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INTRODUÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA

CARDIOMIOPATIA

HIPERTRÓFICA FELINA

MEDICINA VETERINÁRIA

ALUNOS:

Isabella Belo

Jéssica Barros

Lucas Guimarães

Naianne de Paula

Nathália Sanches

Sara Azevedo

A cardiomiopatia hipertrófica ou CMH, é uma doença do músculo cardíaco (miocárdio) a qual resulta no aumento da espessura do miocárdio, geralmente do ventrículo esquerdo, com diminuição da luz desta câmara.

A doença pode ser de caráter primário (idiopática) ou secundária às outras enfermidades como o hipertireoidismo, hipertensão sistêmica ou estenose subaórtica.

MUITO OBRIGADO!

ETIOLOGIA

DIAGNÓSTICO

SINAIS CLÍNICOS

FISIOPATOLOGIA

As causas da CMH são divididas em:

A maioria dos animais acometidos são assintomáticos enquanto calmos, podendo desenvolver sinais em situações de estresse. São eles:

A principal característica da CMH é o espessamento da parede ventricular esquerda. Tal condição acarreta em:

As arritmias cardíacas também aparecem, e têm grande importância.

A fibrilação atrial e outras taquiarritmias, contribuem para o comprometimento do enchimento diastólico, acentuando a congestão venosa.

PRIMÁRIAS

SECUNDÁRIAS

  • Enrijecimento da parede ventricular;
  • Diminuição da distensibilidade;
  • Histórico familiar;
  • Anamnese;
  • T4 livre;
  • Eletrocardiograma;
  • Ecocardiograma;
  • Radiografia;
  • Troponina cardíaca;
  • Peptídeo Natriurético Atrial;

Ainda não esclarecidas mas acredita-se em:

As causas secundárias da CMH estão relacionadas diretamente com:

  • Desconforto respiratório;
  • Letargia;
  • Taquipinéia;
  • Tosse;
  • Palidez;
  • Cianose;
  • Morte súbita;

A fibrilação atrial, condição em que ocorre a contração inadequada do átrio por estímulos elétricos desordenados, pode levar estase sanguinea com consequente formação de coágulos e doença tromboembolítica.

Conforme a doença progride, ocorre o aumento da pressão venosa pulmonar acarretando na formação de edema pulmonar.

Em virtude do aumento de pressão de preenchimento do ventrículo esquerdo, ocorre a dilatação do átrio esquerdo, acarretando em insuficiência cardíaca congestiva.

Como consequência, o ventrículo se torna uma câmara ríjida e não complacente, levando à disfunção diastólica e consequente diminuição do volume sistólico final.

  • Hipertireoidismo;
  • Estenose sub-aórtica;
  • Hipertensão;
  • Genético;
  • Transporte de cálcio;
  • Sensibilidade à catecolaminas;
  • Produção de fatores tróficos;

CMH POR ESTENOSE SUB-AÓRTICA

CMH POR HIPERTIREOIDISMO

CMH POR HIPERTENSÃO SISTÊMICA

O fator genético como causa primária é evidente. Algumas raças são mais acometidas que outras, como:

Os mecanismos inerentes do hipertireoidismo que influenciam o desenvolvimento de CMH são multifatoriais e compreende:

A estenose sub-aórtica consiste na diminuição da luz arterial, o que leva a uma sobrecarga de volume e trabalho do ventrículo esquerdo.

Tudo isso leva a um aumento da pressão sistólica, acarretando como resposta, em hipertrofia miocárdica concêntrica.

Devido ao aumento da pressão arterial, a carga de trabalho do coração aumenta, levando a hipertrofia ventricular esquerda e dilatação do átrio esquerdo.

Isso ocorre como resposta adaptativa ao stress causado pelo aumento da pressão.

  • Estado hipermetabólico;
  • Vasodilatação periférica;
  • Débito cardíaco;
  • Ativação do sistema nervoso simpático;
  • Efeitos diretos T3 e T4;

Maine Coon

Ragdoll

American Shorthair

TRATAMENTO

Em alguns casos, a CMF pode acarretar em infarto agudo do miocárdio

Condições decorrentes da hipertrofia ventricular:

É baseado no grau de desenvolvimento da doença e pode incluir:

REFERÊNCIAS

  • DUNN, J. K. Tratado de Medicina de Pequenos animais. Editora Roca. 2001. 1075p.
  • FUENTES, V. L. Feline Cardiomyopathy. In: Proceedings of the 26th Ohio State University Symposium: Small Animal Cardiology. 2002.
  • QUINTANA, R. B. Tromboembolismo Aórtico em Felinos:
  • revisão de literatura. Rio Grande do Sul, 2011.
  • RENAL VET INTERNATIONAL NEPHROLOGY AND HEMODIALYSIS FOR PETS, Cardiomiopatia Felina. Disoinível em:  http://renalvet.webnode.com.br/cardiologia/cardiomiopatia-felina/. Acesso em 17 de maio de 2017.
  • Estreitamento de coronárias intramurais;
  • Diminuição da pressão de perfusão coronária;
  • Deficiência de densidade miocárdica capilar;
  • Anti-trombóticos;
  • Beta-bloqueadores;
  • Oxigenoterapia;
  • Diuréticos;
  • Toracocentese;
  • Inibidores de ECA;

Esses fatores contribuem para o desenvolvimento de isquemia miocárdica

Foto micrografia de ventriculo esquerdo de um felino com CMH e infarto.

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