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Transcript

A Marcha no Idoso

A marcha

Biomecânica

humana

Alba Karine

Débora Vitória

Rebeca Avelino

A marcha é caracterizada por uma sequência de múltiplos eventos rápidos e complexos, o que dificulta a observação clínica, a identificação de alterações dos fenômenos e a quantificação do seu grau de afastamento da normalidade.

Isso levou estudiosos a desenvolver recursos de registros e de análise do movimento cada vez mais sensíveis e precisos.

A análise da marcha é a mensuração, a descrição e a avaliação sistemática de dados que caracterizam a locomoção humana.

Ela tem fundamental relevância no estudo e no tratamento de patologias que envolvem o aparelho locomotor.

Cadência

Passo

Passada

Ciclo da marcha

Ciclo da Marcha

Fases da marcha

1. Fases do apoio

Fases do apoio

Fases do apoio

Fases do Balanço - 40%

Fases do Balanço

Ciclo da Marcha

Fases do balanço

Velocidade: 82 m/min

Cadência: 113 passos/min

Comprimento da Passada:1,4 m

Medida do passo: 0,75 m

Alterações normais

A velocidade da marcha:

Alterações normais

-Estável até cerca de 70 anos

-Passos mais curtos que causam um aumento no tempo de duplo apoio.

-Relacioanada a fatores como:

-Maior estabilidade do corpo

-Diminuição na flexibilidade das articulações principalmente do tornozelo, joelho e quadril,

-Alterações na propriocepção

-Mudança das capacidades sensório-motoras .

Alterações normais

Cadencia : Não altera com o envelhecimento.

Tempo de duplo apoio: Aumenta com a idade

Reduz a fase de balanço e diminui o comprimento da passada.

Aumenta também a largura dos passos: Com o objetivo de diminuir a oscilação lateral do tronco.

Alterações Normais

Postura da Marcha

-Maior rotação pélvica anterior e aumento da lordose lombar

-Pernas lateralmente rotadas (dedos do pé para fora) em cerca de 5°

-Projeção do tronco à frente

Alterações anormais relacionadas à marcha

Causas:

• Distúrbios neurológicos

• Distúrbios músculo esqueléticos

Marcha Antálgica - DOR

Marcha Antalgica e Patológica

É a auto-proteção decorrente de uma lesão ao nível da pelve, quadril, joelho, tornozelo ou pé.

A fase de apoio sobre o MMII afetado é mais curto do que sobre o membro não afetado.

A fase de balanço do MMII não afetado diminui, dessa forma diminuindo a velocidade da marcha e da cadência.

EX Osteoartrite, Tendinite, Fratura

Marcha Patológica

  • A fonte do movimento

Unidade motora e os músculos

Marcha patológica

EX: Poliomielite

Neuropatias periféricas

Miopatias

Marcha Patológica

  • As alavancas articulares

Ossos e articulações

EX: Atrose, osteoporose, contraturas articulares.

Marcha Patológica

  • A conscientização do movimento desejado

Marcha patológica

Sistema sensorial

EX: Tabes Dorsalis,

Marcha Patológica

Redução do comprimento da passada,maior tempo de apoio duplo, inclinação do tronco para frente, dificuldade de transferência de peso, dificuldade para iniciar a marcha e congelamento.

O controle do movimento:

-Sistema Piramidal

-Sistema extrapiramidal

-Cerebelo

Patologias:

-Sindromes piramidais

-Sindromes extraíramidais

-Ataxia

Marcha hemiplégica com alteraçoes na fase de apoio e balanço e diminuiçao do comprimento da passada.

Equlibrio alterado: Base alargada e cambaleante, passadas incertas e pés separados com desvio lateral

Marcha patológica

O sistema de energia

Tem o sistema cardiopulmonar como responsável.

- Cardiomiopatia

- Pneumopatias

Fazem com que as deformidades imponham a marcha um alto custo energético.

Ceifante

Marchas anormais

Parkinsoniana

Anserina

Cerebelar

Tabetica

Tabética

Vestibular

Escavante

Escarvante

Claudicante

Claudicante

Espastica

Obrigada!

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