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Imagem, Imagem Simbólica e Imaginário

Discussões acerca da imagem, imagem simbólica e imaginário.
by Francisco Santos on 27 May 2014

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Transcript of Imagem, Imagem Simbólica e Imaginário

Símbolos
Nictomórficos
Imagem,
Imagem Simbólica
e Imaginário

Francisco dos Santos
Imagem
Imagem Tradicional
Que lugar para
a Imagem?
Imaginário
Duas concepções
Imagem Simbólica
Das teorias
contemporâneas
Imagens são superfícies que pretendem representar algo. Na maioria dos casos, algo que se encontra lá fora no espaço e no tempo. As imagens são, portanto, resultado do esforço de se abstrair duas das quatro dimensões espaciotemporais, para que se conservem apenas as dimensões do plano.
(FLUSSER, 2011, p. 21)
Imagem enquanto mediação entre o homem e o mundo (embuste);
Imagem enquanto signo semiótico, pertencente a um sistema arbitrário;
Imagem enquanto representação, engendradora de significado(s).
A imagem é simbólica, ela depende do trajeto antropológico;
É possível falar de imaginário de um indivíduo, mas também do de um povo, expresso no conjunto de suas obras e crenças. Fazem parte do imaginário as concepções pré-científicas, a ficção científica, as crenças religiosas, as produções artísticas que inventam outras realidades (pintura não-realista, romance etc.), as ficções políticas, os estereótipos e preconceitos sociais etc.
(WUNENBURGER, 2007, p. 7)
Conjunto estático de conteúdos produzidos por uma imaginação.
Imaginação tem raízes inconscientes (C.G. Jung), bem como se refere aos reflexos corporais;
Mestre em
Comunicação e Informação
UFRGS

Imagens são mediações entre homem e mundo. O homem “existe”, isto é, o mundo não lhe é acessível imediatamente. Imagens têm o propósito de lhe representar o mundo. Mas, ao fazê-lo, entrepõem-se entre mundo e homem. Seu propósito é serem mapas do mundo, mas passam a ser biombos. (FLUSSER, 2011, p. 23)
A imagem só existe para ser vista, por um espectador historicamente definido (isto é, que dispõe de certos dispositivos de imagens), e até as imagens mais automáticas, as das câmaras de vigilância, por exemplo, são produzidas de maneira deliberada, calculada, para certos efeitos sociais. (AUMONT, 2011, p. 205)
Sujeito
Objeto
Imagem
Sujeito
Objeto
Imagem
Aparelho
Imagem Técnica
A imagem simbólica é, portanto, o resultado de um acordo entre as motivações simbólicas, subjetivas, e a situação histórica, objetiva.
“a incessante troca que existe ao nível do imaginário entre as pulsões subjetivas e assimiladoras e as intimações objetivas que emanam do meio cósmico e social”
(DURAND, 2002, p. 41).
Cabe aqui perceber que a imagem não é simplesmente relacionada à simulação de um objeto na mente, a uma representação do real; sendo simbólica, seu significado está nela mesma, e não alhures. Ela não liga uma representação a um referente, ela é.
A imagem simbólica está relacionada à imaginação simbólica (processo individual, subjetivo, de produção de imagens). Essas imagens, ao se agruparem, formam um arcabouço (dinamizado pelas trocas entre as pulsões subjetivas e a coerção sociocultural e histórica), o qual podemos chamar de imaginário.
Conviremos, portanto, em denominar imaginário um conjunto de produções, mentais ou materializadas em obras, com base em imagens visuais (quadro, desenho, fotografia) e linguísticas (metáfora, símbolo, relato), formando conjuntos coerentes e dinâmicos, referentes a uma função simbólica no sentido de um ajuste de sentidos próprios e figurados. (WUNENBURGER, 2007, p. 11)
Léxico
Restrita
integra a atividade da própria imaginação – imagens tem o poder de animar a imaginação.
Ampliada
G. Bachelard
Imaginário constitui o primeiro substrato da vida mental;
Imagens se formam a partir do trajeto antropológico e dos gestos reflexológicos (postural, digestivo, copulativo).
G. Durand
Opções
Epistemológicas
Semiótica Estruturalista

Hermenêutica Simbólica
Redutora Amplificante
O esboço de racionalização dessas imagens (simbólicas) constituem mitos; estes subjazem às sociedades e dinamizam a produção de imagens, gerando, portanto, imagens diferentes em períodos históricos diferentes.
Estruturas
Antropológicas
do Imaginário
Abordagem sistêmica sobre o imaginário.
Esquemas
sensório-motores:
Posturais
Digestivos
Copulativos
Organizados pelo trajeto antropológico
Estruturas
Heroica
Mística
Mitodologia
Mitocrítica
Mitanálise
Faces do Tempo
contra as
emergem
Símbolos
Catamórficos
Símbolos
Teriomórficos
Símbolos
Espetaculares
Símbolos
Ascensionais
Símbolos
Diairéticos
Dramática
Eufemização
Intimidade
Inversão
Processo
Ciclo
Harmonização
Resenceamento de metáforas obsessivas nas produções humanas
Reconstituição do trajeto do(s) mito(s) no decorrer do tempo histórico
AT-9
Teste dos 9 elementos arquetipais - pesquisa com indivíduos
Obrigado.
Francisco dos Santos
chico.f.santos@gmail.com
AUMONT, J. A Imagem. Campinas: Papirus, 1993.
BARROS, Ana Taís Martins Portanova . A saia de Marilyn: do arquétipo ao estereótipo nas imagens midiáticas. E-Compós (Brasília), v. 12, p. 1-17, 2009.
_______, Ana Taís Martins Portanova. Comunicação e imaginário: uma proposta mitodológica. Intercom (São Paulo. Online), v. 33, p. 125-143, 2010.
COELHO NETO, J. T. Dicionário crítico de política cultural. São Paulo: Iluminuras, 1997.
DURAND, Gilbert. A imaginação simbólica. Lisboa: Edições 70, 1995.
_______, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário. São Paulo: Martins Fontes, 2002._______, Gilbert. O imaginário: ensaio acerca das ciências e da filosofia da imagem. Rio de Janeiro: Difel, 1998._______, Gilbert. O retorno do mito: introdução à mitologia. Mitos e sociedades. Revista FAMECOS, Porto Alegre, número 23, abril 2004. FLUSSER, V. Filosofia da caixa preta. São Paulo: Hucitec, 1985.JUNG, C.G. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo, vol. IX/1. Petrópolis: Vozes, 2003.WUNENBURGER, Jean-Jacques. O imaginário. São Paulo: Loyola, 2007.
Bibliografia
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