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Disciplina de Geografia
Professora Ilda Paixão
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A Austrália localiza-se na Oceânia, entre os Oceanos Pacífico e Índico. A extensão territorial é de 7.741.200 km2, é o 6º maior país do planeta e é também a maior ilha (porção de terra totalmente rodeada por água) do mundo. Com uma população a rondar os 26 milhões de habitantes, a sua densidade populacional é de 3,3 hab/Km2, o que faz da Austrália um dos países com menos habitantes por Km2, do mundo. Divide-se em estados e em territórios. A capital da Comunidade Australiana (nome oficial do país) é Camberra, situada no estado de New South Wales.
Camberra
É um país relativamente jovem, em termos históricos, com uma das economias mais desenvolvidas do mundo, excelentes infraestruturas e que proporciona um elevado nível de vida aos seus cidadãos. Apesar do clima ser predominantemente seco e quente, a biodiversidade e as paisagens são muito variadas. É um país de contrastes, quer a nível geográfico, quer a nível demográfico, e é um dos melhores exemplos de multiculturalismo, provando que é possível a coexistência harmoniosa de várias culturas .
Paisagem australiana
Espécies autóctenes australianas
Na Austrália existem três "raças" predominantes, com prevalência da "raça" caucasóide, fruto da colonização europeia (de acordo com o gráfico). Assim, as características fisícas dos australianos não são as mesmas. Contudo, maioritariamente, os australianos têm crânio largo e redondo, pele clara, cabelos claros que variam de lisos a ondulados, olhos amendoados, lábios delgados e narizes estreitos. Os de ascendência asiática, e com o tipo físico da raça mongoloide têm crânio largo, pigmentação clara da pele entre branca e amarelada, cabelos lisos e negros, olhos rasgados e oblíquos, nariz reto e lábios delgados. Convém realçar, que a população nativa australiana, os aborígenes, reduzidos a cerca de 2,5% da população, inserem-se na raça australoíde e os seus traços físicos são os seguintes: olhos escuros, cabelo encaracolado, nariz largo e a tonalidade da pele é escura quase negra.
Os povos que habitavam a Austrália, os aborígenes australianos fazem parte da raça Australóide, como já foi referido, bem como as etnias predominantes nas ilhas do Pacífico. Durante a colonização da Austrália, realizada por Ingleses, mas também por colonos de outros países europeus, a diversidade étnica australiana aumentou. Nos dias de hoje, e segundo dados do Australian Bureau of Statistics, e de acordo com os censos realizados em 2016, 25% dos Australianos nasceram noutros países e outros 25% têm no mínimo um parente que nasceu noutro país. Os Imigrantes Australianos são oriundos de mais de 140 países diferentes. Compreender a história da colonização e imigração na Austrália, ajuda a entender a composição étnica atual. De acordo com a tabela do lado, os britânicos continuam a ser a maioria com 67.4% da população, seguidos de outras etnias europeias: irlandeses, italianos e alemães. A etnia chinesa representa 3.6% da população e os aborígenes são agora apenas 3%. Como tal, percebemos que muitos são os grupos étnicos representados na Austrália, o que faz deste país, um dos mais multiculturais do mundo.
Os australianos, ou "aussies", como os próprios se intitulam, falam inglês, mas com algumas diferenças relativamente ao inglês original. Ao longo do tempo, os colonos desenvolveram a sua própria pronúncia e expressões características. Consoante as regiões, os sotaques também conferem algumas especificidades à língua. Acresce ainda, a todo este processo, a diversidade de imigrantes que o país recebeu, trazendo também novas expressões. O "australiano" caracteriza-se por um tom menos coloquial, mais informal e descontraído, repleto de expressões peculiares e de muitas reduções de palavras, que só mesmo um australiano pode entender. Apesar do inglês ser usado por cerca de 72% da população, a Austrália não tem uma língua oficial instituída. Convém salientar, que em casa, e de acordo com dados de 2016, são faladas mais de 200 línguas diferentes, entre elas o mandarim, o árabe, o cantonês, o grego e o italiano. A língua nativa, aborígene abrange mais de 100 dialetos.
A Austrália não tem uma religião oficial, é portanto, um país com liberdade religiosa. Tendo em conta o passado histórico deste país, a maior parte da população, e de acordo com dados de 2016, identifica-se como cristã, cerca de 52,1%, entre os quais católicos, na maioria anglicanos. Cerca de 30,1% não se identifica com nenhuma religião e os restantes 8,2%, estão divididos entres hindus, muçulmanos, judeus, e outras religiões, 9,6% optaram por não responder ao inquérito. A Austrália foi desde cedo, e continua a ser, um país muito diversificado, em termos religiosos. Apesar dos primeiros colonos europeus terem incentivado o Cristianismo, a chegada de imigrantes causou uma grande diversificação religiosa, embora a tendência nos últimos anos seja a " não religiosa ", que tende a aumentar, especialmente entre as gerações mais jovens.
Cristãos - 52,1%
Não religiosos - 30,1%
Sem reposta - 9,6%
Muçulmanos - 2,6%
Budistas - 2,4%
Hindus - 1,9%
Sikhistas - 0,5%
Judeus - 0,4%
Outros - 0.4%
Com uma história recente e assente na colonização, os australianos não têm propriamente uma história do vestuário ou um traje típico. A forma de vestir dos australianos é claramente ocidentalizada, mas adaptada ao clima da Austrália, às diversas regiões e ao seu estilo de vida descontraído. Sendo assim, o vestuário vai desde roupa casual para usar nas praias e durante o verão até ao "Bushwear", a fazer lembrar os "Cowboys" americanos. Também existe o estilo "Larrikin", que tem origem nos meados do século XIX, e que se aplicava aos jovens rebeldes da época, mais que do que a roupa, era uma atitude contra a sociedade vigente e um modo de vida. Este estilo e atitude mais "rebelde", é uma tendência na Austrália e simboliza o companheirismo e descontração que os caracteriza.
Tendo em conta o clima bastante quente, os australianos usam calções, roupas frescas e andam muitas vezes de chinelos. Os chapéus e bonés fazem parte da indumentária, para os proteger do Sol e do cancro de pele. Relativamente aos povos indígenas, a maioria está adaptada ao modo de vida australiano. Tradicionalmente, os aborígenes vestiam-se do que a Natureza lhes fornecia, como peles e tecidos de fibras das árvores locais. Muito artísticos, eram excelentes artesãos, fabricavam muitas jóias e acessórios, tais como: colares, pentes, faixas de cabelo, cintos, fitas e máscaras tribais. Os aborígenes são detentores de uma grande riqueza cultural e um dos povos mais antigos do mundo.
A gastronomia da Austrália reflete a multiculturalidade deste país. É uma gastronomia rica e cheia de influências, principalmente da cultura asiática. Neste país é possível encontrar restaurantes de quase todas as cozinhas do mundo. Com uma grande variedade de produtos e ingredientes, é possível encontrar as mais diversas carnes, desde canguru a crocodilo! Pescado, marisco, moluscos, frutas, legumes, toda uma variedade de produtos, incluindo produtos nativos, cada vez mais apreciados e valorizados pelos australianos e não só. Ainda assim, existe uma forte influência da colonização britânica, na gastronomia australiana, e que se verifica nos pratos típicos deste país.
MEAT PIE
A Meat Pie é uma tarte recheada com carne de frango ou bacon, e normalmente é servida ao lanche. Claramente uma herança britânica.
RIBS WITH BARBECUE SAUCE
Os ingredientes utilizados nesta receita são: o molho inglês, o vinagre de vinho branco, o açúcar mascavado, o ketchup, a cebola e o chili. Depois de grelhar o entrecosto, é só acrescentar o molho barbecue. Os australianos são loucos por churrascos, os barbacues, ou como se diz na Austrália, os barbies. Não é raro no dia de Natal, a típica refeição em família ser um barbie.
BROWNIE AUSTRALIANO
O brownie australiano é preparado com baunilha, chocolate em pó, chocolate de leite e macadâmias picadas.
BOLOS ANZAC
Típico da Austrália e da Nova Zelândia, a sua origem remonta à altura da 1ª Guerra Mundial, quando as famílias dos soldados os confecionavam, embalavam e enviavam junto com as rações de combate. Para além de bastante nutritivos, eram um "mimo" de casa! Os bolos Anzac são um legado e fazem parte da História australiana. Os ingredientes são: manteiga, "golden syrup", farinha com fermento, flocos de aveia, coco desidratado, açúcar mascavado e ovos.
PAVLOVA
A Pavlova é um doce tipicamente australiano, e o seu nome deriva do nome da bailarina russa Anna Pavlova, que visitou a Austrália e a Nova Zelândia nos anos 20. Existe até aos dias de hoje, uma grande disputa entre estes dois países, sobre quem realmente inventou a Pavlova. Contudo, qualquer australiano que se preze, sabe fazer a "melhor" Pavlova. Este doce tem a forma de um bolo, e é um merengue, cozido no forno, que é depois decorado no topo com frutas, tipicamente frutos vermelhos e por vezes é acompanhada de uma calda.
A tradição musical australiana tem origem nos seus povos nativos. Os aborígenes são um povo muito musical e as músicas e canções são explicações para a criação do mundo. O corpo é utilizado como um instrumento musical, no sentido de produzirem música com o auxílio das mãos e dos pés. O uso de muitas vocalizações e de instrumentos como o didjeridoo ou didjeridu (que apenas pode ser tocado pelos homens), tornam a sua música muito característica e inconfundível. A música aborígene, a dança e as pinturas corporais, servem de suporte à componente ritualista destes povos, que tem uma ligação muito forte com a natureza e com o mundo dos espíritos. Como resultado da presença colonial, as tradições aborígenes foram desaparecendo, embora atualmente existam alguns festivais destinados à celebração da sua música e cultura.
Mais tarde, através dos colonos europeus, começou a desenvolver-se a música australiana. A base era o folclore dos seus países de origem. Os instrumentos eram a concertina, acordeão, piano e a viola e ficou conhecida como a "Bush Music". Com o passar do tempo a música foi ficando cada vez mais erudita e ocidentalizada, até aos dias de hoje. Atualmente muitos são os estilos musicais que coexistem na Austrália e deste país chegam artistas consagrados, nas mais diversas áreas musicais, desde a música clássica até à música rock. Um exemplo de como a música é importante é a Ópera de Sidney, um dos monumentos mais conhecidos do mundo e que é palco da grande produção musical australiana e não só.
Nos dias de hoje, o país é marcado pelo multiculturalismo, com forte presença das culturas indígenas, um sinal de sobrevivência dos aborígenes. Algumas das festividades mais marcantes e importantes para os australianos, e que espelham bem a sua maneira descontraída, simpática e calorosa de viver são as seguintes:
AUSTRALIAN DAY
Neste dia, celebrado a 26 de janeiro, comemora-se a chegada do primeiro navio inglês à costa australiana. É feriado nacional em todos os estados e territórios e atualmente é o maior evento cívico em toda a Austrália. Comemorações de tradições aborígenes também são incluídas. Durante o dia ocorrem desfiles, concertos, festivais, cerimónias espalhadas por todo o país , desde o lugar mais recôndito da Austrália até às grandes cidades.
NATIONAL MULTICULTURAL FESTIVAL
Este festival ocorre em Camberra, a capital do país, e teve início em 1996, com o objetivo de promover a igualdade de oportunidades, manter a coesão social e assim minimizar a exclusão social inerente à diversidade cultural e linguística. Tem a duração de três dias e atrai tanto nacionais, como turistas, e é como concentrar numa só cidade, vários países. Realizam-se espetáculos, ações de voluntariado, feiras, mercados, onde fica evidente a cultura, a arte e a diversidade de cada etnia presente. É a celebração máxima do multiculturalismo.
ANZAC DAY
No dia 25 de abril, os australianos celebram o Anzac Day. Este dia refere-se à chegada dos soldados australianos e neo-zelandeses - os Anzac, à Península de Gallipoli, em 1915. Durante esta campanha milhares de vidas foram ceifadas, tanto turcas, como australianas e neo-zelandesas. Nesta data, através de desfiles e paradas militares, é prestada homenagem a todos estes hérois, que deram as suas vidas.
No passado, há 40 000 anos atrás, quando a Austrália era habitada pelos aborígenes os costumes, os rituais e o modo de vida eram bem diferentes. Este povo era nómada, e praticava a recoleção, bem como a caça, para sobreviver. As suas habitações eram muito rudimentares, apenas abrigos e nas noites frias aqueciam-se ao redor de fogueiras. Dividiam-se em clãs e raramente casavam com membros de clãs diferentes. Os aborígenes eram pacíficos e só recorriam à força para aplicar a justiça. A cremação dos cadáveres era prática comum e as pessoas mais importantes podiam ser conservadas em troncos de árvores ocas. Os aborígenes prestavam culto aos elementos da Natureza, o Sol é feminino enquanto que a Lua é o elemento masculino e sem os dois não poderia existir vida. A arte era um meio de comunicação, e através das pinturas, incluindo as corporais, contavam a sua história. Apesar de estarmos em pleno século XXI, este povo ainda é alvo de alguns preconceitos, como tal o governo australiano instaurou leis anti-raciais, de modo a preservar estas tribos, de forma a salvaguardar as suas tradições. A discriminação racial passou a ser considerada um crime grave.
Atualmente os australianos, tem uma identidade própria, enquanto povo, fruto da tradição aborígene, da influência ocidental, mas também de muitas vagas de imigração. São um povo extremamente simpático e educado. Amantes da vida ao ar livre, são fanáticos por desporto, e os seus preferidos são: surf, cricket, rugby e footy (desporto australiano muito semelhante ao futebol). Mundialmente conhecida é a dança tribal de origem Maori, "Haka", que simboliza o orgulho, força e a unidade de uma tribo. Este ritual foi adotado pela equipa australiana de rugby, All Black, que a executa no início dos seus jogos, numa demonstração de união. Na Austrália, o dia começa antes do Sol nascer, mas também acaba cedo e são muito frequentes os eventos Sunset. A pontualidade na Austrália, é levada a sério, e todos os eventos têm horários que são cumpridos à risca. O povo australiano tem uma grande consciência ambiental, e os banhos neste país não demoram mais de 5 minutos, pois a água é um recurso escasso. Orgulham-se muito do seu café e em cada esquina existem mais de três estabelecimentos em que os australianos apreciam esta bebida e convivem. A Austrália é considerado o segundo melhor país do mundo para viver, com uma qualidade de vida superior, desenvolvido economicamente, acolhedor e multicultural, é um destino apelativo para os imigrantes de todo o mundo.
https://www.youtube.com/watch?v=PptTeyYShdw&ab_channel=WorldRugby
O ser humano terá chegado à Austrália há mais de 40 mil anos. Os povos nativos deste país são os aborígenes, e a sua linhagem continua até aos dias de hoje. No século XVIII, a população aborígene, contava com cerca de 300 mil índividuos, mas a colonização quase exterminou esta etnia. Eram um povo nómada e recolector, que mais tarde estabeleceu comunidades nas áreas costeiras, para terem fácil acesso à água, um bem que escasseava nas zonas centrais da ilha. O mau aproveitamento das terras, por parte dos aborígenes durante muitos séculos, pode ter levado à sua desfertilização. Em 1606, Willem Janzszoon,(um explorador holandês), foi o primeiro europeu a chegar à Austrália e explorou 300 Km de costa (cartografando-a). Ao contrário dos holandeses, que optaram por manter o foco nas trocas comerciais que aconteciam no Sul do Continente Asiático, James Cook, um explorador inglês, (com o auxílio dos mapas desenvolvidos pelos holandeses), assumiu o controlo da costa leste, em nome de Inglaterra, em 1770. A Inglaterra acabou por colonizar a Austrália, com o envio de colonos até 1850.
Lista das expedições mais relevantes à Austrália:
https://webarchive.nla.gov.au/awa/20200611161145/http://pandora.nla.gov.au/pan/43016/20200612-0152/www.australiaonthemap.org.au/landings-list/index.html
James Cook
Entre 1850 e 1900, e pouco a pouco, as províncias australianas tornaram-se independentes e mais tarde surgiu a 1ª Constituição Australiana. Com a indepêndencia e a descoberta de ouro, a economia expandiu-se. Porém, a Austrália continua a pertencer à Common Wealth, até à presente data. Durante o século XX, a Austrália foi crescendo economicamente (aproximando-se mais dos Estados Unidos e da China), demograficamente, culturalmente, melhorando muito as condições de vida dos seus habitantes. As políticas de imigração eram bastante restritas entre 1945 e 1965, mas com a fraca densidade populacional, a abertura foi maior e as leis de imigração foram-se tornando cada vez mais leves, acolhendo inclusive refugiados. Desta forma, a Austrália foi ficando cada vez mais multicultural e a evoluir enquanto nação.
Este é o hino australiano:
https://www.youtube.com/watch?v=Yl8eKxI-zeU&ab_channel=JRvideos
O Didjeridu ou Didgeridoo, é também um dos símbolos da Austrália. Trata-se de um instrumento de sopro, muito antigo, inventado pelos povos aborígenes e que produz um som muito característico.
O
O Bumerangue ou Boomerang, é uma das armas mais antigas do mundo, e existem evidências que muitos povos da antiguidade utilizavam esta arma. Contudo, este instrumento também é um símbolo australiano e herança da cultura aborígene. De formato aerodinâmico, permitia que depois de arremessado (e caso não atingisse o alvo), voltasse à mão do atirador.
As cores da bandeira da Austrália, não são as cores nacionais, mas sim , o verde e o amarelo, sendo inclusive as cores dos equipamentos australianos em competições desportivas. O verde e o amarelo vem de uma planta chamada Wattle, que nasce quase exclusivamente na Austrália. É considerada um “emblema floral” do país e é símbolo do patriotismo australiano.
A bandeira australiana foi adotada no dia 3 de setembro de 1901 e representa a lealdade deste país para com a coroa britânica. Com uma proporção de 1:2, é um dos principais símbolos nacionais da Commonwealth of Australia (Comunidade da Austrália). Tem 3 cores, branco, azul e vermelho. No lado esquerdo, sob o fundo azul, está representada a bandeira da Union Jack(Reino Unido), em homenagem ao país colonizador, e logo abaixo uma estrela de sete pontas. No lado oposto, existem quatro estrelas de sete pontas e uma de cinco pontas, as quais juntas formam uma representação da constelação do Cruzeiro do Sul.
A pirâmide etária australiana permite-nos concluir que o grupo etário com mais representação, é o dos 30-34 anos, porém existe uma grande concentração populacional entre os 25 e os 39 anos. O grupo etário com menos população é o dos 95 aos 99 anos, contudo, é notória uma diminuição gradual da população a partir dos 55 anos de idade.
A estrutura demográfica da Austrália é muito saudável. Nos próximos 30 anos, as mudanças demográficas não serão negativas, e para este facto contribuí as suas políticas de imigração amigáveis.
A maior parte da população australiana vive em grandes cidades e áreas metropolitanas, concentrando-se nas zonas costeiras, deixando o interior desta grande ilha, preticamente despovoado, como podemos verificar no mapa ao lado.
Após a realização deste trabalho, que tinha como principal objetivo explorar a diversidade cultural de um país, concluímos que o país que escolhemos, a Austrália, é um excelente exemplo deste fenómeno. Após uma aculturação por parte dos colonizadores (ingleses, mas também de outros países europeus), que sobrepuseram a sua cultura à cultura pré existente, a dos povos aborígenes, a Austrália, progrediu sempre numa caminhada de interação cultural. Se até a uma certa altura, a cultura dominante era a ocidental, aos poucos os australianos, foram edificando a sua própria nação e identidade. País sempre atrativo para os povos circundantes, quer pela sua riqueza natural, quer económica, a Austrália foi recebendo e continua a receber povos das mais diversas nacionalidades. A Austrália é uma paleta de cores, de pessoas, que vivem em comunhão, e que constroem um país.
Orgulham-se de ser um país seguro e agradável e que vive em harmonia. Apesar de não ter sido sempre assim, pelo menos no início, em que a supremacia dos colonos era evidente, a Austrália progrediu e cada vez mais opta por políticas inclusivas, tanto em relação aos imigrantes, como em relação ao povo aborígene. Praticam políticas de imigração conscientes e organizadas que levam o país a crescer em todas as suas vertentes, sendo um dos países com melhor qualidade de vida e dos melhores para se viver. A multiculturalidade pode ser uma mais valia, pode ser símbolo de progresso e de aprendizagem e não de confronto e preconceito. Este país jovem, que ainda se está a construir, é prova disso mesmo.
Sede do governo australiano
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