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JURGEN HABERMAS

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by

ilson Paulo Ramos blogoslawski

on 2 December 2014

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Transcript of JURGEN HABERMAS

JÜRGEN HABERMAS
1971 - Assume a direção do Instituto Max Planck, em Starnberg, na Baviera.

1983 - transferiu-se para a Universidade Johann Wolfgang von Goethe, de Frankfurt.
Onde permaneceu até aposentar-se, em 1994.
Filósofo alemão contemporâneo, nascido em 18 de junho de 1929 em Dusseldorf, na Alemanha.

Foi o principal estudioso da segunda geração da Escola de Frankfurt, fundada no mesmo ano em que nasceu.
A ação comunicativa é aquela forma de interação social em que os planos de ação dos diversos atores ficam coordenados pelo intercâmbio de atos comunicativos;

Fazendo, uma utilização da linguagem, orientada para o entendimento;

À medida em que a comunicação serve ao entendimento pode adotar para as interações o papel de um mecanismo de coordenação da ação e com isso fazer possível a ação comunicativa (HABERMAS, 1997, p. 418).
A ação comunicativa --> sempre no mundo da vida.

Linguagem como instrumento de compreensão e o entendimento entre os indivíduos que compartilham este mundo da vida.
Consenso deliberativo

O espaço para o dialogo é o procedimento que leva a idéia para a justiça.

Legitimação pelo procedimento (garantia da esfera publica);


Complexidade social do mundo da vida deve ser dialogado é o direito como meio.

A comunicação pode ser distorcida.


1. As expressões devem ser inteligíveis (cujo teor seja fácil de compreender);

2. O conteúdo proposicional deve ser verdadeiro;

3. O falante tem que expressar suas intenções de modo sincero;

4. Os proferimentos que os falantes selecionam tem que ser corretos no contexto de normas e valores existentes.
- Mundo da vida:
normas e valores comunicativamente estabelecidos e mediados e pelos fins e sentidos socialmente definidos;
Constitue o pano de fundo do agir comunicativo;
uma horizonte para as situações de fala e uma fonte de interpretações para os atores que agem comunicativamente.

Habermas tinha 16 anos no fim da segunda Guerra Mundial.
Ficou revoltado pelo que o regime nazista realizou coletivamente a nação.
1946 - matriculou-se na Universidade de Boon, onde estudou Filosofia e Direito.
Estudou nas universidades Gottingen, Zurich e Bonn.
Começou a ler Hegel, Marx e Lukács.

1954 - Doutorou-se com a tese sobre Friedrich von Schelling.

Ensinou filosofia primeiro em Heidelberg;
E depois se tornou professor de filosofia e sociologia na Universidade de Frankfurt.
1954-1959 - foi assistente de Theodor Adorno, no Instituto de Pesquisa Social, da Universidade de Frankfurt.

Durante esse período publicou uma crítica sobre Martin Heidegger.
De suas principais obras:

Estudante e Política (1961),
Evolução Estrutural da Vida Pública (1962),
Teoria e Prática (1963),
Lógica das Ciências Sociais (1967),
Técnica e Ciência como Ideologia (1968),
Conhecimento e Interesse (1973),
Teoria da Ação Comunicativa v.1 e v.2 (1981),
Consciência Moral e Agir Comunicativo (1983),
Teoria da Ação Comunicativa: Complementos e Estudos prévios (1984),
O Discurso Filosófico da Modernidade (1985),
Pensamento Pós-Metafísico (1988),
e Passado como Futuro (1990),
O futuro da natureza Humana,
A ética da Discussão e a questão da verdade,
Era das transições.
A inclusão do Outro.

É o principal herdeiro da Escola de Frankfurt, fundada em 1923 em conjunto com o Instituto de Pesquisas Sociais.

A partir de um debate sobre o marxismo surgiu a idéia de uma instituição permanente voltada a estudar criticamente os fenômenos sociais.
A Teoria do agir comunicativo tem a ação social como seu foco principal de análise.


A ação teleológica :

pressupõe um mundo de objetos e estados de coisas que existem ou poderiam ser criados por intervenção proposital.

A veracidade desse tipo de de ação pode ser avaliada com base nos critérios de verdade e eficácia.

o Agente tem crenças sobre o mundo, que podem ser representadas nos conteúdos proposicionais de sentenças.

Se o agente consegue modificar o mundo conforme seus desejos e intenções, A ação pode ser considerada eficaz;
caso contrário, a ação pode ser considerada irracional, porque é ineficaz.
A ação normativa
, precisamos pressupor dois mundos:

O mundo de estados de coisas e o mundo social, que consiste em um contexto normativo que determina quais normas têm força para os atores que as aceitam como válidas;
E quais interações e, portanto, relações interpessoais entre agentes , são legitimas.
Existem normas no mundo, além de estados de coisas, e o agente estabelece uma relação reflexiva com essas dimensões (Normas, Leis....)

Os agentes podem adotar uma atitude com relação ao mundo objetivo;

E uma atitude com relação ao mundo social.
A terceira forma de ação social.

A Dramatúrgica, que abre mais uma dimensão ontológica e, portanto, mais uma relação com o mundo, dessa vez com o mundo subjetivo do agente.

Os desejos e sentimentos devem ser compreensíveis, e isso requer que expressões valorativas ou padrões de valor sejam carcaterizados de tal maneira que outros membros da mesma tradição cultural possam reconhecer suas próprias necessidades nessas interpretações.
A quarta forma d
e ação social analisada é o próprio
agir comunicativo.

Nessa forma de ação que o ser humano pode estabelecer uma relação reflexiva com os três mundos já descritos anteriormente
Para Habermas , o agir comunicativo é :
o tipo de interação na qual todos os participantes
harmonizam seus planos individuais de ação um com o outro e, portanto, prosseguem seu objetivos.´O agir comunictaivo são aquelas interações mediadas linguisticamente nas quais todos os participantes prosseguem objetivos ilocucionários... com seus atos mediadores de comunicação (Habermas, 1981/1984, p294-295)
Habermas (1987) analisa o papel do direito numa sociedade que possibilita tanto o agir comunicativo quanto o estratégico.
O direito e o Mundo da vida
Importante é destacar que a teoria discursiva, Habermas percebe que a linguagem, por si só, não tem força suficiente de integração social numa sociedade altamente complexa.
Destaques aos filósofos:


THEODOR ADORNO;
MAX HORKHEIMER;
WALTER BENJAMIM;
HEBERT MARCUSE;
ERICH FROM;
JURGEN HABERMAS.
A partir da teoria dos atos de fala desenvolvida por Austin e Searle, Habermas (2002) pretende explicar as interações mediadas pela linguagem.

Ele afirma que os proferimentos linguísticos são atos por meio dos quais um falante pretende chegar a um entendimento com outro falante sobre algo no mundo.

Tais atos revelam, em si, a intenção do falante, pois “[...] as ações lingüísticas interpretam-se por si mesmas, uma vez que possuem uma estrutura auto referencial” (HABERMAS, 2002, p. 67).
Essa capacidade de o ato de fala conter, em si mesmo, o sentido da aplicação do que é dito é seu componente ilocucionário, ou seja, a ação ilocucionária não é uma ação, consequência do que se diz, mas é feita ao se dizer o que se diz.
Ao dizermos algo, fazemos algo.
Ao adotar a perspectiva do participante significa entrar no mundo da vida compartilhado intersubjetivamente por uma comunidade linguística;

significa querer entender-se com alguém sobre algo no mundo para chegar a um acordo racionalmente motivado e construído intersubjetivamente, chamado por Habermas de agir comunicativo.
No agir estratégico, não é o entendimento linguístico que coordena a ação, mas a coordenação depende da influência dos atores uns sobre os outros, e a linguagem é utilizada como simples meio para transmissão de informação, e não como conformadora de atos.
Ao agirem estrategicamente, os atores visam alcançar um determinado fim no mundo objetivo.

Essa racionalidade voltada para o êxito é própria dos sistemas de ação, desconectados do mundo da vida e que perturbam seu processo de reprodução.
São três tipos de ações sociais,
pois ele considera que essas ou são:
(i) estratégicas,
(ii) comunicativas
ou (iii) instrumentais.
Na ação comunicativa, a intenção do seu agente ao fazer uso da lingua-gem é a obtenção do entendimento com os outros envolvidos nessa ação.
A obtenção de um conteúdo por meio dela conta, então, com a dependência dos seus agentes entre si - das atitudes de afirmação ou de negação de seus destinatários , uma vez que estes só chegam a um consenso, a um entendimento sobre o que é válido, mediante o reconhe-cimento entre todos os seus envolvidos sobre a pretensão de validez do conteúdo em que se expressa esse consenso.
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