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Visão antropológica do ser humano - Platão e Aristóteles

aula de Filosofia
by Thatiane Moreira on 18 February 2013

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Transcript of Visão antropológica do ser humano - Platão e Aristóteles

Platão e Aristóteles Visão antropológica do ser humano Platão (427-347 a.C.) Platão ficou admirado com a semelhança entre todos os fenômenos da natureza e chegou, portanto, à conclusão de que "por cima" ou "por trás" de tudo o que vemos à nossa volta há um número limitado de formas. A estas formas Platão deu o nome de ideias. Por trás de todos os cavalos, porcos e homens existe a "ideia cavalo", a "ideia porco" e a "ideia homem". (E é por causa disto que a citada padaria pode fazer broas em forma de porquinhos ou de cavalos, além de anõezinhos. Pois uma padaria que se preze geralmente tem mais do que uma fôrma. Só que uma única fôrma é suficiente para todo um tipo de broa.) Platão (427-347 a.C.) Platão acreditava numa realidade autônoma por trás do mundo dos sentidos. A esta realidade ele deu o nome de mundo das ideias. Nele estão as "imagens padrão", as imagens primordiais, eternas e imutáveis, que encontramos na natureza. Esta concepção é chamada por nós de a Teoria das Ideias de Platão. MUNDO DAS IDEIAS Em resumo, para Platão a realidade se dividia em duas partes. A primeira parte é o mundo dos sentidos, do qual não podemos ter senão um conhecimento aproximado ou imperfeito, já que para tanto fazemos uso de nossos cinco (aproximados e imperfeitos) sentidos. Neste mundo dos sentidos, tudo "flui" e, consequentemente, nada é perene. Nada é no mundo dos sentidos; nele, as coisas simplesmente surgem e desaparecem. MUNDO DA IDEIAS A outra parte é o mundo das ideias, do qual podemos chegar a ter um conhecimento seguro, se para tanto fizermos uso de nossa razão. Este mundo das ideias não pode, portanto, ser conhecido através dos sentidos. Em compensação, as ideias (ou formas) são eternas e imutáveis. MUNDO DAS IDEIAS MUNDO DAS IDEIAS 1.Parte concupiscente ou apetitiva: concupiscência é sinônimo de "cobiça de bens materiais", desejo de "prazeres sensuais". Situada no baixo-ventre (entre o diafragma e o umbigo), é a parte da alma responsável pela busca da bebida, da comida, do sexo, dos prazeres, enfim, de tudo quanto é necessário à conservação do corpo e à reprodução da espécie. É irracional e mortal.
2.Parte colérica ou irascível: irascível é quem se irrita ou se enraivece com facilidade.
Localizada no peito, acima do diafragma, sua função é defender o corpo contra tudo o que possa ameaçar sua segurança. Também é irracional e mortal.
3.Parte racional: é a função superior da alma, o traço divino que há em nós. Situada na cabeça, é responsável pelo conhecimento. Apenas essa parte é imortal. ALMAS DEFESA DA ARISTOCRACIA Estagira, 384 a.C. — Atenas, 322 a.C ARISTÓTELES O ponto de partida da utilização de Liberdade absoluta, incondicional e sem limitações passou a existir com Aristóteles. Esta compreensão de liberdade aceita como livre o que é causa de si mesmo.
Com isso, a pessoa sendo livre, é o agente dos fatos sobre os quais atua de forma livre e consciente LIBERDADE EM ARISTÓTELES Segundo Aristóteles, a ação moral do homem está ligada intrinsecamente com a liberdade da vontade, ou seja, uma ação voluntária, esta sim, implica em uma liberdade de escolha – livre arbítrio.
Defende a existência destas duas formas de liberdade visto que, sem uma escolha, a liberdade não seria livre, tal como a escolha não seria possível se a vontade não fosse livre. Para Aristóteles a liberdade é o princípio para escolher entre alternativas possíveis, realizando-se como decisão e ato voluntário.

Contrariamente ao necessário ou à necessidade, sob a qual o agente sofre a ação de uma causa externa que o obriga a agir sempre de uma determinada maneira, no ato voluntário livre o agente é a causa de si, isto é, causa integral de sua ação Ética à Nicômaco é considerado um escrito de Aristóteles maduro, com o seu sistema filosófico próprio e definitivo.

Foi escrito entre 335 a.C. a 323 a.C. A Ética Aristotélica Reflexão ética racionalista.
Perguntou-se sobre o fim último do ser humano A FELICIDADE.
Felicidade maior para Aristóteles se encontra na vida teórica, que promove o que há de mais especificamente humano : a razão. A ética do equilíbrio de Aristóteles Agir corretamente seria praticar as virtudes.
VIRTUDE:
“A virtude moral é um meio-termo entre dois vícios, um dos quais envolve o excesso e outro deficiência, e isso porque a sua natureza é visar à mediania nas paixões e nos atos”.

Aristóteles procura uma ética do meio- termo, onde a virtude consistiria em procurar o ponto de equilíbrio entre o excesso e a deficiência. Justo meio excesso falta ÉTICA ARISTOTÉLICA 1. o racionalismo: a vida virtuosa é agir em conformidade com a razão, que conhece o bem.
2. o naturalismo: a vida virtuosa é agir em conformidade com a natureza (o cosmo) e com nossa natureza (nosso éthos), que é a parte do todo natural. Agir voluntariamente não é, portanto, agir contra a necessidade natural (sobre esta não temos poder nenhum) e sim agir em harmonia com ela.
3. a inseparabilidade entre ética e política: ética dos antigos em três aspectos principais: Platão e a Política Ao final do séc. V a.C. Atenas é derrotada na guerra contra Esparta e Sócrates é condenado.

Surge o descrédito de Platão com a democracia.

Concebe então uma “sofocracia” (poder dos sábios). Depois ele volta para ensinar e dirigir as pessoas a alcançarem esse ponto. O filosofo é aquele que saindo do mundo das trevas ou da ilusão, busca o conhecimento e verdade do mundo das ideias. Interpretação política do mito da caverna Aquele que pela contemplação das ideias, conheceu a essência da justiça e deve governar a cidade. O rei-filósofo Cidade utópica imaginada por Platão.

Esta cidade deve ser o modelo da cidade ideal. Callipolis (cidade bela) Busca uma espécie de reforma social, política e econômica.
É preciso tornar a cidade mais simples, mais desligada dos valores materiais, mais igualitária
o homem bom é o bom cidadão Callipolis (cidade bela) POLÍTICA DE ARISTÓTELES Democracia
Função da política
Educação e liberdade
moral e política
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