Gótico em Portugal: O Manuelino
10.º PT1 - HCA - Módulo 4
- Palácio Real;
- Paços de D. Manuel;
- Solares de Sempre Noiva e Água de Peixe;
- Torre de Belém;
- Pelourinho de Arcos de Valdevez;
- Hospital Real Todos os Santos;
- Cruzeiro do Cartaxo.
Arquitetura
- Aparece no último quartel do século XII, com as obras do Mosteiro de Alcobaça;
- A expansão da arquitetura gótica em Portugal deveu muito às ordens religiosas, medievais e militares mendicantes;
- Nas igrejas, as plantas mais comuns foram as de três naves;
- O estilo intermediário é o Manuelino.
Recebe influências de:
- Gótico flamejante;
- Plateresco espanhol;
- Arte mudéjar peninsular;
- Influências locais;
- Original sentido de ornamentação;
- Imaginativa gramática decorativa.
- Diogo Boitaca;
- João de Castilho;
- Mateus Fernandes;
- Diogo Arruda;
- Francisco Arruda;
- Manuel Pires;
- Álvaro Rodrigues.
- Elementos estruturais inovadores;
- Variados tipos de arcos, abóbadas e portais ricamente decorados;
- Novos conceitos de espaço e iluminação.
Nas igrejas:
- Plantas de três naves da mesma altura;
- Sem transepto;
- As de nave única tinham uma forma quandrangular.
Escultura e Motivos Ornamentais
Introdução
Mosteiro de Santa Maria da Vitória (Batalha)
Os motivos mais importantes da arquitectura manuelina são:
- Símbolos nacionais;
- Elementos naturalistas;
- Elementos fantásticos;
- Simbolismo cristão;
- Outros motivos.
- O Manuelino é um estilo do Gótico em Portugal que se desenvolveu a partir dos finais do século XIII: construções monásticas, ordens mendicantes e militares;
- O Gótico iniciou-se nos reinados de D. Afonso III e de D. Dinis;
- Tem três autores principais que participaram na construção da Igreja Matriz de Caminha juntamente com mais dois autores portugueses.
Características
- Construções:
- Dimensões mais modestas;
- Verticalidade menos acentuada;
- Menos janelas e mais pequenas;
- Contrafortes românicos;
- Decoração menos rica e menos exuberante.
Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça
Trabalho realizado por:
- Alexandra Franco - n.º 1;
- Ana Filipa Machado - n.º 3;
- Marta Morais - n.º 18;
- Pedro Dias Serrão - n.º 25