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Transcript

INTRODUÇÃO:

  • Temática: Prevenção da adição às tecnologias por parte dos jovens;
  • População-alvo: Luís, avó e nas restantes crianças do campo de férias;
  • Situação Modificada;

Situação Modificada:

A Sr.ª D. Amélia Fonseca, de trinta e cinco anos, é divorciada e tem dois filhos, o Luís, de dez anos e o Bernardo, de três. Vivem na periferia de Lisboa, em Loures. A mãe é bancária e trabalha numa agência na capital, começando a fazer mais turnos para manter a estabilidade económica. São os avós que os vão buscar à escola e ficam a tomar conta deles até a mãe regressar do trabalho uma vez que o seu pai vive separado da sua família desde o divórcio e não se encontra presente na vida dos mesmos. Para além disso, o processo do divórcio entre estes foi extremamente difícil, o que levou o Luís a retrair-se e refugiar-se nas tecnologias. O pai aproveita então este interesse do filho para compensar a sua ausência, oferecendo-lhe videojogos, tablets e outros gadgets.

A maior parte do tempo o Luís fica em frente ao computador entregue a si próprio. Os avós referem que não conseguem que ele realize os trabalhos da escola, nem se dedique a outras atividades, passando o seu tempo livre em frente aos ecrãs. Por outro lado, não insistem porque têm de cuidar do irmão mais novo. Estes comportamentos, aliados aos maus hábitos alimentares da família e ao sedentarismo do Luís, levaram ao aumento de peso excessivo do mesmo.

O Luís teve uma consulta de vigilância médica e de enfermagem, na USF, onde nos foi revelado pela avó do Luis o problema que este tem com as tecnologias, mostrando-se o mesmo bastante dependente das mesmas. Posto isto, achamos pertinente encaminhar o mesmo para a parceria que a USF está a desenvolver com o campo de férias Parque Aventura Sniper, onde irá haver uma sessão de educação para a saúde direcionada para a dependência das tecnologias por parte dos jovens.As crianças permanecem na colónia de férias durante um fim de semana, onde são promovidas atividades de equipa, de consciencialização de hábitos domésticos adequados à sua fase de desenvolvimento (por ex: fazer a cama), promoção de exercício físico e de espírito de equipa.

(RE)CONECTA-TE

  • Momento fulcral do projeto
  • -verificamos se os objetivos delineados foram ou não atingidos.

“a avaliação deve ainda fornecer elementos necessários para intervir no sentido de melhorar a coerência (relação entre o projeto e o problema), a eficiência (gestão dos recursos e meios atendendo aos objetivos) e a eficácia (relação entre a ação e os resultados).” (Ferrito et al, 2010, p.24).

Avaliação da

3ª Sessão

Avaliação

Somativa

Avaliação Formativa

Avaliação Diagnóstica

Avaliação

Formativa:

Avalição

Somativa:

Avaliação da

3ª Sessão:

Avaliação Diagnóstica:

  • 3 dias após o Luís ter saído do campo de férias
  • Podemos avaliar e compreender os pensamentos e os pontos de vista do Luis
  • Planeamos uma mudança

  • Realizada três meses após a terceira sessão através de uma consulta em centro de saúde.
  • objetivo: Verificar os conhecimentos adquiridos
  • verificamos se os objetivos gerais foram cumpridos e se foram adquiridos de forma eficiente e consistente

  • É essencialmente um processo contínuo e interativo realizado em tempo real;
  • Permite compreender se é necessário estabelecer novos objetivos e intervenções;
  • Atividade “jogo das bandeiras”;

  • realizou-se através de uma entrevista de apreciação compreensiva da criança com a enfermeira,
  • tem como objetivo “identificar os conhecimentos e aptidões” (Mão de Ferro, 1999)
  • permite-nos adaptar as intervenções às características da população alvo,

AVALIAÇÃO

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE

Diagnóstico da situação

Identificação do Problema:

  • Causas: divórcio dos pais; não se encontrar com os seus colegas fora do ambiente escolar;
  • Consequências: criança sedentária, diminuição de interação social, desenvolveu excesso de peso;
  • Dimensão/ Intensidade: passa o seu tempo livre ligado ao computador; utiliza as tecnologias para manter o contacto com os colegas após as aulas; baixo seu interesse por qualquer atividade extracurricular;
  • Evolução: desenvolvimento a nível pessoal e social seja afetado, alterações na sua saúde física E Repercussões a nível mental,

DETERMINANTES

DE

CONTEXTO

POPULAÇÃO

ALVO

IDENTIFICAÇÃO

DO

PROBLEMA

RECURSOS

INTERNOS E

EXTERNOS

População Alvo:

Determinantes do Contexto:

  • O Luís faz parte da população alvo uma vez que apresenta comportamentos de dependência à tecnologia;
  • A sua avó, por ser a acompanhante na primeira e última consultas e também por ajudar na identificação dos problemas e necessidades do Luís, pertence também à população alvo;
  • -o grupo do campo de férias (entre os 8 e os 11 anos) visto que vai ser o público da segunda intervenção e apresenta comportamentos semelhantes aos do Luís;

Estádio de desenvolvimento: Segundo Piaget, o Luís e o restante grupo, encontram-se no estádio operatório concreto; à luz da teoria de Erikson, estes estão na 4ª idade -Diligência vs Inferioridade; segundo Freud, estes encontram-se na fase de latência;

  • Determinantes biológicos: a idade, o sexo e os fatores genéticos presentes determinantes socio-económicos: posição económica da família, que permitem compreender o suporte monetário e psicológico da família;
  • Determinantes ambientais: acesso à internet e às tecnologias no quotidiano do Luís e a pressão dos pares para adotar comportamentos semelhantes, (nomeadamente o uso constante das tecnologias).
  • Determinantes comportamentais: alimentação pouco equilibrada desta família e a falta de exercício físico do Luís
  • Determinantes relacionados ao acesso aos serviços de saúde: fácil acesso da família à USF.

Recursos Internos e Externos:

Necessidade de EPS (continuação):

Problema Central

Adição às tecnologias:

Comportamentos aditivos:

  • Necessidade de permanecer grande maioria do tempo ligado a dispositivos eletrónicos, jogos ou redes sociais

  • Consumos repetidos, com dificuldade de interrupção e vontade sistemática para os realizar, ou seja, comportamentos impulsivo-compulsivos em relação a diferentes atividades.

PROPOSTA DE

ATIVIDADES

NECESSIDADE DE EPS

MODELO

DE EPS

OBJETIVOS

Necessidade de EPS:

  • Adição: comportamentos impulsivo-compulsivos em relação a diferentes atividades que potenciam prazer (comosubstâncias psicoativas (álcool, drogas), jogo, internet, compras ou sexo, r); representando um perigo para a saúde
  • Comportamento problemático: adição tecnológica ou seja, necessidade de permanecer grande maioria do tempo ligado a dispositivos eletrónicos, jogos ou redes sociais, podendo este evoluir para uma situação de dependência (NOME DO AUTOR).

  • Consequências sobre a problemática: obesidade, sedentarismo, fadiga, má postura, distúrbios do sono, troca da vida social pela vida virtual, problemas psicológicos, familiares, pessoais e económicos.
  • Conclusão: é importante atuar ao nível dos comportamentos do Luís não só pelas consequências a nível físico, mas também pelo facto de prejudicar as suas relações interpessoais influenciando o seu desenvolvimento.

Objetivos:

Propostas de Atividades:

Modelo de EPS:

  • Modelo de Empowerment, cujo ideal é capacitar as pessoas para tomarem decisões conscientes sobre a sua saúde, conferindo-lhes maior autonomia e independência no processo de tomada de decisão.

Iremos atuar a fim de educar o Luís para as consequências do uso excessivo das tecnologias, de forma a que este adquira conhecimentos e competências necessárias para alterar os seus hábitos de vida.

PLANEMANETO PEDAGÓGICO DA SESSÃO DE EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE

TEMA DA

SESSÃO DE EPS

ORGANIZAÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO DA AVALIAÇÃO

OBJETIVOS DA

SESSÃO DE EPS

DEFINIÇÃO DE

ESTRATÉGIAS

MOBILIZAÇÃO DE CONTEÚDOS

Definição de Estratégias:

Organização e Fundamentação da avaliação:

Objetivos da sessão de EPS:

Mobilização de Conteúdos:

Escolha fundamentada da sessão de EPS:

2.Erikson e a Teoria Psicossocial:

4ªIdade, Diligência Vs. Inferioridade:

  • Procura reconhecimento e respeito dos pares;
  • Deixa o faz de conta e ganha interesse pelo trabalho sistemático.

I. Educação para a Saúde

“…Educação para a Saúde consiste nas oportunidades, previamente preparadas, que envolvem comunicação destinada a melhorar a literacia em saúde…”

3.Freud e a Teoria Psicosexual:

  • Estádio da latência:
  • Zonas erógenas encontram-se todas ao mesmo nível ;
  • Ampliação do mundo sexual;
  • Energia libidinal é sublimada para o desejo de conhecimento.

II. Fases de Desenvolvimento

III.Tipos de Comunicação

  • Acompanhamento:

Escuta ativa procurando ser simpático, solidário e compreensivo, refletindo no que o cliente diz, dando espaço para a pessoa verbalizar o que sente e refletir nas questões principais colocadas;

  • Direcionamento:

Já temos uma opinião clara sobre o que a pessoa deve fazer e aconselhamos. O conselho traduz claramente a reflexão do enfermeiro sobre as respostas e preferências do cliente;

  • Orientação:

Escuta atenta para atender o dilema, explorar com o cliente soluções e os prós e contras de cada uma, podendo partilhar  experiências e resultados anteriores de problemas semelhantes.

1.Piaget e a teoria do Desenvolvimento Cognitivo:

Estádio operatório concreto:

  • Início da perceção de controlo sobre a doença;
  • Recorrer a exemplos concretos da realidade da criança ao invés de exemplos abstratos.

UC Educação para a Saúde

AVALIAÇÃO:

Conclusão:

Referências Bibliográficas:

Discentes:

Ana Carvalho nº

Beatriz Narciso nº

Beatriz Machado nº

Maria Inês Moras nº9433;

Maria Rodrigues nº

Miguel Antunes nº

Rodrigo silva nº

índice:

Professor Orientador: Mário Cardoso

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