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Buda

Quarto anno Superiore
by

Mateus Oliveira

on 29 August 2014

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Transcript of Buda

Buddha e i suoi contemporanei oi oi O budismo é a única religião cujo fundador não se declara nem profeta de um deus nem seu enviado, e que, além disso, rejeita até a ideia de um deus-ser supremo Mas ele se proclama "desperto" (buddha), e, por conseguinte, guia e mestre espiritual. Sua pregação tem por objetivo a libertação dos homens. É justamente esse prestígio de "salvador" que faz de sua mensagem soteriológica uma "religião", e não demora a transformar a personagem histórica Sidarta num ser divino. O príncipe Sidarta Sidarta nasceu em abril-maio de 558 a.C. em Kapilavastu. Filho de um régulo, Suddhodana, e de sua primeira esposa, Maya, casou-se aos 16 anos, deixou o palácio aos 29 anos, teve o "supremo e completo despertar" em abril -maio de 523 e, depois de ter pregado uma vida inteira, faleceu em novembro de 478, aos 80 anos. diz-se que o futuro Buda, o Bodisatva (o ser com despertar) escolheu seus próprios pais quando era um deus no céu dos Tusita. O príncipe Sidarta O príncipe Sidarta Príncipe Sidarta A concepção teria sido imaculada, com o bodisatva penetrando no flanco direito de sua mãe sob a forma de um elefante ou de uma criança de seis meses. A gestação é igualmente imaculada, pois o bodisatva encontra-se num relicário de pedra preciosa e não no útero. Seu nascimento dá-se num jardim: a mãe agarra-se a uma árvore e a criança sai por seu flanco direito. lOGO DEPOIS DE NASCER o bodisatva dá sete passos em direção ao norte e lança o rugido do leão, exclamando: "sou o mais excelso do mundo, sou o melhor do mundo, sou o primogênito do mundo; este é o meu último nascimente; de agora em diante não haverá para mim nova existência." o principie sidarta o mito da natividade proclama portanto que, desde seu nascimento, o futuro Buda transcende o cosmo e elimina o espaço e o tempo. Numeroros milagres anunciam o acontecimento do nascimento: quando ele foi apresentado num templo bramânimo, as imagens dos deuses, levantando-se dos seus lugares, caíram aos pés do bodisatva e cantaram um hino em sua honra. o principie sidarta Ao lhe examinarem o corpo, os adivinhos reconhecem os 32 sinais fundamentais e os 80 sinais secundários do "grande homem" e declaram que ele se tornará um soberano universal ou um Buda. Um velho rischi, Asita, voa desde o Himalaia até kapilavastu, pede para ver o recém-nascido, toma-o nos braços e, compreendendo que ele se tornará Buda, põe-se a chorar, por saber que ele, Asita, não viverá para segui-lo. 1 2 principie Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta príncipe Sidarta Sete dias após o nascimento, Maya morre para renascer na condição de deus no céu dos Tustia. Duratne sete anos a criança é criada pela tia. em seguida recebe a educação que é dada a todo príncipe indiano e dinstingue-se tanto nas ciências como nos exercícios físicos. Com 16 anos, desposa duas princesas dos países vizinhos, Gopa e Yasodhara. Dorridos 13 anos, esta última lhe dá um filho, Rahula. Esses pormenores, que embaraçam a tradição ascética budista, provavelmente são autênticos. Por outro lado, Sidarta desaparece do palácio pouco tempo depois do nascimento de Rahula, conformando-se ao costume indiano que só permite que se renuncie ao mundo após o nascimento de um filho ou neto príncipe Sidarta Teria Buda declarado que foi meditando sobre a velhice, a doença e a morte, nessa partida, que perdeu a alegria de viver e decidiu salvar a humanidade desses três males. Alertado pela profecia dos adivinhos, Suddhodana consegue isolar o jovem príncipe em seu palácio e em seus jardins de prazer. Os deuses, no entanto, frustraram o plano do pai, e, durante quatro incursões consecutivas nos jardins, no primeiro dia Sidarta encontra um velho decrépito apoiado a um cajado, no dia seguinte, um doente e finalmente um morto conduzido ao cemitério. O cocheiro revela-lhe que ninguém pode escapar á doença, à velhice e à morte. Por fim, o príncipe vê um monge mendicante calmo e sereno e essa visão o consola, mostrando-lhe que a religião é suscetível de sanar as misérias da condição humana. A grande partida A grande partida A fim de reforçar sua decisão de renunciar ao mundo, os deuses acordaram Sidarta no meio da noite para que ele contemplasse os corpos nus e desenxabidos das concubinas adormecidas. Ele então chamou seu escudeiro, Chandaka, montou a cavalo e, tendo os deuses adormecido a cidade, saiu pela porta do sudeste. A uma dezena de léguas de Kapilavastu, parou, cortou os cabelos com a espada, trocou suas roupas pelas de um caçador e mandou Chandaka de volta ao palácio com seu cavalo. Daqui em diante, ele atingirá suas metas sem assistência sobrenatural Torna-se um monge asceta, começa a procurar vários mestres. Por seis anos se entregou às mais severas mortificações. Decide-se pelo jejum total, reduzido quase ao estado de esqueleto... quando só lhe restou a milésima parte de sua força vitial, compreendeu a inutiilidade da ascese como meio de libertação e decidiu quebrar o jejum. O "despertar". A pregação da lei Buda então desperta Mara (deus da morte e da vida) lhe ataca. Não conseguindo pede a ele que entrasse no paranirvana diretamente. Mas, não! Primeiro era preciso formar uma comunidade. Cria a teoria das quatro nobres verdades Verdade do Caminho de Oito Aspectos para a Extinção do Sofrimento Verdade do Sofrimento Verdade da Causa do Sofrimento Verdade da Extinção do Sofrimento Nascimento é sofrimento, velhice é sofrimento, doença é sofrimento, morte é sofrimento.

Estar unido ao que se detesta é sofrimento. Separar-se do que se ama é sofrimento. Não se obter o que se deseja é sofrimento. Resumindo, apego aos cinco agregados é sofrimento. Verdade do Sofrimento É o apego que leva ao renascimento, conectado à alegria e ganância, continuamente encontrando deleite e prazer ora aqui ora ali. É o apego por satisfações sensuais, apego à existência e apego à não-existência Verdade da Causa do Sofrimento O apego pode ser afastado e destruído, abandonado e rejeitado. Libertar-se e livrar-se dos apegos Verdade da Extinção do Sofrimento Sutras primitivos descrevem Nirvana como eliminação das máculas, extinção da ganância, raiva e ignorância. Neste contexto a extinção do sofrimento é Nirvana. A Verdade do Caminho 8 vias Ponto de Vista Correto Pensamento Correto Fala Correta Ação Correta Meio de Vida Correto Esforço Correto Atenção Correta Concentração Correta etica o que é alegria? condição de vida de contentamento por que existe o sofrimento? VONTADE VONTADE VONTADE FRUSTRAÇÃO FRUSTRAÇÃO FRUSTRAÇÃO ignorância HAM??? IGNORÂNCIA DA SAMSARA Samsara pode ser descrito como o fluxo incessante de renascimentos através dos mundos. SAMSARA É... o "despertar". A pregação da lei Buda cria essas e outras teorias que ainda veremos e começa a pregar. Sai pelas cidades dizendo da nova técnica de salvação com certa dificuldade, ele aceita a presença de mulheres como monjas o meio religioso
os ascetas errantes No começo do século VI, a Índia gangética conheceu uma época de abundante atividade religiosa e filosófica que já foi comparada, e com razão, ao florescimento espiritual grego no mesmo período. Certos tipos de ascetas errantes tinham suas origens nos tempos védicos e pós-védicos. Comum na época é a declaração de que aquilo que caracteriza o verdadeiro samana ou brâmane não é, de modo algum, suas aparência exterior, sua penitência ou mortificação física, mas a disciplina interior, a caridade, o autodomínio, a emancipação espiritual das superstições e dos automatismo. Nasce o janismo Nessa época Buda tinha um grande adversário: Mahavira, o único que conseguiu organizar uma comunidade religiosa que ainda subsiste em nossos dias. Ambos pertencem à casta aristocrática militar e demonstram a mesma tendência antibramânica. São, os dois, heréticos por excelência, pois negam a existência de um deus supremo e o caráter revelado dos Vedas e denunciam a inutilidade e a crueldade dos sacrifícios. obter a oniciência um jina (vencedor)

O jainismo é uma religião que foi fundada na Índia no século VI a.C por Mahavira. É uma religião que não reconhece a autoridade dos brâmanes nem dos textos Vedas. Na atualidade Nos dias de hoje, o jainismo está presente na região da Índia oriental, central e meridional. Acredita-se que há por volta de 4 milhões de seguidores desta religião. Em número de fiéis, é a sétima das religiões da Índia, ou seja, 0,4% da população indiana é jainista. Definição Vista durante algum tempo pelos investigadores ocidentais como uma seita do hinduísmo ou uma heresia do budismo, devido à partilha de elementos comuns com estas religiões, o jainismo é contudo um fenómeno original. Ao contrário do budismo, o jainismo nunca teve um espírito missionário, tendo permanecido na Índia, onde os jainas constituem hoje cerca de quatro milhões de crentes. Pequenas comunidades jainas existem também na América do Norte e na Europa, em resultado de movimentos migratórios. Sua visão básica é dualista. A matéria e a mônada vital ou jiva são de natureza distinta, e durante sua vida o ser vivente (seja humano ou animal) tinge sua mônada como resultado de suas ações. Para se purificar, esta religião propõe um extremo ascetismo e o colocar em prática da doutrina da não-violência ou ahimsa. Doutrinas tempo O universo e os cinco mundos Karma Os jainas consideram que o tempo é infinito e cíclico. Ele é visto como uma grande roda dividida em duas partes idênticas: uma realiza um movimento ascendente (Utsarpini), enquanto que a outra um movimento descendente (Avasarpini). Cada uma destas partes divide-se em seis eras (ara). Durante o período ascendente os seres humanos progridem ao nível do saber, estatura e felicidade, enquanto que o período descendente caracteriza-se pela degradação do mundo, pelo esquecimento da religião e pela perda de qualidade de vida pelos humanos.



Segundo os jainas, vivemos actualmente num período de movimento descendente, numa era de infelicidade (Dukham Kal), que começou há 2500 anos e que durará 21 mil anos. Segundo o jainismo, o universo divide-se em cinco mundos, sendo cada um deles habitado por determinado tipo de seres. O universo é eterno, não tendo sido criado por nenhum ser superior.

No topo do universo está a morada suprema (siddhashila), que é o local onde habitam as almas que alcançaram a libertação (estas almas são denominadas Siddhas). Abaixo encontram-se trinta céus, habitados por seres celestiais, alguns dos quais caminham para a morada suprema.

O mundo médio (madhyaloka) inclui vários continentes separados por mares. No centro deste mundo encontra-se o continente Jambudvipa, considerado o único continente no qual as almas podem alcançar a libertação. Os seres humanos habitam este continente, bem como um segundo continente ao lado deste e parte do terceiro continente.

O mundo inferior (adholoka) consiste em sete infernos, onde os seres são atormentados por demónios e onde se atormentam uns aos outros. Abaixo do sétimo inferno encontra-se a base do universo (nigoda), habitada por inúmeras formas inferiores de vida. À semelhança do hinduísmo e do budismo, o jainismo partilha da crença no karma, embora de uma forma diferente. O karma no jainismo não é apenas um processo em que determinadas acções produzem reações, mas também uma substância física que se agrega a uma alma. As partículas de karma existem no universo e associam-se a uma alma devido às ações dessa alma (por exemplo, quando uma alma mente, rouba ou mata esta provoca a agregação de karma na sua alma). A quantidade e qualidade destas partículas determinam a existência que a alma terá, a sua felicidade ou infelicidade. Só é possível a uma alma alcançar a libertação quando desta se retirarem todas as partículas de karma.

O processo que permite a libertação das partículas de karma de uma alma denomina-se nirjara e inclui práticas como o jejum, o retiro para locais isolados, a mortificação do corpo e a meditação. Os fiéis jainistas consideravam a morte por inanição a maneira ideal de morrer.
Esse suicídio religioso, monitorado por um guia espiritual, comprovava o completo desapego das coisas mundanas. Com exceção da mais importante celebração jainista, o Paryusana, que dura oito dias, as festas normalmente duram um dia.
São ocasiões para o culto e a prática de certos serviços no templo, além do jejum seguido por um banquete e a confissão dos pecados.

Os jainistas também jejuam durante a lua cheia. tem uma estrutura arcaica e por isso existe o pampsiquismo: tudo o que existe no mundo possui uma alma, não só os animais, como ainda as plantas, as pedras, as gotas d'água e etc. E uma vez que o respeito à vida é o primeiro e o mais importante madnamento jaina, essa crença no pampsiquismo faz surgir inúmeras dificuldades. Por essa razão é que, ao andar, devo o monge varrer diante de si, estando-lhe vedado sair depois do pôr do sol - a fim de não correr o risco de matar algum animalzinho. Esse silêncio doutrinal não tardou a dar origem a interpretações idvergentes e suscitou mais tarde o aparecimento de diversas escolas e seitas. Parece impossível reconstituir em sua integridade a mensagem autêntica. buda jamais aceitou dar a seu ensinamento a estrutura de um sistema. a visão ou "olho dos santos" permite o contato com o incondicionado, o não construido, o nirvana. É obtida por certas técnicas contemplativas já praticadas desde os tempos védiso e de que se encontram paralelos no Irã antigo. A VIA QUE CONDUZ AO NIRVANA As técnicas são meditações recolhimentos concentrações 1 2 3 Na primeira meditação, o monge desvincula-se do desejo, sente alegria e felicidade, acompanhada de uma atividade intelectual. Na segunda meditação, obtém a aquietação dessa atividade intelectual, por conseguinte, con ehce a serenidade interior, a unificação do pensamento e a alegria e felicidade Na terceira meditação ou jhana, desliga-se da alegria e permanece indiferente, mas em total consciência, e experimenta a beatitude no seu corpo na quarta fase, renunciado não só à alegria como à dor, obtém um estado de pureza absoluta, indeferença e pensamento desperto meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação meditação Os quatro recolhimentos buscam o processo de purificação do pensamento. Esvaziado de seus conteúdos, o pensamento concentra-se sucessivamente na infinitude do espaço, na infinitude da consciência, na niilidade, para atingir um estado que não é nem consciência nem inconsciência. As concentrações são exercícios ióguicos de duraçaõ mais limitada que as meditações e recolhimentos, e servem sobretudo como treinamento psicomental. O pensamento é fixado sobre certos objetos ou noções a fim de obter a unificação da consciência e a supressão das atividades racionais.
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