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TÓPICOS ESPECIAIS DO DIREITO

Perguntas e Respostas no Diálogo

lógica informal

Tópicos Especiais do Direito

Equipe

Victória Portela

Pedro Alves

Intro

Helquia Monte

Leolinda Chaves

Wendel Oliveira

O Autor

Douglas Neil Walton, Escritor norte-americano especialista na abordagem da argumentação, falácias e lógica informal.

O Autor

É também pesquisador emérito da CRRAR (Centro de Pesquisa em Raciocínio, Argumentação e Retórica) da Universidade de Windsor.

A Obra

Manual contendo “métodos críticos para avaliar de forma imparcial e razoável os pontos fortes e fracos dos argumentos” (p. 1)

A Obra

É útil para estudantes e indivíduos que querem adquirir conhecimento de pragmática, retórica e comunicação no discurso oral

Perguntas e Respostas no Diálogo

Pressupostos das perguntas

Pressupostos das perguntas

Pressupostos das perguntas

  • pressuposto como proposição supostamente aceitável para o oponente.

  • proposição como informações positivas para as perguntas, geram diálogos.

  • a pergunta já é um diálogo, é argumentar e influenciar no curso seguinte da argumentação.

Você parou de bater na sua mulher?

  • quem responde é afetado diretamente pela resposta da pergunta e pode ser argumentativa podendo ser uma armadilha para quem responde

ex. a surra na mulher...você parou de bater na sua mulher ?

  • falácia de perguntas múltiplas ou falácia da pergunta complexa

ex. você sempre foi mentiroso (poe a foto de alguém desconfiado por mentir)

ex. você fez investimentos lucrativos com o dinheiro que ganhou do governo de maneira antiética?

  • qualquer resposta ele está comprometido em se incriminar.

Você parou de bater na sua mulher?

Pressupostos das Perguntas

  • as perguntas semanticamente complexas nem sempre são falaciosas
  • temos as disjuntivas e as conjuntivas condicionais
  • perguntas curtas
  • ex. senhor ministro...
  • pressupostos interligados de maneira complexa
  • perguntas complexas fora do diálogo racional é razoável ?? Não! Porque são necessárias! Nem todas essas perguntas são falaciosas. Empobrecem o diálogo...da argumentação. (perguntas divididas, uma alternativa)

Você parou de bater na sua mulher?

  • os projetos de lei que tem duas propostas em uma para que a não requerida seja aprovada com a requerida...
  • as perguntas complexas e as capciosas! é problemática e coercitiva... e dilema injusto... no caso da surra...
  • sobre a pergunta ter uma ordem lógica, mas a sequência racional/razoável do diálogo.

Você parou de bater na sua mulher?

Você já bateu na sua mulher?

Você tem uma mulher?

Por quanto tempo você pretende condenar esta empresa a um prejuízo contínuo, recusando-se teimosamente a mudar suas políticas desastrosas?

Você parou de bater na sua mulher?

Eu não aceito, nem por um momento, seu pressuposto de que minhas políticas sejam desastrosas ou de que eu tenha sido teimoso

Diálogo Racional

Diálogo racional

i

Identificar o tipo de pergunta envolvida

  • uma pergunta "sim ou não" é supostamente segura, mas muitas podem ser capciosas ou complexas em seus pressupostos
  • um outro exemplo são as perguntas "ou" ou perguntas disjuntivas, porque coloca duas alternativas
  • nesse caso é bom prevenir de falácias que consistem em não apresentar uma gama de possibilidades

ex.: a zebra é preta ou branca?

  • No diálogo, ainda existe uma importatente pergunta: "por que". Ele pede a razão da aceitação de uma proposição feita.

ex.: por que o pacifismo é moralmente errado?

  • quais as razões que o levaram a aceitar a proposição de que o pacifismo é moralmente errado

ii

Identificar e enunciar os pressupostos da pergunta

iii

Perguntar se o pressuposto da pergunta é complexo

iv

Avaliar se o pressuposto da pergunta é capcioso

v

Se a resposta às últimas perguntas for "sim", então deve-se averiguar se a pergunta é um caso da falácia de perguntas múltiplas

vi

avaliada a pergunta, deve-se avaliar se o tipo de resposta é uma resposta direta e se não for, avaliar se a resposta é pertinente

Argumentos da ignorância

Elliot: Como você sabe que não existem fantasmas?

Zelda: Bem, até hoje ninguém provou que eles existem, não é?

Tem uma das seguintes formas:

  • Não se sabe se a proposição A é verdadeira. Logo ela é falsa.
  • Não se sabe se a proposição A é falsa. Logo ela é verdadeira.

Ex.: Alguns filósofos tentaram refutar a existência de Deus, mas nunca conseguiram.

Logo, podemos concluir com certeza que Deus existe.

Argumentos da ignorância

Pode ser razoável: (plausível)

Ex.: Nunca se provou que o sr. X fosse culpado de falhas de segurança ou de qualquer ligação com a KGB, embora serviço secreto tenha verificado sua ficha.

Logo o sr. X não é espião da KGB.´

Racional

Ex.: Não sei se este rifle está descarregado. Logo, é razoável supor que esteja carregado.

Razoabilidade muda com o contexto

Pode ser capcioso:

Ex.: Ninguém razoavelmente inteligente e bem informado duvida de que nunca provas sérias e bem fundamentadas acerca da percepção extrassensorial. Logo a percepção extrassensorial não existe.

RESPONDER UMA PERGUNTA COM OUTRA

PETIÇÃO DE PRINCÍPIO

Ex.: Carlos é um bom homem pois doa dinheiro a mendigos, e todo indivíduo que doa dinheiro a mendigos é um bom homem.

REGRAS DE PERGUNTAS E RESPOSTAS NO DIÁLOGO

Monty Python - Agência de discussão

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