunicação e abordagens educacionais; baseia-se tanto na noção de distância física entre o aluno e o professor como na flexibilidade do tempo e na localização do aluno em qualquer espaço.
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
Educação on-line
Educação on-line é uma modalidade de educação a distância realizada via internet, cuja comunicação ocorre de forma sincrônicas ou assincrônicas. Tanto pode utilizar a internet para distribuir rapidamente as informações como pode fazer uso da interatividade propiciada pela internet para concretizar a interação entre as pessoas, cuja comunicação pode se dar de acordo com distintas modalidades comunicativas, a saber:
Cronograma
27/04 – Quarta-feira: Conceitos gerais
28/04 – Quinta-feira: Conceitos e conexões em AVA


11/05 – Quarta-feira: Facebook
12/05 – Quinta-feira: Blogs

24/05 – Terça-feira: Moodle
25/05 – Quarta-feira: Apresentação das resenhas

Avaliação
Participação no AVA da disciplina
Resenhas de artigos científicos
Metodologias para o Ensino de Linguagens e suas Tecnologias
Linha de Pesquisa 2: Ensino de Linguagens e suas Tecnologias
Ambientes Virtuais de Aprendizagem
Prof. Dr. Anderson Teixeira Rolim
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
A distância geográfica e o uso de múltiplas mídias são características inerentes à educação a distância, mas não são suficientes para definirem a concepção educacional. A par disso, a ótica presente na regulamentação do artigo 80 da LDB, do Decreto nº 2.494 de 10/02/98, indica como característica da educação a distância a auto-aprendizagem mediada por recursos didáticos, sem salientar o papel do aluno e do professor, bem como as respectivas interações e intencionalidades implícitas em todo ato pedagógico voltado ao desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes.
Decreto nº 2.494
Cada recurso mediático empregado na educação a distância contém características estruturais específicas e níveis de diálogos possíveis de acordo com a própria mídia, os quais interferem no nível da distância transacional. Da mesma forma, em um ambiente de sala de aula o nível de diálogo e participação dos alunos é propiciado pela abordagem pedagógica assumida pelo professor e respectivas estratégias e mediações pedagógicas. Bouchard (2000, p. 78) prefere tratar da ''latitude'' inerente a determinada mídia ''em função das estruturas e do diálogo que ela autoriza ou não autoriza, ao invés do grau absoluto de distância intrínseca da mídia''.
Diálogo
[...] observa-se com maior frequência a ocorrência de programas de EaD centrados na disponibilidade de materiais didáticos textuais ou hipertextuais, cabendo ao aprendiz navegar pelos materiais, realizar as atividades propostas e dar as respostas, muitas vezes isolado, sem contato com o formador ou com os demais participantes do programa. Nesse caso, o exercício da autonomia pelo aprendiz incita-lhe a tomada de decisão sobre os caminhos a seguir na exploração dos conteúdos apresentados e a disciplina nos horários de estudos. Os recursos das TIC podem ser empregados para controlar os caminhos percorridos pelo aprendiz, automatizar o fornecimento de respostas às suas atividades e o feedback em relação ao seu desempenho.
Autonomia
Ensinar em ambientes digitais e interativos de aprendizagem significa: organizar situações de aprendizagem, planejar e propor atividades; disponibilizar materiais de apoio com o uso de múltiplas mídias e linguagens; ter um professor que atue como mediador e orientador do aluno, procurando identificar suas representações de pensamento; fornecer informações relevantes, incentivar a busca de distintas fontes de informações e a realização de experimentações; provocar a reflexão sobre processos e produtos; favorecer a formalização de conceitos; propiciar a interaprendizagem e a aprendizagem significativa do aluno.
Ensinar em AVA
Aprender é planejar; desenvolver ações; receber, selecionar e enviar informações; estabelecer conexões; refletir sobre o processo em desenvolvimento em conjunto com os pares; desenvolver a interaprendizagem, a competência de resolver problemas em grupo e a autonomia em relação à busca, ao fazer e compreender. As informações são selecionadas, organizadas e contextualizadas segundo as expectativas do grupo, permitindo estabelecer múltiplas e mútuas relações, retroações e recursões, atribuindo-lhes um novo sentido que ultrapassa a compreensão individual.
Aprender em AVA
Com o uso de ambientes digitais de aprendizagem, redefine-se o papel do professor que finalmente pode compreender a importância de ser parceiro de seus alunos e escritor de suas ideias e propostas, aquele que navega junto com os alunos, apontando as possibilidades dos novos caminhos sem a preocupação de ter experimentado passar por eles algum dia.
Papel do professor
Papel do professor
O professor provoca o aluno a descobrir novos significados para si mesmo ao incentivar o trabalho com problemáticas que fazem sentido naquele contexto e que possam despertar o prazer da escrita para expressar o pensamento, da leitura para compreender o pensamento do outro, da comunicação para compartilhar idéias e sonhos, da realização conjunta de produções e do desenvolvimento de projetos colaborativos. Desenvolve-se a consciência de que se é lido para compartilhar ideias, saberes e sentimentos e não apenas para ser corrigido.
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
Para desenvolver a educação a distância com suporte em ambientes digitais e interativos de aprendizagem torna-se necessária a preparação de profissionais que possam implementar recursos tecnológicos (software) condizentes com as necessidades educacionais, o que implica estruturar equipes interdisciplinares constituídas por educadores, profissionais de design, programação e desenvolvimento de ambientes computacionais para EaD, com competência na criação, gerenciamento e uso desses ambientes.
Preparação profissional
Assim, a educação a distância em ambientes digitais e interativos de aprendizagem permite romper com as distâncias espaço-temporais e viabiliza a recursividade, múltiplas interferências, conexões e trajetórias, não se restringindo à disseminação de informações e tarefas inteiramente definidas a priori. A EaD assim concebida torna-se um sistema aberto, ''com mecanismos de participação e descentralização flexíveis, com regras de controle discutidas pela comunidade e decisões tomadas por grupos interdisciplinares'' (Moraes, 1997, p. 68).
Sistema aberto
Ressalta-se que um ambiente digital de aprendizagem constitui uma ecologia da informação (Nardi, 1999), criada na atividade de todos os participantes desse contexto, os quais à medida que interagem, transformam a forma de representar o próprio pensamento e se transformam mutuamente na dinâmica das inter-relações que estabelecem entre si, ao mesmo tempo em que alteram o próprio ambiente. Na ecologia da informação o foco não é a tecnologia, mas a atividade em realização, caracterizada pela diversidade, inter-relação entre razão e emoção, evolução contínua experienciada com o uso de múltiplas e diversas tecnologias incorporadas aos recursos digitais, induzindo o surgimento de outra lógica e de novas percepções de temporalidade e localidade.
Ecologia da informação
A representação e a apropriação de conhecimentos nesse espaço permitem o desenvolvimento de novas formas de raciocínio, as quais não excluem as formas lineares e hierárquicas da representação linear do texto impresso, mas a extrapolam pela ênfase na variedade de linguagens de representação, registro, recuperação e comunicação, englobando aspectos racionais e emocionais, em que as ''instituições e percepções sensoriais são utilizadas para a compreensão do objeto de conhecimento em questão'' (Kenski, 2003, p. 46).
Novas formas de raciocínio
As ações realizadas no ciberespaço são registradas e recuperadas a qualquer momento e de todos os lugares com acesso à internet, o que permite refletir, apreender pensamentos e ações representados, descontextualizá-las do espaço e tempo originários, apropriar-se destas ações e contextualizá-las em outras situações e ecologias. Dessa forma, evidenciam-se novas perspectivas para refletir e avaliar ações, representações de pensamentos, significados expressos e ecologias criadas.
Descontexto
Ementa: O avanço das NTIC motivou a criação de novos espaços de interação educacional. Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) representam a concretização da tecnologia educacional multimidiática e permitem a intensa troca de informação. Por meio de interfaces digitais, os AVA exploram o potencial interativo do ciberespaço em favor do ensino. A disciplina trata das temáticas que orbitam o uso dos AVA no ensino a distância e a integração das interfaces digitais no ensino presencial: aprendizagem colaborativa, letramento digital e domínio dos aplicativos educacionais, aspectos metodológicos e potencial pedagógico dos AVA.

1 – Máximo, 3500 caracteres, com espaços.
2 – Os dados da publicação devem ser colocados no cabeçalho da página.
3 – Arial 11, A4, margem 3cm de todos os lados.
4 – Todas as resenhas devem ser inéditas.
5 – Todas as resenhas serão verificadas em software antiplágio.
RESENHAS
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2 [cited 2015-05-02], pp. 327-340 .
Data limite para postagem do texto no AVA da disciplina:
08/06/2016
Conceitos
de AVA
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