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Pesquisa docente colaborativa e desenvolvimento profissional

Pesquisa colaborativa e desenvolvimento profissional
by Rosiléia Almeida on 8 October 2014

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Transcript of Pesquisa docente colaborativa e desenvolvimento profissional

Profissionalização de professores em continuum, desde formação inicial até formação continuada.
Ideia, que tem se ampliado nos últimos tempos, de que a aprendizagem envolve um processo profundo de participação em comunidades de prática.

As comunidades de prática têm sido adotadas em estratégias de desenvolvimento organizacional e adquiriram um valor considerável quando se pensa e se trabalha com grupos.
LAVE, J.; WENGER, E. Situated learning: legitimate peripheral practice. New York-NY: Cambridge University Press, 1991.

WENGER, E. Communities of practice: learning, meaning, and identity. New York-NY: Cambridge University Press, 1998.
Comunidades Virtuais (ComPrática):
http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=8823
O grande desafio é a conquista de um espaço institucional e de um mérito próprios da pesquisa docente, de modo que os professores possam realizá-la em seu ambiente de trabalho (LÜDKE, 2005).
Comunidade de Prática (CoP)
Investigação no processo de profissionalização
intervenções educacionais desenvolvidas, aplicadas e avaliadas de modo colaborativo por professores de diferentes níveis de ensino para solucionar problemas da prática pedagógica e/ou da aprendizagem, que tenham um caráter emancipatório e não regulatório.
Pesquisa docente colaborativa e
desenvolvimento profissional

http://estudosiat.sec.ba.gov.br/index.php/estudosiat/article/view/41
INOVANDO O ENSINO DE BIOLOGIA ATRAVÉS DO TRABALHO COLABORATIVO DE PESQUISADORES EDUCACIONAIS E PROFESSORES-INVESTIGADORES
- COPPEC
RESUMO Este trabalho relata resultados do projeto “Desenvolvimento e Teste de Sequências Didáticas para o Ensino Médio de Biologia em Redes Colaborativas de Professores e Pesquisadores”. O projeto apresenta como resultados a manutenção de uma comunidade virtual de prática para professores de biologia do estado da Bahia e de outros estados, a ComPratica; a implantação de Núcleos de Pesquisa em Ensino de Ciências (NUPECs) em três escolas públicas do Estado da Bahia; a construção de um modelo de pesquisa colaborativa envolvendo professores-investigadores do ensino médio e pesquisadores universitários, além de licenciandos, graduandos e pós-graduandos; o desenvolvimento de novas concepções e ferramentas para a pesquisa educacional realizada pelo professor-investigador do ensino médio; e a construção e investigação de três inovações educacionais, voltadas para o ensino de evolução, de biologia celular e de reações químicas.
Desenvolvimento profissional do professor - Inclui capacitação do professor como investigador de sua própria prática.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Inovações e projeto político-pedagógico: uma relação regulatória ou emancipatória. Cad. Cedes, Campinas, v. 23, n. 61, p. 267-281, dez. 2003.
Importância do engajamento de estudantes de licenciatura no processo de investigação colaborativa, sendo reconhecidos como PARCEIROS.
Necessidade de repensar as relações na escola, a formação inicial e os estágios supervisionados!
Jane Lave
(antropóloga social)
Etienne Wenger
professor e pesquisador em
inteligência artificial
Propuseram um modelo de aprendizagem situada (aprendizagem contextual, aprendizagem por solução de problemas, aprendizagem pela reflexão sobre a experiência) que estabelece que a aprendizagem envolve o engajamento em comunidades de prática, que tem como pressuposto que a aprendizagem é social e resulta principalmente da participação em processos da vida cotidiana. A aprendizagem é uma prática social.
COMUNIDADES DE PRÁTICA (CoP)

Grupos de indivíduos com distintos conhecimentos,
habilidades e experiências.
COMUNIDADES DE PRÁTICA (CoP)
São formadas por pessoas que se envolvem em um processo de aprendizado coletivo em um campo compartilhado do esforço humano: uma tribo aprendendo a sobreviver, um grupo profissional (alfaiates, açogueiros etc.), membros dos Alcóólicos Anônimos, um grupo de artistas que procuram novas formas de expressão, um grupo de engenheiros trabalhando em problemas semelhantes, um grupo de alunos que definem a sua identidade na escola, uma rede de cirurgiões explorando novas técnicas, uma reunião de gerentes de primeira viagem ajudando uns aos outros a lidar melhor com as novas situações.
A participação dos membros não é uniforme: a iniciação no grupo pode começar pela aprendizagem periférica legítima até tornar-se plena.
Características que distinguem uma comunidade de prática
de outros grupos e comunidades
- Tem uma identidade definida pelo compromisso com um domínio compartilhado de interesse, que implica uma competência partilhada que distingue seus membros das outras pessoas.
- Os membros encontram-se engajados em atividades conjuntas, ajudando uns aos outros, compartilhando informações e aprendendo juntos.
- Os membros são praticantes, que desenvolvem um repertório (conhecimento acumulado) de recursos: experiências, histórias, memórias, ferramentas, documentos, rotinas, vocabulário, símbolos, formas de resolver os problemas e de abordar situações que são compartilhados de forma significativa entre seus membros.
As interações persistem de forma sustentada ao longo do tempo, tendo em vista o fato de envolver o compartilhamento de um empreendimento comum.
... que colaboram ativamente, compartilhando conhecimentos, interesses, recursos, perspectivas, atividades e, sobretudo, práticas...
... para construção de conhecimento tanto pessoal quanto coletivo.
Pesquisa colaborativa como caminho para:
-
Diminuir a lacuna entre pesquisa e prática (Hargreaves, 1999; McIntyre, 2005);
- Garantir a relevância e qualidade da pesquisa educacional (Zeichner, 1998; Moreira, 1988);
- Promover o desenvolvimento profissional (André, 2001; Lüdke, 2005; Zeichner, 2003; Goodchild, 2008) ;
- Promover o empoderamento do professor (Garrison, 1988);
- Favorecer uma mudança na cultura organizacional da escola (Hargreaves, 1999; Pimenta; Garrido; Moura, 2001).
COLABORAÇÃO (COOPEC):

Todos trabalham conjuntamente e se apóiam mutuamente, visando atingir objetivos comuns, negociados pelo coletivo do grupo. Neste caso, as relações tendem a ser não hierárquicas, havendo liderança compartilhada e corresponsabilidade pela condução das ações.
;
Bioemrede:
http://www.bioemrede.ufba.br/?page_id=210
Fullan e Hargreaves (2000), ao estudarem as características que as culturas de trabalho conjunto podem adquirir nas escolas, apontam que “a simples existência de colaboração não deve ser confundida com a consumação de uma cultura de colaboração” (p.71). Eles descrevem formas alternativas de colaboração que, apesar de envolverem trabalho conjunto, não constituem culturas colaborativas por apresentarem subgrupos em disputa, ações conjuntas apenas ocasionais ou ações reguladas de maneira diretiva pela direção das instituições.
http://www.scielo.br/pdf/er/n31/n31a13.pdf
Entendendo o trabalho colaborativo em educação e revelando seus benefícios
A natureza da pesquisa docente: a experiência de um grupo colaborativo de pesquisa
- CoPPEC
Tendo em vista as controvérsias sobre o estatuto da pesquisa docente no cotidiano da escola, neste trabalho investigamos a prática de pesquisa de um grupo de professores da Educação Básica que, em colaboração com pesquisadores e estudantes universitários, pesquisam inovações educacionais para o Ensino Médio de Biologia e Química. São usados como fontes de dados atas, filmagens de reuniões do grupo e o histórico de mensagens trocadas por seus membros por meio de correio eletrônico. Os resultados mostram que, para assegurar o mérito de suas pesquisas, os professores têm adotado os critérios canônicos da pesquisa acadêmica, submetendo-os, contudo, aos aspectos axiológicos e contextuais próprios da pesquisa situada na escola. Defendemos que o modelo de pesquisa colaborativa aqui apresentado é uma terceira via em relação à dicotomia entre o modelo de disseminação linear e o modelo pragmático de produção do conhecimento educacional.

http://www.nutes.ufrj.br/abrapec/viiienpec/resumos/R0668-2.pdf
RISCO

O sistema se apropria das energias emancipatórias contidas na inovação, transformando-a em energia regulatória. A inovação é uma simples rearticulação do sistema, visando à introdução acrítica do novo no velho (VEIGA, 2003).
Qual o ganho? Incremento salarial somente?
Satisfação profissional vs. burn-out
Melhoria das práticas
Como é a relação entre profissionais e estagiários?

Como é a relação entre profissionais experientes e profissionais iniciantes?
INOVAÇÃO EMANCIPATÓRIA (ou edificante): busca o diálogo com saberes locais e diferentes atores; realiza-se em um contexto que é reconhecido como histórico e social; implica rupturas epistemológicas; ocorre em situações concretas; quem a aplica está existencial, ética e socialmente comprometido com o seu impacto. (VEIGA, 2003).
INOVAÇÃO REGULATÓRIA: orienta-se pela padronização, pela uniformidade, pela centralização e pelo controle burocrático, visando gerar produtos prontos e acabados. (VEIGA, 2003).
Inovações educacionais
:
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