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Regência Trina Provisória
Regência Trina Permanente
Regência de Feijó
Regência de Pedro de Araújo Lima
- Apoio dos militares
- Sentimento de não atribuir poderes a uma única pessoa
- Regras p/ descentralização político-administrativa (avanço liberal)
- Aprovação da lei Regencial
* Regência trina permanente, eleita pela Assembleia Geral
- Caramurus - Retrógrados ou Restauradores
* Defendiam a centralização
* Queriam trazer D. Pedro I de volta para o Brasil
- Chimangos - Liberais Moderados
* Maioria entre os liberais
* Governo constitucional
* Monarquia Representativa
- Jurujubas ou Farroupilas - Liberais exaltados
* Minoria e de posição radical
* Eram ultradescentralizadores
* Defendiam o fim do Regime
PS - Sobre a abdicação, os liberais exaltados derrubaram D. Pedro I, mas não ocuparam o poder.
- Ministro da Justiça: Pe. Diogo Antonio Feijó
* Exigência de plenos poderes
(clima de intensa agitação política)
- Criação da Guarda Nacional: oposição aos motins e limites ao exército
- Renúncia de Feijó: tentativa de golpe de Estado
- Código de Processo Criminal = regulamentava a aplicação da Justiça no país.
- Ato adicional (1834) = mudanças
constitucionais
- Governo por um período de 4 anos
- Eleito pelo prestígio enquanto ministro da Justiça
- Problema: Guerra dos Farrapos ou Rev. Farroupilha (1835-1845)
- Desagaste do Regente e falta de base de sustentação política
- Sem apoio, Feijó renuncia e assume
Pedro de Araújo Lima
Diogo Antônio Feijó, também conhecido como Regente Feijó ou Padre Feijó (São Paulo, batizado em 17 de agosto de 1784 — São Paulo, 10 de novembro de 1843), foi um sacerdote católico e estadista brasileiro.
Considerado um dos fundadores do Partido Liberal. Pode-se resumir bastante sua vida afirmando que exerceu o sacerdócio em Santana de Parnaíba, em Guaratinguetá e em Campinas. Foi professor de História, Geografia e Francês. Estabeleceu-se em Itu, dedicando-se ao estudo da Filosofia. Em seu primeiro cargo político foi vereador em Itu. Foi deputado por São Paulo às Cortes de Lisboa, abandonando a Assembleia antes da aprovação da Constituição. Era adversário político de outro paulista, José Bonifácio de Andrada e Silva.
Rev. Farroupilha
Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha foi como ficou conhecida a revolução ou guerra regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil, na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Estendeu-se de 20 de setembro de 1835 a 1 de março de 1845.
A revolução, que com o passar do tempo adquiriu um caráter separatista, influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria a ocorrer em São Paulo em 1842 e para a revolta denominada Sabinada na Bahia em 1837, ambas de ideologia do Partido Liberal da época. Inspirou-se na recém findada guerra de independência do Uruguai, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Santa Fé. Chegou a expandir-se à costa brasileira, em Laguna, com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages.
A revolta teve como líderes: general Bento Gonçalves da Silva, general Neto, coronel Onofre Pires, coronel Lucas de Oliveira, deputado Vicente da Fontoura, general Davi Canabarro, coronel Corte Real, coronel Teixeira Nunes, coronel Domingos de Almeida, coronel Domingos Crescêncio de Carvalho, general José Mariano de Mattos, general Gomes Jardim, além de receber inspiração ideológica de italianos da Carbonária refugiados, como o cientista e tenente Tito Lívio Zambeccari e o jornalista Luigi Rossetti. além do capitão Giuseppe Garibaldi, que embora não pertencesse a carbonária, esteve envolvido em movimentos republicanos na Itália. Bento Manuel Ribeiro lutou em ambos os lados ao longo da guerra, mas quando acabou a revolução ele estava ao lado do imperador.
A questão da abolição da escravatura também esteve envolvida, organizando-se exércitos contando com homens negros que aspiravam à liberdade. Mesmo que o ideal supremo dos revolucionários fosse a independência de uma república, os líderes da revolução, eram defensores da escravidão.
Guilherme Litran, Carga de cavalaria Farroupilha, acervo do Museu Júlio de Castilhos
- Progressistas = apoiadores de Feijó Racha no partido
- Regressistas = Ex-aliados de Feijó dos liberais moderados
- Liberais e Conservadores ?
Ambos apoiavam causas dos grandes proprietários de terras e não pretendiam mudar o Regime Monárquico
- Qual a diferença?
Maior ou menor centralidade política-administrativa
- Apoio dos conservadores
- Tentativa de centralização político-administrativa
- Tempo de grandes agitações políticas
- Apoiado pelos liberais formou-se um clube suprapartidário: CLUBE DA MAIORIDADE
- Campanha para redução da maioridade do
Imperador para 15 anos