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ROMANTISMO - PORTUGAL

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by

gracia coimbra

on 11 April 2016

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Transcript of ROMANTISMO - PORTUGAL

MOMENTO HISTÓRICO
ROMANTISMO
"É preciso ser um realista para descobrir a realidade. É preciso ser um romântico para criá-la."
(Fernando Pessoa)
início do séc. XIX
As 3 correntes românticas
(...)
Esta é a cidade e eu sou um dos cidadãos,
O que interessa aos outros a mim interessa, políticas, guerras, mercados, jornais, escolas,
O presidente da câmara e os conselhos, bancos tarifas, navios, fábricas, mercadorias, armazéns, bens públicos e privados.

Walt Whitman

Emoção e subjetivismo;
Pessimismo
Fuga da realidade (escapismo);
Morte como idealização;
Mundo dos sonhos;
Passado idealizado;
Exploração de temas medievais.
Nacionalismo
Valorização da natureza
Idealização da mulher

A fuga do presente e da realidade
Consciência social;
A função política da literatura é mais importante que a literária;
Victor Hugo (Os miseráveis, os trabalhadores do mar);
Alexandre Dumas (O máscara de ferro, os três mosqueteiros);
Alexandre Dumas Filho ( A dama das Camélias);
França
Mitologia celta e tradições irlandesas e escocesas;
Romance gótico:

Emily Brontë (O morro dos ventos uivantes);
Mary Shelley (Frankenstein);
Robert Louis Stevenson ( O médico e o monstro)
Inglaterra
A alma do povo: nacionalismo e exaltação da população.

Goethe (Os sofrimentos do jovem Werther,
Alemanha
Liberdade formal;
Adjetivação abundante;
Pontuação: exclamações, interrogações, reticências
Subjetividade.
Descritivismo
Linguagem
Desaparecimento dos mecenas e profissionalização dos artistas;

Divulgar os valores burgueses e entreter os leitores;

Publicação em grandes veículos de comunicação;
Folhetins.
Agentes do discurso:
Criar uma intimidade estética para o burguês;

Valorização do indivíduo e toda sua complexidade emocional;

Perfis de heróis que precisam amar, sofrer, agir, superando obstáculos de toda natureza para se qualificarem como exemplares;
Publicação em folhetins
O projeto literário do Romantismo
Ascensão da burguesia
criação de novas estéticas;
A realidade passa pelo filtro da emoção,
subjetividade e originalidade;
Originalidade substitui a imitação;
Individualidade
Ruptura com os padrões clássicos de beleza.
Valores burgueses (Esforço individual, sinceridade e trabalho.)
O Romantismo:
1818 – Mary Shelley publica Frankenstein.
1822 – Independência do Brasil.
1812 – EUA declaram guerra à Inglaterra.
1815 - Derrota de Napoleão em Waterloo.
1808 – A corte portuguesa chega ao Brasil. Os portos são abertos ao comércio internacional.

1808 – Em Londres, Hipólito da Costa publica o Correio Brasiliense, o primeiro jornal brasileiro.
1760 – Início da revolução Industrial na Inglaterra;
1789– Revolução Francesa:
1799 – Napoleão assume o poder na França.
A liberdade de expressão

artigo onze da Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão:

"A livre comunicação dos pensamentos e opiniões é um dos direitos mais preciosos do homem; todo cidadão pode portanto falar, escrever, imprimir livremente."
Este Inferno de Amar ! (Almeida Garrett)

Este inferno de amar — como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida — e que a vida destrói —
Como é que se veio a atear,
Quando — ai quando se há-de ela apagar?

Eu não sei, não me lembra; o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez… — foi um sonho —
Em que paz tão serena a dormi!
Oh! que doce era aquele sonhar…
Quem me veio, ai de mim! despertar?

Só me lembra que um dia formoso
Eu passei… dava o Sol tanta luz!
E os meus olhos, que vagos giravam,
Que fez ela? Eu que fiz? — Não no sei
Mas nessa hora a viver comecei…
PORTUGAL
“É antes de tudo, reação a razão dos iluministas. A razão, tornada absoluta deformavam o próprio homem. Esquecia-se que o homem também é coração” (VALLE , 2001, p.147).
Primeira geração:
implantação o Romantismo em Portugal,
influências neoclássicas
preocupação com questões históricas e políticas.

autores:
João de Almeida Garrett
Alexandre Herculano
Segunda geração:
consolida o movimento romântico em Portugal.
ideias do "mal do século": negativismo, morbidez sentimentalismo exagerado.

autor:
Camilo Castelo Branco
Terceira geração:
livre dos exageros ultra-românticos,
espontaneidade lírica e musical.

autor:
João de Deus
Júlio Dinis.
"Vivemos num século democrático. Tudo o que se fizer há-de ser com o povo e pelo povo ou não se faz"
Almeida Garrett (1799-1854)
Principais Obras
Camões (1825) e D. Branca (1826)
Folhas Caídas (1853)
Viagens na Minha Terra (1846).
Camilo Castelo Branco (1825-1890)

"O amor é a primeira condição da felicidade do homem."

Principais Obras:
Amor de perdição (1862),
Amor de salvação (1864),
Coração, cabeça e estômago (1862).
“Morrerei, Simão, morrerei. Perdoa tu ao meu destino... Perdi-te... Bem sabes que sorte eu queria dar-te... e morro, porque não posso, nem poderei jamais resgatar-te. Se podes, vive; não te peço que morras, Simão; quero que vivas para me chorares. Consolar-te-á o meu espírito... Estou tranqüila... Vejo a aurora da paz... Adeus até o Céu, Simão” - Tereza
CAMILO CASTELLO BRANCO
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